CRÉDITOS DE CARBONO. FUNDOS.
Lançados em 2007 com a proposta de destinar 30% da taxa de administração a projetos de redução de emissões de carbono de organizações não-governamentais, os fundos Itaú RF e DI Ecomudança atingem hoje um patrimônio de 120 milhões de reais.
Com isso, serão repassados pouco mais de 180 000 reais a cinco iniciativas selecionadas em parceria com o Instituto Ekos Brasil.
O fundo Excelência Social, lançado em 2004 e que transfere a projetos sociais metade da taxa de administração, está em fase de aperfeiçoamento. Até o ano passado, cada um dos 25 projetos eleitos recebia uma verba de até 250 000 reais.
A partir de agora, além do dinheiro, eles receberão treinamento em gestão para que possam, por exemplo, aferir os resultados dos investimentos.
"O repasse de recursos é importante, mas deve ser acompanhado de capacitação, gestão e acompanhamento", diz Setubal. "Como somos um banco, consideramos não só natural como mandatório compartilharmos nosso conhecimento em gestão financeira com nossos parceiros e com a sociedade."
sábado, 17 de janeiro de 2009
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Em busca do menor impacto
30/10/2008
Para a Energias do Brasil, investir em fontes renováveis é o melhor caminho para atender à demanda da sociedade sem abrir mão da sustentabilidade
Por Gustavo Magaldi
Rajadas de vento soam como música aos ouvidos dos executivos da Energias do Brasil, holding de empresas de geração, distribuição e comercialização de energia elétrica controlada pela Energias de Portugal (EDP), uma das maiores operadoras européias do setor.
Em junho deste ano, o grupo iniciou sua investida no mercado eólico brasileiro ao adquirir, por 51 milhões de reais, duas usinas no município de Água Doce, no norte de Santa Catarina. As imensas hélices dos parques geradores Horizonte e Água Doce, que transformam vento em eletricidade e têm capacidade atual para produzir 14 megawatts, simbolizam, de uma só vez, três prioridades da empresa: aumentar sua participação no mercado de geração, investir em fontes limpas e realizar projetos de baixo impacto.
"Uma empresa de energia só é sustentável se fizer esforços diários para controlar os impactos de suas operações", afirma António Pita de Abreu, engenheiro português que assumiu, no início deste ano, a presidência da Energias do Brasil. "Uma usina eólica tem pouquíssimos efeitos negativos no meio ambiente e na vida das pessoas, e o potencial para esse tipo de energia é enorme no Brasil."
Embora apresente grande potencial - estimado em 143 000 megawatts, o equivalente a dez Itaipus -, o mercado eólico nacional não passa, hoje, de uma leve brisa. Há apenas 17 usinas desse tipo em operação no país, que respondem por 0,3% da energia elétrica gerada no Brasil. Para ajudar a mudar esse quadro, a Energias do Brasil conta com a tecnologia de sua controladora, atualmente a quarta maior produtora de energia eólica do mundo. A meta da Energias do Brasil é ter, até 2012, capacidade de geração superior a 1 000 megawatts em energias renováveis, distribuídos por pequenas centrais hidrelétricas, usinas de biomassa e parques eólicos.
"Queremos atuar de forma estruturada e competitiva no campo das energias renováveis", diz Abreu.
Os investimentos em fontes limpas devem trazer ainda uma receita extra para o grupo. Até 2012, a companhia prevê levantar algo em torno de 30 milhões de reais com a venda de créditos de carbono - como os projetos de energia limpa da empresa vão reduzir suas emissões de gases de efeito estufa, a companhia receberá créditos que poderá vender a terceiros.
A Energias do Brasil promete destinar parte desses recursos a programas socioambientais nas comunidades do entorno das usinas. Os esforços em busca de uma operação de baixo impacto estão ancorados em políticas internas, grande parte delas desenvolvida recentemente.
Em 2007, a empresa formalizou uma política de sustentabilidade, aderiu ao Pacto Global (iniciativa da ONU, de caráter voluntário, que estabelece compromissos de responsabilidade corporativa) e lançou o Instituto Energias do Brasil, que desenvolve e coordena as ações ambientais e socioculturais do grupo.
A estrutura da área de sustentabilidade conta com uma vicepresidência específica, uma superintendência corporativa e o comitê de sustentabilidade, presidido por um membro externo à organização - o ex-ministro da Fazenda Pedro Malan.
O próximo desafio é disseminar a visão de sustentabilidade por todos os níveis hierárquicos das empresas do grupo. "Temos muito a fazer ainda para aprofundar a incorporação da sustentabilidade, incluindo a gestão da ética, a educação dos funcionários e o relacionamento transparente com nossos acionistas", afirma Abreu.
30/10/2008
Para a Energias do Brasil, investir em fontes renováveis é o melhor caminho para atender à demanda da sociedade sem abrir mão da sustentabilidade
Por Gustavo Magaldi
Rajadas de vento soam como música aos ouvidos dos executivos da Energias do Brasil, holding de empresas de geração, distribuição e comercialização de energia elétrica controlada pela Energias de Portugal (EDP), uma das maiores operadoras européias do setor.
Em junho deste ano, o grupo iniciou sua investida no mercado eólico brasileiro ao adquirir, por 51 milhões de reais, duas usinas no município de Água Doce, no norte de Santa Catarina. As imensas hélices dos parques geradores Horizonte e Água Doce, que transformam vento em eletricidade e têm capacidade atual para produzir 14 megawatts, simbolizam, de uma só vez, três prioridades da empresa: aumentar sua participação no mercado de geração, investir em fontes limpas e realizar projetos de baixo impacto.
"Uma empresa de energia só é sustentável se fizer esforços diários para controlar os impactos de suas operações", afirma António Pita de Abreu, engenheiro português que assumiu, no início deste ano, a presidência da Energias do Brasil. "Uma usina eólica tem pouquíssimos efeitos negativos no meio ambiente e na vida das pessoas, e o potencial para esse tipo de energia é enorme no Brasil."
Embora apresente grande potencial - estimado em 143 000 megawatts, o equivalente a dez Itaipus -, o mercado eólico nacional não passa, hoje, de uma leve brisa. Há apenas 17 usinas desse tipo em operação no país, que respondem por 0,3% da energia elétrica gerada no Brasil. Para ajudar a mudar esse quadro, a Energias do Brasil conta com a tecnologia de sua controladora, atualmente a quarta maior produtora de energia eólica do mundo. A meta da Energias do Brasil é ter, até 2012, capacidade de geração superior a 1 000 megawatts em energias renováveis, distribuídos por pequenas centrais hidrelétricas, usinas de biomassa e parques eólicos.
"Queremos atuar de forma estruturada e competitiva no campo das energias renováveis", diz Abreu.
Os investimentos em fontes limpas devem trazer ainda uma receita extra para o grupo. Até 2012, a companhia prevê levantar algo em torno de 30 milhões de reais com a venda de créditos de carbono - como os projetos de energia limpa da empresa vão reduzir suas emissões de gases de efeito estufa, a companhia receberá créditos que poderá vender a terceiros.
A Energias do Brasil promete destinar parte desses recursos a programas socioambientais nas comunidades do entorno das usinas. Os esforços em busca de uma operação de baixo impacto estão ancorados em políticas internas, grande parte delas desenvolvida recentemente.
Em 2007, a empresa formalizou uma política de sustentabilidade, aderiu ao Pacto Global (iniciativa da ONU, de caráter voluntário, que estabelece compromissos de responsabilidade corporativa) e lançou o Instituto Energias do Brasil, que desenvolve e coordena as ações ambientais e socioculturais do grupo.
A estrutura da área de sustentabilidade conta com uma vicepresidência específica, uma superintendência corporativa e o comitê de sustentabilidade, presidido por um membro externo à organização - o ex-ministro da Fazenda Pedro Malan.
O próximo desafio é disseminar a visão de sustentabilidade por todos os níveis hierárquicos das empresas do grupo. "Temos muito a fazer ainda para aprofundar a incorporação da sustentabilidade, incluindo a gestão da ética, a educação dos funcionários e o relacionamento transparente com nossos acionistas", afirma Abreu.
Citigroup pode vender CitiFinancial, seu braço de empréstimos
Publicado por Gandalf às 14/01/2009 07:00:00 AM
Depois de acertar nesta terça-feira (13) o acordo de fusão de sua corretora Smith Barney com a unidade de operações de corretagem do Morgan Stanley, rumores dão conta de que o Citigroup agora deve colocar à venda sua unidade de concessão de empréstimos, o CitiFinancial.
Segundo informações da agência de notícias Bloomberg, o CEO (Chief Executive Officer) do banco, Vikram Pandit, pode anunciar o plano de venda do CitiFinancial - que possui filiais em mais de 2 mil localidades nos Estados Unidos - já na próxima semana. Procurado pela Bloomberg, o porta-voz do Citigroup, Stephen Cohen, se recusou a comentar o caso.
As especulações vêem momentos após a confirmação da fusão entre as unidades de corretagem do Citigroup e do Morgan Stanley. A nova empresa recebeu o nome de Morgan Stanley Smith Barney e será controlada pelo Morgan Stanley, com 51% do capital. Já o Citi vai ficar com 49% da joint venture, além de receber US$ 2,7 bilhões pelo negócio.
Infomoney
Link: Após acordo com Morgan Stanley, Citi pode colocar o CitiFinancial à venda
Publicado por Gandalf às 14/01/2009 07:00:00 AM
Depois de acertar nesta terça-feira (13) o acordo de fusão de sua corretora Smith Barney com a unidade de operações de corretagem do Morgan Stanley, rumores dão conta de que o Citigroup agora deve colocar à venda sua unidade de concessão de empréstimos, o CitiFinancial.
Segundo informações da agência de notícias Bloomberg, o CEO (Chief Executive Officer) do banco, Vikram Pandit, pode anunciar o plano de venda do CitiFinancial - que possui filiais em mais de 2 mil localidades nos Estados Unidos - já na próxima semana. Procurado pela Bloomberg, o porta-voz do Citigroup, Stephen Cohen, se recusou a comentar o caso.
As especulações vêem momentos após a confirmação da fusão entre as unidades de corretagem do Citigroup e do Morgan Stanley. A nova empresa recebeu o nome de Morgan Stanley Smith Barney e será controlada pelo Morgan Stanley, com 51% do capital. Já o Citi vai ficar com 49% da joint venture, além de receber US$ 2,7 bilhões pelo negócio.
Infomoney
Link: Após acordo com Morgan Stanley, Citi pode colocar o CitiFinancial à venda
Abyara quer novo sócio para manter ritmo de expansão
Gandalf Wizard Investidor Informado
09/11/2008 12:15:00 PM
Depois de assinar uma carta de intenções para a venda de sua divisão de corretagem imobiliária para BR Brokers, a Abyara busca agora um novo sócio ou investidor financeiro.
A companhia, que recusou recentemente uma oferta da Cyrela para vender sua área de incorporação, quer reforçar o caixa para conseguir construir os cerca de R$ 10 bilhões em novos imóveis que pretende lançar nos próximos três anos.
Os acionistas ainda não definiram que parcela da companhia estão dispostos a colocar à venda, mas a expectativa é de que entre 20% e 30% das ações devam ser negociadas.
Pelo valor de mercado das ações comercializadas ontem, a Abyara vale R$ 943,8 milhões...
Gandalf Wizard Investidor Informado
09/11/2008 12:15:00 PM
Depois de assinar uma carta de intenções para a venda de sua divisão de corretagem imobiliária para BR Brokers, a Abyara busca agora um novo sócio ou investidor financeiro.
A companhia, que recusou recentemente uma oferta da Cyrela para vender sua área de incorporação, quer reforçar o caixa para conseguir construir os cerca de R$ 10 bilhões em novos imóveis que pretende lançar nos próximos três anos.
Os acionistas ainda não definiram que parcela da companhia estão dispostos a colocar à venda, mas a expectativa é de que entre 20% e 30% das ações devam ser negociadas.
Pelo valor de mercado das ações comercializadas ontem, a Abyara vale R$ 943,8 milhões...
Abyara encolhe para poder sobreviver
Publicado por Odair às 11/17/2008 02:00:00 PM
A Abyara radicalizou. Abandonou as metas e não irá fazer mais nenhum lançamento até o fim do ano. A decisão significa que a companhia vai encerrar 2008 três vezes menor do que previa. Começou o ano estimando lançar até R$ 3 bilhões. Corrigiu a estimativa duas vezes e ainda assim vai fechar o ano tendo lançado apenas R$ 1,1 bilhão - metade da última previsão. Resultado: teve que cortar 40% da folha de pagamento e está vendendo cerca de R$ 150 milhões em terrenos.
Com uma situação extremamente delicada - agravada pela soma de um alto endividamento com resultado operacional negativo - a Abyara precisou virar de ponta-cabeça. A empresa já vinha mal antes da crise financeira e sofreu um revés de dimensões ainda maiores depois do turbilhão global. O enxugamento dos lançamentos reflete em todas as áreas da companhia. A folha de pagamento encolheu 40%, o que significa redução de custos de R$ 1,5 bilhão. A empresa não revela quantas pessoas foram demitidas, mas fala-se no mercado que está na casa de 100 funcionários. Fechou as regionais do Rio e Nordeste e transferiu para São Paulo.
Outra medida foi vender projetos em parcerias com incorporadoras, conforme antecipou o Valor. Segundo Ana Granato, diretora de relações com investidores, a Abyara vendeu oito projetos que renderam à companhia R$ 40 milhões. O caixa da companhia em 30 de setembro era de R$ 57 milhões e parte disso - a empresa não diz quanto - veio da venda.
Mas a liquidação dos ativos deve continuar. "Temos interesse em vender mais projetos que nos rendam cerca de R$ 100 milhões", afirma Ana Granato. Por enquanto, segundo ela, só foram vendidos terrenos. "A princípio, não venderemos projetos em andamento." Além da necessidade de caixa, alguns parceiros resolveram comprar a participação da Abyara nos projetos conjuntos, pois a companhia não estava fazendo os aportes devidos. A Abyara já havia vendido a área de corretagem para a Brasil Brokers por R$ 250 milhões, dos quais já recebeu R$ 174 milhões.
Além de ser uma premissa para sobreviver no novo cenário, o redimensionamento da companhia é uma resposta aos investidores e, sobretudo, aos acionistas. O Morgan Stanley é o principal acionista da companhia, dono de 22,1% das ações. Em recente entrevista, Alfonso Munk, executivo responsável pela área imobiliária do Morgan Stanley no Brasil, disse que a Abyara precisa mudar de tamanho e rever o seu plano de negócios. O banco - que foi visto pelo mercado como potencial injetor de capital na companhia - não tem intenção de fazer um aumento de capital e ampliar sua participação.
A dívida líquida da Abyara diminuiu de R$ 454 milhões para R$ 380 milhões do segundo para o terceiro trimestre. Desse total, mais de 50% (R$ 250 milhões) vence em 2009. A empresa também tem um passivo de cerca de R$ 600 milhões com terrenos, mas 70% disso é permuta. A área de incorporação tem resultado operacional - lucro antes dos impostos, depreciação e amortização (lajida) - negativo em R$ 2,4 milhões, o que significa que as vendas não cobriram nem as despesas e custos da operação. Não sobra também para pagamento de dívidas ou remunera o acionista.
As vendas contratadas e os lançamentos, porém, subiram um pouco em relação ao segundo trimestre. As vendas somaram R$ 359 milhões, alta de 2,57% e os lançamentos, R$ 386 milhões. Segundo Ana, a empresa deve usar as linhas do governo para capital de giro e não descartaria uma associação com o governo, como prevê a MP 443.
Valor
Link: Abyara encolhe para poder sobreviver
Publicado por Odair às 11/17/2008 02:00:00 PM
A Abyara radicalizou. Abandonou as metas e não irá fazer mais nenhum lançamento até o fim do ano. A decisão significa que a companhia vai encerrar 2008 três vezes menor do que previa. Começou o ano estimando lançar até R$ 3 bilhões. Corrigiu a estimativa duas vezes e ainda assim vai fechar o ano tendo lançado apenas R$ 1,1 bilhão - metade da última previsão. Resultado: teve que cortar 40% da folha de pagamento e está vendendo cerca de R$ 150 milhões em terrenos.
Com uma situação extremamente delicada - agravada pela soma de um alto endividamento com resultado operacional negativo - a Abyara precisou virar de ponta-cabeça. A empresa já vinha mal antes da crise financeira e sofreu um revés de dimensões ainda maiores depois do turbilhão global. O enxugamento dos lançamentos reflete em todas as áreas da companhia. A folha de pagamento encolheu 40%, o que significa redução de custos de R$ 1,5 bilhão. A empresa não revela quantas pessoas foram demitidas, mas fala-se no mercado que está na casa de 100 funcionários. Fechou as regionais do Rio e Nordeste e transferiu para São Paulo.
Outra medida foi vender projetos em parcerias com incorporadoras, conforme antecipou o Valor. Segundo Ana Granato, diretora de relações com investidores, a Abyara vendeu oito projetos que renderam à companhia R$ 40 milhões. O caixa da companhia em 30 de setembro era de R$ 57 milhões e parte disso - a empresa não diz quanto - veio da venda.
Mas a liquidação dos ativos deve continuar. "Temos interesse em vender mais projetos que nos rendam cerca de R$ 100 milhões", afirma Ana Granato. Por enquanto, segundo ela, só foram vendidos terrenos. "A princípio, não venderemos projetos em andamento." Além da necessidade de caixa, alguns parceiros resolveram comprar a participação da Abyara nos projetos conjuntos, pois a companhia não estava fazendo os aportes devidos. A Abyara já havia vendido a área de corretagem para a Brasil Brokers por R$ 250 milhões, dos quais já recebeu R$ 174 milhões.
Além de ser uma premissa para sobreviver no novo cenário, o redimensionamento da companhia é uma resposta aos investidores e, sobretudo, aos acionistas. O Morgan Stanley é o principal acionista da companhia, dono de 22,1% das ações. Em recente entrevista, Alfonso Munk, executivo responsável pela área imobiliária do Morgan Stanley no Brasil, disse que a Abyara precisa mudar de tamanho e rever o seu plano de negócios. O banco - que foi visto pelo mercado como potencial injetor de capital na companhia - não tem intenção de fazer um aumento de capital e ampliar sua participação.
A dívida líquida da Abyara diminuiu de R$ 454 milhões para R$ 380 milhões do segundo para o terceiro trimestre. Desse total, mais de 50% (R$ 250 milhões) vence em 2009. A empresa também tem um passivo de cerca de R$ 600 milhões com terrenos, mas 70% disso é permuta. A área de incorporação tem resultado operacional - lucro antes dos impostos, depreciação e amortização (lajida) - negativo em R$ 2,4 milhões, o que significa que as vendas não cobriram nem as despesas e custos da operação. Não sobra também para pagamento de dívidas ou remunera o acionista.
As vendas contratadas e os lançamentos, porém, subiram um pouco em relação ao segundo trimestre. As vendas somaram R$ 359 milhões, alta de 2,57% e os lançamentos, R$ 386 milhões. Segundo Ana, a empresa deve usar as linhas do governo para capital de giro e não descartaria uma associação com o governo, como prevê a MP 443.
Valor
Link: Abyara encolhe para poder sobreviver
Brasil Ecodiesel: Movimentações espantosas no valor de suas ações
Publicado por Gandalf 09/01/2009 às 10:25:00 AM
Gandalf Wizard Investidor Informado
A Brasil Ecodiesel (ECOD3) foi questionada a respeito da oscilação recente com seus papeis na BM&F Bovespa, e respondeu que desconhece quaisquer fatos que justifiquem oscilações, que chegam próximas a 100% desde o início de 2009.
O movimento foi iniciado com uma série de boatos sobre um possível comprador para a empresa, porém de concreto as informações sobre a empresa são as mesmas no últimos 6 meses, prejuízos e dificuldades operacionais.
O atual preço foi alcançado após especulações sobre as críticas condições financeiras na Brasil Ecodiesel, o que os resultados do último trimestre corroboram, assim como algumas ações da empresa como hipotecas sobre usinas e o próprio valor das ações avaliando a empresa à valores de liquidação, o que em contrapartida justifica altas na iminência de qualquer melhora.
Publicado por Gandalf 09/01/2009 às 10:25:00 AM
Gandalf Wizard Investidor Informado
A Brasil Ecodiesel (ECOD3) foi questionada a respeito da oscilação recente com seus papeis na BM&F Bovespa, e respondeu que desconhece quaisquer fatos que justifiquem oscilações, que chegam próximas a 100% desde o início de 2009.
O movimento foi iniciado com uma série de boatos sobre um possível comprador para a empresa, porém de concreto as informações sobre a empresa são as mesmas no últimos 6 meses, prejuízos e dificuldades operacionais.
O atual preço foi alcançado após especulações sobre as críticas condições financeiras na Brasil Ecodiesel, o que os resultados do último trimestre corroboram, assim como algumas ações da empresa como hipotecas sobre usinas e o próprio valor das ações avaliando a empresa à valores de liquidação, o que em contrapartida justifica altas na iminência de qualquer melhora.
Abyara comenta acusações da Polícia Federal
Publicado por Gandalf às 10/15/2008 06:54:00 AM
A incorporadora imobiliária Abyara, apontada pela Polícia Federal na operação Boi Barrica como suspeita de participar de um esquema de tráfico de influência, divulgou nota ontem para rebater as acusações da PF. A incorporadora diz que depósitos mencionados pela PF no relatório referem-se à compra de um terreno e que “a companhia sempre pautou seus relacionamentos pela ética e cumprimento das leis”.
De acordo com os policiais, o empresário Fernando Sarney, filho do senador José Sarney (PMDB-AP), fez uma intermediação entre a Abyara e o vice-presidente da Caixa Econômica Federal Fabio Lenza, indicado para o cargo pelo senador. Em troca, Fernando receberia patrocínio da incorporadora para eventos organizados pelo Grupo Marafolia, que seria de sua propriedade, segundo a PF.
Os policiais identificaram R$ 2,44 milhões transferidos pela Abyara para uma conta conjunta de Ana Clara e Teresa Sarney - filha e mulher de Fernando.
“Em agosto de 2007 [...], a companhia adquiriu o terreno objeto da matrícula n.º 51.087 do 1º Cartório de Registro de Imóveis de São Luís/MA [...] aos vendedores: (i) Pavi Imobiliária Ltda., e (ii) Fernando José Macieira Sarney e sua mulher, Teresa Cristina Murad Sarney, na proporção de 50% (cinqüenta por cento) cada qual”, afirma a nota.
De acordo com a Abyara, a escritura de venda e compra do imóvel foi lavrada em 15 de agosto de 2007, tendo sido contabilizados todos os pagamentos realizados pela companhia em favor dos vendedores, nos termos da escritura de venda e compra lavrada em cartório.
“Os depósitos realizados na conta de Teresa Cristina Murad Sarney, e citados na reportagem, se referem a esta aquisição. O imóvel em questão, adquirido a preços de mercado [...], serviu à incorporação do Empreendimento Jerônimo de Albuquerque-(VITE), comercializado na sua quase totalidade”, completou.
Pelas conversas captadas pela PF, o interesse da Abyara na CEF era um financiamento de grande valor. A Abyara confirmou a celebração de um protocolo de intenções com a CEF, mas afirmou que tudo foi feito dentro da lei.
“A CEF é a grande provedora de recursos do setor habitacional, razão pela qual as grandes incorporadoras do país mantêm relacionamento rotineiro e comercial com este agente”, afirmou a nota da Abyara.
Sobre patrocínios, a empresa disse que, em 21 de setembro de 2007 e 10 de março de 2008, foram celebrados contratos que possibilitaram à companhia atuar como patrocinadora dos eventos Marafolia e Circo da China, com o objetivo de divulgar sua marca em São Luís.
Em entrevista à Folha, Fernando Sarney disse que é empresário do setor privado e negou fazer tráfico de influência.
Folha
Link: Empresa diz que depósito se refere a terreno
Publicado por Gandalf às 10/15/2008 06:54:00 AM
A incorporadora imobiliária Abyara, apontada pela Polícia Federal na operação Boi Barrica como suspeita de participar de um esquema de tráfico de influência, divulgou nota ontem para rebater as acusações da PF. A incorporadora diz que depósitos mencionados pela PF no relatório referem-se à compra de um terreno e que “a companhia sempre pautou seus relacionamentos pela ética e cumprimento das leis”.
De acordo com os policiais, o empresário Fernando Sarney, filho do senador José Sarney (PMDB-AP), fez uma intermediação entre a Abyara e o vice-presidente da Caixa Econômica Federal Fabio Lenza, indicado para o cargo pelo senador. Em troca, Fernando receberia patrocínio da incorporadora para eventos organizados pelo Grupo Marafolia, que seria de sua propriedade, segundo a PF.
Os policiais identificaram R$ 2,44 milhões transferidos pela Abyara para uma conta conjunta de Ana Clara e Teresa Sarney - filha e mulher de Fernando.
“Em agosto de 2007 [...], a companhia adquiriu o terreno objeto da matrícula n.º 51.087 do 1º Cartório de Registro de Imóveis de São Luís/MA [...] aos vendedores: (i) Pavi Imobiliária Ltda., e (ii) Fernando José Macieira Sarney e sua mulher, Teresa Cristina Murad Sarney, na proporção de 50% (cinqüenta por cento) cada qual”, afirma a nota.
De acordo com a Abyara, a escritura de venda e compra do imóvel foi lavrada em 15 de agosto de 2007, tendo sido contabilizados todos os pagamentos realizados pela companhia em favor dos vendedores, nos termos da escritura de venda e compra lavrada em cartório.
“Os depósitos realizados na conta de Teresa Cristina Murad Sarney, e citados na reportagem, se referem a esta aquisição. O imóvel em questão, adquirido a preços de mercado [...], serviu à incorporação do Empreendimento Jerônimo de Albuquerque-(VITE), comercializado na sua quase totalidade”, completou.
Pelas conversas captadas pela PF, o interesse da Abyara na CEF era um financiamento de grande valor. A Abyara confirmou a celebração de um protocolo de intenções com a CEF, mas afirmou que tudo foi feito dentro da lei.
“A CEF é a grande provedora de recursos do setor habitacional, razão pela qual as grandes incorporadoras do país mantêm relacionamento rotineiro e comercial com este agente”, afirmou a nota da Abyara.
Sobre patrocínios, a empresa disse que, em 21 de setembro de 2007 e 10 de março de 2008, foram celebrados contratos que possibilitaram à companhia atuar como patrocinadora dos eventos Marafolia e Circo da China, com o objetivo de divulgar sua marca em São Luís.
Em entrevista à Folha, Fernando Sarney disse que é empresário do setor privado e negou fazer tráfico de influência.
Folha
Link: Empresa diz que depósito se refere a terreno
Depois da Inpar, Paladin ainda pretende investir US$ 8OO milhões
Publicado por Gandalf às 1/14/2009 06:43:00 AM
James Worms administra um dos maiores fundos de investimento imobiliário do mundo. Em ativos são mais de US$ 88 bilhões, um valor que coloca hoje a sua Paladin Realty Partners no calcanhar do rival maior, o Morgan Stanley, duramente afetado pela crise financeira global de 2008.
Nos últimos tempos, Worms tem recebido em sua sede, na Califórnia, a visita de investidores afoitos por alternativas de ganho a curto prazo, após a coleção de perdas milionárias do ano passado. O que ele diz pouca gente sabe, mas nas últimas semanas, o discretíssimo Worms rompeu o silêncio.
"Muito do nosso dinheiro tem ido para o Brasil. Lá, a demanda ainda é superior a oferta", afirmou recentemente em entrevista.
No comando da Paladin Realty desde a sua criação, em 1995, Worms e sua equipe encaminharam alguns dados interessantes para um fundo de pensão da cidade de Los Angeles. As informações eram uma resposta da empresa às dúvidas do conselho de investidores locais. No documento, datado de outubro de 2008 e obtido pela DINHEIRO, a Paladin informa que tem como meta aplicar entre US$ 500 milhões a US$ 800 milhões (ou até R$ 1,8 bilhão) no Paladin III, fundo focado nos mercados brasileiro e mexicano. Com um detalhe: o País pode ganhar a preferência dos americanos. Desde dezembro, existe um vice-presidente da Paladin trabalhando no Brasil, o executivo Pablo Salas.
É uma questão de escolhas. O braço direito de Worms, Philip Fitzgerald, tem dito que o México já se tornou um mercado maduro demais e a Argentina está com uma oferta de negócios limitada. No Chile as margens de lucro são tão estreitas que poucos ativos despertam interesse.
Na falta de adversários de peso, e pelas condições locais, o Brasil saiu na frente. Essa clara inclinação cresceu depois da crise de liquidez que congelou investimentos. Há um movimento de ajuste das tabelas, com construtoras declinando da opção de compra de terrenos por causa da falta de recursos no mercado.
A Paladin quer aproveitar essa fase para ir às compras. Já adquiriu ações da InPar e Even Construtora. Com a InPar, deu uma tacada de mestre. Em dezembro, os americanos colocaram R$ 180 milhões na construtora, com vendas paradas e lançamentos adiados. Como parte do trato, o fundo se tornará controlador do grupo caso a família não exerça a opção de compra de um conjunto de ações emitidas em 2008. Sem recursos, a família não exercerá o direito e deve perder o comando.
Nas próximas semanas, o fundo deve anunciar o nome de Álvaro Luis Simões, ex-conselheiro da Rede Energia e homem de confiança dos estrangeiros, como o novo presidente da InPar, apurou a DINHEIRO. Nesse exato momento, Simões está na Califórnia tratando dos novos passos da Paladin dentro da InPar. Esse tipo de negócio é a cara dos americanos. Em todos os seus tratados recentes - foram mais de US$ 4 bilhões investidos em dez anos - a companhia tem um norte claro. Ela avança pelas bordas e tende a buscar o controle nas operações mais estratégicas. É o caminho ideal para ganhar musculatura rapidamente.
Isto é Dinheiro
Publicado por Gandalf às 1/14/2009 06:43:00 AM
James Worms administra um dos maiores fundos de investimento imobiliário do mundo. Em ativos são mais de US$ 88 bilhões, um valor que coloca hoje a sua Paladin Realty Partners no calcanhar do rival maior, o Morgan Stanley, duramente afetado pela crise financeira global de 2008.
Nos últimos tempos, Worms tem recebido em sua sede, na Califórnia, a visita de investidores afoitos por alternativas de ganho a curto prazo, após a coleção de perdas milionárias do ano passado. O que ele diz pouca gente sabe, mas nas últimas semanas, o discretíssimo Worms rompeu o silêncio.
"Muito do nosso dinheiro tem ido para o Brasil. Lá, a demanda ainda é superior a oferta", afirmou recentemente em entrevista.
No comando da Paladin Realty desde a sua criação, em 1995, Worms e sua equipe encaminharam alguns dados interessantes para um fundo de pensão da cidade de Los Angeles. As informações eram uma resposta da empresa às dúvidas do conselho de investidores locais. No documento, datado de outubro de 2008 e obtido pela DINHEIRO, a Paladin informa que tem como meta aplicar entre US$ 500 milhões a US$ 800 milhões (ou até R$ 1,8 bilhão) no Paladin III, fundo focado nos mercados brasileiro e mexicano. Com um detalhe: o País pode ganhar a preferência dos americanos. Desde dezembro, existe um vice-presidente da Paladin trabalhando no Brasil, o executivo Pablo Salas.
É uma questão de escolhas. O braço direito de Worms, Philip Fitzgerald, tem dito que o México já se tornou um mercado maduro demais e a Argentina está com uma oferta de negócios limitada. No Chile as margens de lucro são tão estreitas que poucos ativos despertam interesse.
Na falta de adversários de peso, e pelas condições locais, o Brasil saiu na frente. Essa clara inclinação cresceu depois da crise de liquidez que congelou investimentos. Há um movimento de ajuste das tabelas, com construtoras declinando da opção de compra de terrenos por causa da falta de recursos no mercado.
A Paladin quer aproveitar essa fase para ir às compras. Já adquiriu ações da InPar e Even Construtora. Com a InPar, deu uma tacada de mestre. Em dezembro, os americanos colocaram R$ 180 milhões na construtora, com vendas paradas e lançamentos adiados. Como parte do trato, o fundo se tornará controlador do grupo caso a família não exerça a opção de compra de um conjunto de ações emitidas em 2008. Sem recursos, a família não exercerá o direito e deve perder o comando.
Nas próximas semanas, o fundo deve anunciar o nome de Álvaro Luis Simões, ex-conselheiro da Rede Energia e homem de confiança dos estrangeiros, como o novo presidente da InPar, apurou a DINHEIRO. Nesse exato momento, Simões está na Califórnia tratando dos novos passos da Paladin dentro da InPar. Esse tipo de negócio é a cara dos americanos. Em todos os seus tratados recentes - foram mais de US$ 4 bilhões investidos em dez anos - a companhia tem um norte claro. Ela avança pelas bordas e tende a buscar o controle nas operações mais estratégicas. É o caminho ideal para ganhar musculatura rapidamente.
Isto é Dinheiro
Com vendas estagnadas, cervejarias já reveem planos
16 de Janeiro de 2009 10:53
Após quatro anos de crescimento significativo, as vendas de cerveja voltaram a estagnar no Brasil. A estimativa é que o mercado tenha fechado em 2008 com o mesmo patamar de 2007: 10,4 bilhões de litros. E as perspectivas para este ano não são muito melhores do que isso.
O setor já tinha vivido situação semelhante entre 2000 e 2003, quando as vendas estacionaram em 8,4 bilhões de litros. E essa parada de agora coloca mais pressão sobre as empresas, que vinham investindo muito em aumento de produção nos últimos anos. As fabricantes ainda não admitem abertamente a estagnação das vendas. Mas reconhecem que o ano passado não foi exatamente o que esperavam. Se comparado aos últimos cinco anos, quando o setor apresentou crescimento médio na casa dos dois dígitos, houve uma clara desaceleração em 2008, diz Paulo Macedo, diretor de relações externas do Mercosul da Femsa, dona das marcas Sol e Kaiser.
Os reflexos do resultado ruim, porém, já chegaram. Na AmBev, líder na venda de cervejas no País - com 67,4% do mercado -, por exemplo, os executivos não vão receber os bônus referentes a 2008, já que o resultado ficou aquém do esperado. O grupo também decidiu engavetar o plano de abrir uma nova fábrica no Nordeste - mas ainda mantém, pelo menos por enquanto, o projeto de uma nova unidade em Sete Lagoas (MG).
Ainda não tenho notícias de cortes entre as empresas com que conversei nas últimas semanas, diz Enio Rodrigues, superintendente do Sindicato Nacional da Indústria de Cerveja (Sindicerv). Algumas dizem que vão persistir nos seus planos, como estratégia para ganhar mercado com uma política de preços baixos. No geral, todas aguardam os resultados de janeiro e fevereiro para tomar decisões mais efetivas.
Na AmBev, porém, executivos dizem que se houver retração, a empresa será ágil em desativar o que for preciso. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
16 de Janeiro de 2009 10:53
Após quatro anos de crescimento significativo, as vendas de cerveja voltaram a estagnar no Brasil. A estimativa é que o mercado tenha fechado em 2008 com o mesmo patamar de 2007: 10,4 bilhões de litros. E as perspectivas para este ano não são muito melhores do que isso.
O setor já tinha vivido situação semelhante entre 2000 e 2003, quando as vendas estacionaram em 8,4 bilhões de litros. E essa parada de agora coloca mais pressão sobre as empresas, que vinham investindo muito em aumento de produção nos últimos anos. As fabricantes ainda não admitem abertamente a estagnação das vendas. Mas reconhecem que o ano passado não foi exatamente o que esperavam. Se comparado aos últimos cinco anos, quando o setor apresentou crescimento médio na casa dos dois dígitos, houve uma clara desaceleração em 2008, diz Paulo Macedo, diretor de relações externas do Mercosul da Femsa, dona das marcas Sol e Kaiser.
Os reflexos do resultado ruim, porém, já chegaram. Na AmBev, líder na venda de cervejas no País - com 67,4% do mercado -, por exemplo, os executivos não vão receber os bônus referentes a 2008, já que o resultado ficou aquém do esperado. O grupo também decidiu engavetar o plano de abrir uma nova fábrica no Nordeste - mas ainda mantém, pelo menos por enquanto, o projeto de uma nova unidade em Sete Lagoas (MG).
Ainda não tenho notícias de cortes entre as empresas com que conversei nas últimas semanas, diz Enio Rodrigues, superintendente do Sindicato Nacional da Indústria de Cerveja (Sindicerv). Algumas dizem que vão persistir nos seus planos, como estratégia para ganhar mercado com uma política de preços baixos. No geral, todas aguardam os resultados de janeiro e fevereiro para tomar decisões mais efetivas.
Na AmBev, porém, executivos dizem que se houver retração, a empresa será ágil em desativar o que for preciso. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Brascan vai captar R$ 200 milhões com emissão de ações
16.01.2009 12h38
Empresa oferece desconto no valor das ações para atrair atuais acionistas
Portal EXAME A incorporadora Brascan anunciou nesta sexta-feira que seu conselho de administração aprovou a emissão de 100 milhões de novas ações ordinárias, pelo preço de 2 reais cada uma. Segundo a empresa, todos os acionistas poderão participar da operação.
A controladora da empresa, a Brookfield Asset Management, vai exercer seu direito de preferência para comprar 58,5% dos papéis e também garante a aquisição dos 200 milhões de reais em ações caso não haja interesse dos demais acionistas.
Segundo o diretor-presidente da Brascan, Nicholas Reade, a decisão pelo aumento de capital aconteceu devido à crise financeira internacional, que aumentou o custo dos financiamentos. “O mercado imobiliário continuará a oferecer oportunidades, mas o atual cenário de crise internacional encurtou os prazos de financiamento, o que não é compatível com a estratégia da companhia de ter financiamentos de longo prazo com vencimentos escalonados ao longo de todo o ciclo de negócio”, disse Reade, em comunicado da empresa.
No documento, a Brascan explicou que o preço da ação para a emissão foi fixado com base no valor de mercado. A empresa afirmou que considerando o valor médio negociado pelo papel (BISA3) nos últimos 30 pregões, o preço de 2 reais representa um deságio de 12% sobre a média. O objetivo do desconto é atrair o interesse dos atuais acionistas. Na manhã desta sexta-feira, a ação era negociada na BMF & Bovespa por 2,14 reais, em queda de 3,16%.
“Além de fortalecer a estrutura de capital da Brascan, essa operação vai nos permitir consolidar ainda mais o nosso posicionamento como líder de mercado. Essa operação também deverá contribuir para o aumento de liquidez da nossa ação”, disse o diretor-executivo de Relações Institucionais da incorporadora, Luiz Rogélio Tolosa.
De acordo com a empresa, as novas ações também terão direitos aos dividendos, juros sobre o capital próprio, bonificações e eventuais remunerações de capital que vierem a ser anunciadas após a homologação do aumento de capital pelo conselho de administração. Os atuais acionistas terão o direito de preferência para comprar os novos papéis a partir de hoje até o dia 16 de fevereiro.
16.01.2009 12h38
Empresa oferece desconto no valor das ações para atrair atuais acionistas
Portal EXAME A incorporadora Brascan anunciou nesta sexta-feira que seu conselho de administração aprovou a emissão de 100 milhões de novas ações ordinárias, pelo preço de 2 reais cada uma. Segundo a empresa, todos os acionistas poderão participar da operação.
A controladora da empresa, a Brookfield Asset Management, vai exercer seu direito de preferência para comprar 58,5% dos papéis e também garante a aquisição dos 200 milhões de reais em ações caso não haja interesse dos demais acionistas.
Segundo o diretor-presidente da Brascan, Nicholas Reade, a decisão pelo aumento de capital aconteceu devido à crise financeira internacional, que aumentou o custo dos financiamentos. “O mercado imobiliário continuará a oferecer oportunidades, mas o atual cenário de crise internacional encurtou os prazos de financiamento, o que não é compatível com a estratégia da companhia de ter financiamentos de longo prazo com vencimentos escalonados ao longo de todo o ciclo de negócio”, disse Reade, em comunicado da empresa.
No documento, a Brascan explicou que o preço da ação para a emissão foi fixado com base no valor de mercado. A empresa afirmou que considerando o valor médio negociado pelo papel (BISA3) nos últimos 30 pregões, o preço de 2 reais representa um deságio de 12% sobre a média. O objetivo do desconto é atrair o interesse dos atuais acionistas. Na manhã desta sexta-feira, a ação era negociada na BMF & Bovespa por 2,14 reais, em queda de 3,16%.
“Além de fortalecer a estrutura de capital da Brascan, essa operação vai nos permitir consolidar ainda mais o nosso posicionamento como líder de mercado. Essa operação também deverá contribuir para o aumento de liquidez da nossa ação”, disse o diretor-executivo de Relações Institucionais da incorporadora, Luiz Rogélio Tolosa.
De acordo com a empresa, as novas ações também terão direitos aos dividendos, juros sobre o capital próprio, bonificações e eventuais remunerações de capital que vierem a ser anunciadas após a homologação do aumento de capital pelo conselho de administração. Os atuais acionistas terão o direito de preferência para comprar os novos papéis a partir de hoje até o dia 16 de fevereiro.
NEOSSEXUAL, O MACHÃO SOFT.
Angela Klinke16/01/2009
O metrossexual está com os dias contados. Pelo menos na preferência feminina.
"As mulheres não querem os homens dividindo o espelho com elas", diz Elisabete Lemos, responsável pela marca Axe na Unilever.
A afirmação vem de uma pesquisa encomendada pela companhia para embasar o lançamento de Axe Instinct. Foram ouvidas 2,8 mil mulheres, de 18 a 35 anos, em 14 países e a maioria delineou um novo perfil de homem já batizado de neossexual.
"Elas querem recuperar os valores antigos da masculinidade e da virilidade, mas sem abrir mão da sensibilidade. É um machão, mas não um machista, ou seja, o homem perfeito."
Para 72% das mulheres entrevistadas o desejo é por "um homem forte e determinado, que sabe o que quer, vai atrás e consegue." 75% delas afirmaram não querer compartilhar nem o hidratante, nem o shampoo, e não gostam que eles façam o mesmo procedimento cirúrgico. Do total, 60% das pesquisadas se irritam quando eles demoram mais que elas para se arrumar. Mas ressaltam que querem os moços aprumados.
Elisabete diz que a principal preocupação do público masculino entre 15 e 25 anos - target da marca- é a conquista feminina, daí a importância da pesquisa. O Axe Instinct traz um ingrediente na fragrância que tem sido ressuscitado pela perfumaria tradicional, o couro. " Existe uma tendência de componentes naturais, rudimentares e o couro traduz o conceito do homem que queremos resgatar."
Outro dado revelado pela pesquisa foi o quanto a tecnologia atrapalha os romances. "90% das entrevistadas dizem que preferem receber uma ligação a um torpedo e que os novos recursos tecnológicos deixaram os homens mais frios e distantes. Elas querem ganhar flores." O Instinct terá, assim, que transmitir calor humano também.
Angela Klinke16/01/2009
O metrossexual está com os dias contados. Pelo menos na preferência feminina.
"As mulheres não querem os homens dividindo o espelho com elas", diz Elisabete Lemos, responsável pela marca Axe na Unilever.
A afirmação vem de uma pesquisa encomendada pela companhia para embasar o lançamento de Axe Instinct. Foram ouvidas 2,8 mil mulheres, de 18 a 35 anos, em 14 países e a maioria delineou um novo perfil de homem já batizado de neossexual.
"Elas querem recuperar os valores antigos da masculinidade e da virilidade, mas sem abrir mão da sensibilidade. É um machão, mas não um machista, ou seja, o homem perfeito."
Para 72% das mulheres entrevistadas o desejo é por "um homem forte e determinado, que sabe o que quer, vai atrás e consegue." 75% delas afirmaram não querer compartilhar nem o hidratante, nem o shampoo, e não gostam que eles façam o mesmo procedimento cirúrgico. Do total, 60% das pesquisadas se irritam quando eles demoram mais que elas para se arrumar. Mas ressaltam que querem os moços aprumados.
Elisabete diz que a principal preocupação do público masculino entre 15 e 25 anos - target da marca- é a conquista feminina, daí a importância da pesquisa. O Axe Instinct traz um ingrediente na fragrância que tem sido ressuscitado pela perfumaria tradicional, o couro. " Existe uma tendência de componentes naturais, rudimentares e o couro traduz o conceito do homem que queremos resgatar."
Outro dado revelado pela pesquisa foi o quanto a tecnologia atrapalha os romances. "90% das entrevistadas dizem que preferem receber uma ligação a um torpedo e que os novos recursos tecnológicos deixaram os homens mais frios e distantes. Elas querem ganhar flores." O Instinct terá, assim, que transmitir calor humano também.
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
NEGÓCIOS - ENERGIA: Fórum Mundial discutirá eficiência em construções
Data:15/01/2009 @ 10:58 Fonte: InvestNews - Redação
SÃO PAULO, 15 de janeiro de 2009 -
Mais de 70 empresas envolvidas no ramo de construção civil e em obras públicas verdes se reunirão no Fórum Mundial de Energia do Futuro que ocorre de 19 a 21 de janeiro em Abu Dhabi, capital dos Emirados Árabes Unidos. "Precisamos pensar em uma abordagem para a eficiência energética, a construção de sistemas de gestão e de energias renováveis.", declara Pooran Desai, diretor e fundador do grupo inglês Quintain.
O Fórum irá fornecer às construtoras detalhes necessários para a adaptação ao Estidama (que significa sustentabilidade em árabe) - programa de sustentabilidade criado para os edifícios e comunidades dos Emirados Árabes Unidos - e a questão mostra-se importante à medida em que cresce a procura por edifícios verdes a longo prazo.
"As dificuldades financeiras em curto prazo estão afetando todo o desenvolvimento, não apenas o de edifícios verdes", explica o professor de arquitetura da Cardiff University Phillips Jones "A desaceleração da economia teve um impacto importante na indústria da construção. Isso pode trazer benefícios para o projeto. O abrandamento na construção pode permitir mais tempo para ser dado a assuntos relacionados à sustentabilidade. "
O Fórum Mundial de Energia do Futuro originou-se a partir da iniciativa da cidade de Abu Dhabi em lançar a plataforma Masdar, com o objetivo de procurar soluções para segurança energética, mudança climática e desenvolvimento humano sustentável. Masdar será a primeira cidade do mundo neutra em carbono e está sendo construída nos Emirados Árabes Unidos.
Para o evento, que começa dia 19, espera-se uma participação de mais de 15 mil pessoas, 300 empresas expositoras, além de 12 pavilhões de países. Outra novidade é a presença inédita do Brasil.
Data:15/01/2009 @ 10:58 Fonte: InvestNews - Redação
SÃO PAULO, 15 de janeiro de 2009 -
Mais de 70 empresas envolvidas no ramo de construção civil e em obras públicas verdes se reunirão no Fórum Mundial de Energia do Futuro que ocorre de 19 a 21 de janeiro em Abu Dhabi, capital dos Emirados Árabes Unidos. "Precisamos pensar em uma abordagem para a eficiência energética, a construção de sistemas de gestão e de energias renováveis.", declara Pooran Desai, diretor e fundador do grupo inglês Quintain.
O Fórum irá fornecer às construtoras detalhes necessários para a adaptação ao Estidama (que significa sustentabilidade em árabe) - programa de sustentabilidade criado para os edifícios e comunidades dos Emirados Árabes Unidos - e a questão mostra-se importante à medida em que cresce a procura por edifícios verdes a longo prazo.
"As dificuldades financeiras em curto prazo estão afetando todo o desenvolvimento, não apenas o de edifícios verdes", explica o professor de arquitetura da Cardiff University Phillips Jones "A desaceleração da economia teve um impacto importante na indústria da construção. Isso pode trazer benefícios para o projeto. O abrandamento na construção pode permitir mais tempo para ser dado a assuntos relacionados à sustentabilidade. "
O Fórum Mundial de Energia do Futuro originou-se a partir da iniciativa da cidade de Abu Dhabi em lançar a plataforma Masdar, com o objetivo de procurar soluções para segurança energética, mudança climática e desenvolvimento humano sustentável. Masdar será a primeira cidade do mundo neutra em carbono e está sendo construída nos Emirados Árabes Unidos.
Para o evento, que começa dia 19, espera-se uma participação de mais de 15 mil pessoas, 300 empresas expositoras, além de 12 pavilhões de países. Outra novidade é a presença inédita do Brasil.
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
ABYARA. VENDA. BOVESPA. CORRETORES. BATE-PAPO.
ABYARA SERÁ VENDIDA PARA GRUPO ESTRANGEIRO. ISSO É BOM? (BOV:ABYA3)
carlos9981 - 13/Jan/2009 14:23
Abyara será vendida para grupo estrangeiroInformações dão conta de que seria anunciada a venda do controle acionário da Abyara até o fim de janeiro ou 1a quinzena de fevereiro.A informação é muito confiável, a questão é:Vocês acham que isso faria as ações da Abyara subir? Estou na dúvida se compro ou não.Me ajudem, pode ser uma grande oportunidade!
1 de 19 - carlos9981 - 13/Jan/2009 14:29 - antes q alguém pergunte essa informação veio de um amigo q trabalha no jurídico da empresa. up neste tópico!!!
2 de 19 - panqueca - 13/Jan/2009 14:32 QUAL A FONTE?
3 de 19 - carlos9981 - 13/Jan/2009 14:33 - então foi um amigo q trabalha lá. Ele disse q tá certo.
4 de 19 - patinho - 13/Jan/2009 14:39 - claro q vai subir mico q nao bombou vou comprar 100k desta bosta e socar tudo nos 4,00
5 de 19 - panqueca - 13/Jan/2009 14:41 Se a informação é verdadeira, não tenha dúvida. Vai bombar
6 de 19 - carlos9981 - 13/Jan/2009 14:43 Era isso q eu queria saber. Eu não manjo de bolsa de valores mas tava querendo aproveitar essa oportunidade. Acho q vou colocar tudo q posso nisso.
7 de 19 - paulorizzi - 13/Jan/2009 14:54 O valor de mercado, da empresa, (supondo o valor corrente de R$ 1,84/ação) é de R$ 96,6 milhões. O lucro acumulado nos 3 primeiros trimestres de 2008 é de R$ 146 milhões. A lei brasileira obriga o pagamento de um mínimo de 25% do lucro em proventos, o que até o presente momento daria R$ 36,5 milhões. Isto é mais do que um terço do valor de mercado, ou seja, aproximadamente R$ 0,70 por ação.Como não sou do ramo, não sei qual o arsenal de "jogadas" contábeis à disposição da empresa para fazer "desaparecer" este alto lucro (decorrente quase todo da venda da corretora). Se, entretanto, a empresa não fizer alguma jogada, os dividendos deverão ser substancias. Pelo sim, pelo não (mas desconfiado) andei comprando algumas ações.Abs.
8 de 19 - carlos9981 - 13/Jan/2009 14:58 caracas! além da possível super valorização a gente ainda receberia dividendos?? Quando seria esse pagamento?? Obrigado!
9 de 19 - paulorizzi - 13/Jan/2009 15:13 entre 20 e 30 de abril.
10 de 19 - castor velvet - 13/Jan/2009 15:27 Olha, sem citação da fonte, pode-se supor que seja uma manipulação. Qualquer um pode dizer que, por exemplo, a Positivo será comprada e que veio de fontes seguras.Informações como essa fizeram que o papel variasse 100%, gerando enormes lucros a especuladores e enormes perdas a investidores inexperientes.Por gentileza, discrimine a fonte, a origem da informação, com o conteúdo na íntegra.Caso essa informação, realmente, seja verdadeira.E, bons negócios.
11 de 19 - carlos9981 - 13/Jan/2009 15:31 Cara,Desculpa mas não posso dar detalhes, mas como não entendo mto do mercado só queria a opniao se caso fosse verdadeira se seria um bom investimento ou não. Na verdade ninguém precisa acreditar.De qqer forma obrigado e abcs!
12 de 19 - fofoca - 13/Jan/2009 16:24 saiu no Relatório Reservado uns 3 dias atrás. O nome do fundo é Paladin, o mesmo q comprou a INPAR.
13 de 19 - adrimed - 13/Jan/2009 18:47 Se romper estes 2.00 dá uma bombada! Espanhois na parada!
14 de 19 - rpreti2 - 13/Jan/2009 21:36 sendo vendida ou não, deve subir pra 2,50 - 3,00 em poucos dias
15 de 19 - alexandrebraga - 13/Jan/2009 21:42 Colega, essas histórias sem fundamentos não pegam mais ninguém.Não adianta ficar criando nicks falsos, vou comprar, vou comprar, etc.Se você tivesse alguma informação boa duvido que iria divulgar para alguém.Caia na real, isso aqui é $, não caridade.
16 de 19 - Vilmair - 13/Jan/2009 22:01 Acho que qualquer um aqui é inteligente o sufiente para saber que informações como esta não são entregues de bandeja. A possibilidade de ser verdade até existe mas ninguém com o mínimo de sensatez compraria este ativo baseando-se apenas nesta informação!
17 de 19 - jparthur - 13/Jan/2009 23:12 Nao sei se vai ou não ser vendido aos espanhois. Realmente este tipo de informações não são divulgados desta forma.Olhando agora de perto, o VPA dela é 6,54 e o valor atual representa somente 30% do valor. Deve normalmente subir até talvez 2,50.So sei que com esta açao da fazer um joguinho legal. Compre a 1,70, revende a 1,90 e, poucos dias, da para ganhar um pouco sem riscos nenhum.
18 de 19 - SuperTuba - 14/Jan/2009 09:57
13/01) - ABYARA PLANEJAMENTO IMOBILIARIO S. 30/09/2008 LSResumo dos Dados Consolidados RecebidosR$ Mil Legislacao SocietariaDescricao Notas
Nome de Pregao ABYARA
( 1 )Periodo 9MData Encerramento 30/09/2008
Patrimonio Liquido 332.903
Receita Liquida 227.089
Resultado Bruto 84.530
Receita (Despesa) Financeira Liquida (27.423)
Resultado da Equivalencia Patrimonial
Resultado Operacional 4.221
Lucro (Prejuizo) Liquido 144.108
Numero de Acoes, Ex-Tesouraria ( Mil ) 50.852
Lucro (Prejuizo) por Acao - LPA 2,83387
Valor Patrimonial da Acao - VPA 6,54651
Notas(1) Reapresentacao.
19 de 19 - tomise - 14/Jan/2009 11:01 Análise Técnica
carlos9981 - 13/Jan/2009 14:23
Abyara será vendida para grupo estrangeiroInformações dão conta de que seria anunciada a venda do controle acionário da Abyara até o fim de janeiro ou 1a quinzena de fevereiro.A informação é muito confiável, a questão é:Vocês acham que isso faria as ações da Abyara subir? Estou na dúvida se compro ou não.Me ajudem, pode ser uma grande oportunidade!
1 de 19 - carlos9981 - 13/Jan/2009 14:29 - antes q alguém pergunte essa informação veio de um amigo q trabalha no jurídico da empresa. up neste tópico!!!
2 de 19 - panqueca - 13/Jan/2009 14:32 QUAL A FONTE?
3 de 19 - carlos9981 - 13/Jan/2009 14:33 - então foi um amigo q trabalha lá. Ele disse q tá certo.
4 de 19 - patinho - 13/Jan/2009 14:39 - claro q vai subir mico q nao bombou vou comprar 100k desta bosta e socar tudo nos 4,00
5 de 19 - panqueca - 13/Jan/2009 14:41 Se a informação é verdadeira, não tenha dúvida. Vai bombar
6 de 19 - carlos9981 - 13/Jan/2009 14:43 Era isso q eu queria saber. Eu não manjo de bolsa de valores mas tava querendo aproveitar essa oportunidade. Acho q vou colocar tudo q posso nisso.
7 de 19 - paulorizzi - 13/Jan/2009 14:54 O valor de mercado, da empresa, (supondo o valor corrente de R$ 1,84/ação) é de R$ 96,6 milhões. O lucro acumulado nos 3 primeiros trimestres de 2008 é de R$ 146 milhões. A lei brasileira obriga o pagamento de um mínimo de 25% do lucro em proventos, o que até o presente momento daria R$ 36,5 milhões. Isto é mais do que um terço do valor de mercado, ou seja, aproximadamente R$ 0,70 por ação.Como não sou do ramo, não sei qual o arsenal de "jogadas" contábeis à disposição da empresa para fazer "desaparecer" este alto lucro (decorrente quase todo da venda da corretora). Se, entretanto, a empresa não fizer alguma jogada, os dividendos deverão ser substancias. Pelo sim, pelo não (mas desconfiado) andei comprando algumas ações.Abs.
8 de 19 - carlos9981 - 13/Jan/2009 14:58 caracas! além da possível super valorização a gente ainda receberia dividendos?? Quando seria esse pagamento?? Obrigado!
9 de 19 - paulorizzi - 13/Jan/2009 15:13 entre 20 e 30 de abril.
10 de 19 - castor velvet - 13/Jan/2009 15:27 Olha, sem citação da fonte, pode-se supor que seja uma manipulação. Qualquer um pode dizer que, por exemplo, a Positivo será comprada e que veio de fontes seguras.Informações como essa fizeram que o papel variasse 100%, gerando enormes lucros a especuladores e enormes perdas a investidores inexperientes.Por gentileza, discrimine a fonte, a origem da informação, com o conteúdo na íntegra.Caso essa informação, realmente, seja verdadeira.E, bons negócios.
11 de 19 - carlos9981 - 13/Jan/2009 15:31 Cara,Desculpa mas não posso dar detalhes, mas como não entendo mto do mercado só queria a opniao se caso fosse verdadeira se seria um bom investimento ou não. Na verdade ninguém precisa acreditar.De qqer forma obrigado e abcs!
12 de 19 - fofoca - 13/Jan/2009 16:24 saiu no Relatório Reservado uns 3 dias atrás. O nome do fundo é Paladin, o mesmo q comprou a INPAR.
13 de 19 - adrimed - 13/Jan/2009 18:47 Se romper estes 2.00 dá uma bombada! Espanhois na parada!
14 de 19 - rpreti2 - 13/Jan/2009 21:36 sendo vendida ou não, deve subir pra 2,50 - 3,00 em poucos dias
15 de 19 - alexandrebraga - 13/Jan/2009 21:42 Colega, essas histórias sem fundamentos não pegam mais ninguém.Não adianta ficar criando nicks falsos, vou comprar, vou comprar, etc.Se você tivesse alguma informação boa duvido que iria divulgar para alguém.Caia na real, isso aqui é $, não caridade.
16 de 19 - Vilmair - 13/Jan/2009 22:01 Acho que qualquer um aqui é inteligente o sufiente para saber que informações como esta não são entregues de bandeja. A possibilidade de ser verdade até existe mas ninguém com o mínimo de sensatez compraria este ativo baseando-se apenas nesta informação!
17 de 19 - jparthur - 13/Jan/2009 23:12 Nao sei se vai ou não ser vendido aos espanhois. Realmente este tipo de informações não são divulgados desta forma.Olhando agora de perto, o VPA dela é 6,54 e o valor atual representa somente 30% do valor. Deve normalmente subir até talvez 2,50.So sei que com esta açao da fazer um joguinho legal. Compre a 1,70, revende a 1,90 e, poucos dias, da para ganhar um pouco sem riscos nenhum.
18 de 19 - SuperTuba - 14/Jan/2009 09:57
13/01) - ABYARA PLANEJAMENTO IMOBILIARIO S. 30/09/2008 LSResumo dos Dados Consolidados RecebidosR$ Mil Legislacao SocietariaDescricao Notas
Nome de Pregao ABYARA
( 1 )Periodo 9MData Encerramento 30/09/2008
Patrimonio Liquido 332.903
Receita Liquida 227.089
Resultado Bruto 84.530
Receita (Despesa) Financeira Liquida (27.423)
Resultado da Equivalencia Patrimonial
Resultado Operacional 4.221
Lucro (Prejuizo) Liquido 144.108
Numero de Acoes, Ex-Tesouraria ( Mil ) 50.852
Lucro (Prejuizo) por Acao - LPA 2,83387
Valor Patrimonial da Acao - VPA 6,54651
Notas(1) Reapresentacao.
19 de 19 - tomise - 14/Jan/2009 11:01 Análise Técnica
14/1/2009 - Investidores em imóveis vêem Brasil como 2º mercado mais atraente
Fonte: BBC Brasil Pesquisa indica predisposição maior por investimentos em 2009
Uma pesquisa feita entre membros de uma associação americana de investidores estrangeiros em imóveis indica o Brasil como o segundo destino mais atraente para seus investimentos em 2009. Segundo a pesquisa da Associação de Investidores Estrangeiros em Imóveis (Afire, na sigla em inglês), 16% dos seus membros consideram o Brasil como o país que oferece a melhor oportunidade para apreciação de capital. O Brasil subiu dez postos no ranking em relação à mesma pesquisa realizada no ano anterior, desbancando a China do segundo posto de mercado mais atraente para os investimentos em imóveis.
Com a crise de crédito que derrubou os preços dos imóveis, os Estados Unidos permanecem como o destino prioritário dos investimentos estrangeiros em imóveis, com 37% das preferências dos membros da Afire. A Grã-Bretanha, outro país cujo mercado imobiliário vem sofrendo com a crise econômica, pulou do nono para o quarto lugar na preferência dos investidores. A Índia, que no ano passado era o terceiro destino preferencial dos investimentos em imóveis, caiu para quinto neste ano.
Fonte: BBC Brasil Pesquisa indica predisposição maior por investimentos em 2009
Uma pesquisa feita entre membros de uma associação americana de investidores estrangeiros em imóveis indica o Brasil como o segundo destino mais atraente para seus investimentos em 2009. Segundo a pesquisa da Associação de Investidores Estrangeiros em Imóveis (Afire, na sigla em inglês), 16% dos seus membros consideram o Brasil como o país que oferece a melhor oportunidade para apreciação de capital. O Brasil subiu dez postos no ranking em relação à mesma pesquisa realizada no ano anterior, desbancando a China do segundo posto de mercado mais atraente para os investimentos em imóveis.
Com a crise de crédito que derrubou os preços dos imóveis, os Estados Unidos permanecem como o destino prioritário dos investimentos estrangeiros em imóveis, com 37% das preferências dos membros da Afire. A Grã-Bretanha, outro país cujo mercado imobiliário vem sofrendo com a crise econômica, pulou do nono para o quarto lugar na preferência dos investidores. A Índia, que no ano passado era o terceiro destino preferencial dos investimentos em imóveis, caiu para quinto neste ano.
Ações do Citi despencam mais de 20% com temor de investidores
Valor Online14/01/2009 17:01
SÃO PAULO - As ações do Citigroup despencam mais de 20% nesta tarde em Nova York, após o Wall Street Journal noticiar que a instituição deve se desfazer de boa parte de suas unidades, focando suas operações no mercado de varejo tradicional em alguns países selecionados e na área de atacado, atendendo grandes corporações.
A revelação, não confirmada oficialmente, vem em conjunto com o anúncio da formação de uma joint venture com o Morgan Stanley para o segmento de corretagem e gestão de recursos. A nova empresa se chamará Morgan Stanley Smith Barney.
Os agentes temem que tais decisões estejam sendo tomadas menos por motivos estratégicos e mais por necessidade de levantar capital para voltar a operar normalmente. O balanço referente ao quarto trimestre, que seria divulgado no dia 22, foi antecipado para amanhã, antes da abertura dos mercados em Nova York. A previsão é de forte prejuízo.
Com o temor dos investidores sobre a saúde financeira do gigante bancário, o spread do Credit-Default Swap (CDS) - uma espécie de seguro de crédito - do Citi saltou para 400 pontos base, o maior desde que o governo dos EUA lançou mão de um pacote para salvar o banco em novembro passado.
(Valor Online, com agências internacionais)
Valor Online14/01/2009 17:01
SÃO PAULO - As ações do Citigroup despencam mais de 20% nesta tarde em Nova York, após o Wall Street Journal noticiar que a instituição deve se desfazer de boa parte de suas unidades, focando suas operações no mercado de varejo tradicional em alguns países selecionados e na área de atacado, atendendo grandes corporações.
A revelação, não confirmada oficialmente, vem em conjunto com o anúncio da formação de uma joint venture com o Morgan Stanley para o segmento de corretagem e gestão de recursos. A nova empresa se chamará Morgan Stanley Smith Barney.
Os agentes temem que tais decisões estejam sendo tomadas menos por motivos estratégicos e mais por necessidade de levantar capital para voltar a operar normalmente. O balanço referente ao quarto trimestre, que seria divulgado no dia 22, foi antecipado para amanhã, antes da abertura dos mercados em Nova York. A previsão é de forte prejuízo.
Com o temor dos investidores sobre a saúde financeira do gigante bancário, o spread do Credit-Default Swap (CDS) - uma espécie de seguro de crédito - do Citi saltou para 400 pontos base, o maior desde que o governo dos EUA lançou mão de um pacote para salvar o banco em novembro passado.
(Valor Online, com agências internacionais)
Citigroup e Morgan Stanley confirmam fusão
Após o fechamento dos pregões de ontem (13/01), rumores quanto à fusão das duas instituições financeiras Citigroup e Morgan Stanley foram confirmados. O processo faz parte de uma grande reestruturação do Citigroup, onde pretende separar suas atividades internas em duas principais partes: uma voltada para grandes clientes e outra para varejo, além de cortar várias linhas de serviços que o banco considera dispensáveis.
O primeiro passo será a criação de uma joint-venture chamada Morgan Stanley Smith Barney, resultado da fusão das atividades de corretagem dos dois bancos que terá conclusão durante o penúltimo trimestre deste ano. Isto criará a maior corretora dos Estados Unidos (ultrapassando o Bank of America, com atuais 16.000 corretores), contará com 20 mil assessores e US$ 1,7 trilhão de ativos em carteiras.
O acordo define que Morgan Stanley controlará 51% do capital da sociedade com o pagamento de US$ 2,7 bilhões ao Citigroup. Receio quanto aos números do balanço que serão divulgados pelo Citigroup dia 22 de janeiro ainda ronda os mercados. Estimativas relatam prejuízos de até US$ 10 bilhões no quarto trimestre de 2008, contra R$4 bilhões das primeiras previsões.
Após o fechamento dos pregões de ontem (13/01), rumores quanto à fusão das duas instituições financeiras Citigroup e Morgan Stanley foram confirmados. O processo faz parte de uma grande reestruturação do Citigroup, onde pretende separar suas atividades internas em duas principais partes: uma voltada para grandes clientes e outra para varejo, além de cortar várias linhas de serviços que o banco considera dispensáveis.
O primeiro passo será a criação de uma joint-venture chamada Morgan Stanley Smith Barney, resultado da fusão das atividades de corretagem dos dois bancos que terá conclusão durante o penúltimo trimestre deste ano. Isto criará a maior corretora dos Estados Unidos (ultrapassando o Bank of America, com atuais 16.000 corretores), contará com 20 mil assessores e US$ 1,7 trilhão de ativos em carteiras.
O acordo define que Morgan Stanley controlará 51% do capital da sociedade com o pagamento de US$ 2,7 bilhões ao Citigroup. Receio quanto aos números do balanço que serão divulgados pelo Citigroup dia 22 de janeiro ainda ronda os mercados. Estimativas relatam prejuízos de até US$ 10 bilhões no quarto trimestre de 2008, contra R$4 bilhões das primeiras previsões.
Governo estuda redução de juro para casa própria
Qua, 14 Jan, 08h29
O Ministério das Cidades sugeriu à equipe econômica que o pacote de estímulo à construção civil, a ser definido ainda este mês, contemple o corte dos juros nos financiamentos da casa própria para famílias com renda de até R$ 2 mil mensais. Hoje, o custo dessas linhas de financiamento é a variação da Taxa Referencial (TR) mais 5% ao ano. A proposta é reduzir a 4%.
Outra sugestão de medida de aplicação imediata é o aporte adicional de R$ 900 milhões em recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para subsídios nos empréstimos habitacionais a famílias com renda de até cinco salários mínimos. Atualmente, a previsão desses gastos em 2009 é R$ 1,6 bilhão.
Uma terceira proposta é a implantação imediata do fundo garantidor dos financiamentos habitacionais. Esse fundo, a ser formado inicialmente com um aporte de recursos do Tesouro, funcionará como uma espécie de avalista do mutuário com renda de R$ 600 a R$ 2 mil. Assim, os bancos podem cobrar juros mais baixos, pois o risco da operação fica menor.
Todas essas propostas fazem parte do Plano Nacional de Habitação (Planhab) elaborado pelo Ministério das Cidades. A secretária nacional de Habitação, Inês Magalhães, disse que parte das medidas do Planhab integrará o conjunto de medidas anticrise. Ela, porém, não informou quais. "Estamos analisando", disse Inês. "Há propostas que defendemos que sejam adotadas no curto prazo, mas essa ainda é uma questão em aberto."
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Qua, 14 Jan, 08h29
O Ministério das Cidades sugeriu à equipe econômica que o pacote de estímulo à construção civil, a ser definido ainda este mês, contemple o corte dos juros nos financiamentos da casa própria para famílias com renda de até R$ 2 mil mensais. Hoje, o custo dessas linhas de financiamento é a variação da Taxa Referencial (TR) mais 5% ao ano. A proposta é reduzir a 4%.
Outra sugestão de medida de aplicação imediata é o aporte adicional de R$ 900 milhões em recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para subsídios nos empréstimos habitacionais a famílias com renda de até cinco salários mínimos. Atualmente, a previsão desses gastos em 2009 é R$ 1,6 bilhão.
Uma terceira proposta é a implantação imediata do fundo garantidor dos financiamentos habitacionais. Esse fundo, a ser formado inicialmente com um aporte de recursos do Tesouro, funcionará como uma espécie de avalista do mutuário com renda de R$ 600 a R$ 2 mil. Assim, os bancos podem cobrar juros mais baixos, pois o risco da operação fica menor.
Todas essas propostas fazem parte do Plano Nacional de Habitação (Planhab) elaborado pelo Ministério das Cidades. A secretária nacional de Habitação, Inês Magalhães, disse que parte das medidas do Planhab integrará o conjunto de medidas anticrise. Ela, porém, não informou quais. "Estamos analisando", disse Inês. "Há propostas que defendemos que sejam adotadas no curto prazo, mas essa ainda é uma questão em aberto."
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
CONSTRUÇÃO: Varejistas mantêm plano de expansão
13/01/2009 @ 08:44
InvestNews – Redação
SÃO PAULO, 13 de janeiro de 2009 - Embora os efeitos da crise financeira mundial tenham afetado principalmente a cadeia produtiva da construção, as grandes redes de varejo de material fazem um balanço positivo de 2008 e mantêm a previsão de crescimento em 2009.
"O panorama atual ainda é de incertezas. A grande pergunta sobre a atual crise é com que velocidade o esforço mundial conseguirá superá-la. No entanto, para que o impacto seja menor, é preciso que governo, empresários e a sociedade em geral se unam neste esforço e cada um faça a sua parte", acredita o direto-geral da Telhanorte, Fernando de Castro.
Para ele, é necessário que a indústria e o comércio mantenham o nível de emprego, assim os consumidores podem continuar comprando. Além disso, o governo, por sua vez, deve fazer uma boa gestão, seja no controle de gastos, na manutenção dos investimentos ou nas linhas de crédito. ´Se tudo isso ocorrer e for bem gerido por todos, o impacto da crise pode ser menor", disse.
No mesmo sentido, o presidente da Dicico, Dimitrios Markakis, conta que desde de o ínicio do agravamento da crise, em meados de setembro, a rede promoveu ações com ênfase em manter a confiança do consumidor, oferecendo crédito e negociando com a indústria para não repassar aumentos de preços aos clientes.
No entanto, a crise fez a Dicico traçar dois planos diferentes de expansão para 2009, que será executado conforme o desempenho do mercado. "A Dicico vai continuar investimento na expansão, entretanto, temos dois planos que serão executados conforme o desempenho do mercado. No plano mais moderado, planejamos abrir 10 novos home-centers no Estado de São Paulo. Já o projeto mais otimista, além dos 10 home-centers, contempla a abertura de outras 10 unidades no nosso formato de lojas menores", afirma Markakis.
Voltada para a classe A e B, a C&C Casa e Construção não revela os planos para 2009. Em 2008, investiu R$ 18 milhões na abertura de uma loja em Duque de Caxias (RJ). Um ano antes a companhia havia inaugurado uma unidade e reinaugurado outras duas, todas no Estado de São Paulo.
(Vanessa Stecanella - InvestNews)
13/01/2009 @ 08:44
InvestNews – Redação
SÃO PAULO, 13 de janeiro de 2009 - Embora os efeitos da crise financeira mundial tenham afetado principalmente a cadeia produtiva da construção, as grandes redes de varejo de material fazem um balanço positivo de 2008 e mantêm a previsão de crescimento em 2009.
"O panorama atual ainda é de incertezas. A grande pergunta sobre a atual crise é com que velocidade o esforço mundial conseguirá superá-la. No entanto, para que o impacto seja menor, é preciso que governo, empresários e a sociedade em geral se unam neste esforço e cada um faça a sua parte", acredita o direto-geral da Telhanorte, Fernando de Castro.
Para ele, é necessário que a indústria e o comércio mantenham o nível de emprego, assim os consumidores podem continuar comprando. Além disso, o governo, por sua vez, deve fazer uma boa gestão, seja no controle de gastos, na manutenção dos investimentos ou nas linhas de crédito. ´Se tudo isso ocorrer e for bem gerido por todos, o impacto da crise pode ser menor", disse.
No mesmo sentido, o presidente da Dicico, Dimitrios Markakis, conta que desde de o ínicio do agravamento da crise, em meados de setembro, a rede promoveu ações com ênfase em manter a confiança do consumidor, oferecendo crédito e negociando com a indústria para não repassar aumentos de preços aos clientes.
No entanto, a crise fez a Dicico traçar dois planos diferentes de expansão para 2009, que será executado conforme o desempenho do mercado. "A Dicico vai continuar investimento na expansão, entretanto, temos dois planos que serão executados conforme o desempenho do mercado. No plano mais moderado, planejamos abrir 10 novos home-centers no Estado de São Paulo. Já o projeto mais otimista, além dos 10 home-centers, contempla a abertura de outras 10 unidades no nosso formato de lojas menores", afirma Markakis.
Voltada para a classe A e B, a C&C Casa e Construção não revela os planos para 2009. Em 2008, investiu R$ 18 milhões na abertura de uma loja em Duque de Caxias (RJ). Um ano antes a companhia havia inaugurado uma unidade e reinaugurado outras duas, todas no Estado de São Paulo.
(Vanessa Stecanella - InvestNews)
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Cyrela Brazil Realty's Elie Horn: 'My Strategy Now Is to Stay Quiet
Published: December 18, 2008 in Knowledge@Wharton
Cyrela Brazil Realty is Brazil's largest developer of residential properties. It currently operates in 17 states and 55 cities in Brazil, and also in Argentina. Elie Horn is chairman of Cyrela's board of directors and chief executive officer. He has served in both capacities since the incorporation of Brazil Realty in 1994. Horn is also founding partner and has been president of Cyrela since 1978.
These are volatile times for Brazilian real estate, which mirrors the situation in most countries. But Horn explains that Brazil doesn't have the deep-rooted problems of the U.S. market. It's just a matter of lying low for some time until confidence returns, he suggests in an interview with Knowledge@Wharton.
An edited transcript of the interview appears below:
Knowledge@Wharton: What is your view of the world's financial crisis and its impact on Brazil?
Elie Horn: Brazil is not an island. In a globalized world, everybody pays the price, and Brazil is paying the price, too. The feeling is that, at a certain point, we are in a crazy world -- and the game changed too quickly. The truth becomes a lie, and the lie becomes a truth. If you do not adapt, you will either go mad or bankrupt.
It is a new game. The new game is exactly the opposite of what it was six months ago. We are trying to adapt because we have no choice. But it is a crazy world at the same time....
Knowledge@Wharton: What has been the effect on Brazilian real estate?
Horn: Well, real estate is something that people buy when they can, when they have some money to invest, when they are not nervous about tomorrow. With the global financial crisis, everybody is nervous about tomorrow, so it is not the best time for real estate. We hope and think that this nervousness will quiet itself very quickly. At a certain point, real estate is a harbor. It is not a speculative business. In Brazil, people buy apartments to live in, not speculate. So if everything else goes bad in the financial sector, at least the real estate will be theirs. It will not fly away. [But] 15 or 20 years ago, real estate was [made] the scapegoat of the financial crisis. It could happen like that again.
Knowledge@Wharton: In the U.S. it was real estate and subprime lending.
Horn: We do not have subprime [lending] in Brazil. No over-credit; real estate in Brazil is about 2% to 5% of GDP; in the U.S. it is 80% to 90%. We are far from subprime.
Knowledge@Wharton: Nonetheless, there are some liquidity issues in Brazil, especially in the banking sector. What effect will that have on real estate?
Horn: We work in a world where banks are important to the mainstream. Suddenly, the banks have not been working for some time, so it affects everyone's future plans. Then you become quiet and you stay quiet till things happen. This is what is happening here, happening in the whole world. You stay quiet, you wait. The best thing is to do nothing, if you can.
Knowledge@Wharton: So is your strategy for the time being to just wait it out?
Horn: My strategy now is to stay quiet, not to profit from the crisis, to wait and then decide in a calmer situation.
Knowledge@Wharton: Some people say when the market comes down so dramatically, it offers good buying opportunities.
Horn: My history is to make money when there is a boom, not when there is a crisis. When there is a crisis, stay quiet. We do not like to speculate. We would like to be safe. When there is a crisis, stay quiet. When there is boom, move quickly.
Knowledge@Wharton: Since you mentioned your history, could you tell us about your experience in real estate?
Horn: What is important in my history? Nothing is important.
Knowledge@Wharton: Well, the company's history, for example...
Horn: The company has existed for more than 40 years. It grew a lot when it went against the trend. The company did not securitize papers or receivables. It went according to its means. In 1994, when there was a credit crunch, instead of going to the banks, we prepaid the banks, and we worked with our own money. This allowed us to grow at a very quick pace. We have always worked with our own money. We finance clients and we work as far as we can with our own capital. We grew a lot because we did not pay any interest. We received interest while other companies paid interest, big interest. That was the difference. We do not like to follow trends. We like to think, scrutinize, and make our own trend, not be a slave to the situation.
Knowledge@Wharton: Within the real estate sector, which were the primary growth areas for your company?
Horn: Residential. We work in many residential markets. We have another company -- CCP -- [listed] on the stock market. That is for rental properties. It is a small company. In residential, we have been growing at maybe 80% to 90% a year for the past three or four years. In 2009, we will probably not have that growth. We may not have it henceforth. The growth was in low-income, middle-income and high-income. It was in the all sectors of Brazil. Of course, low-income is the category that is supposed to grow more because more people willing to buy such apartments.
Knowledge@Wharton: What about your activities in commercial real estate?
Horn: Until a few months ago, the rental business was very good. Of course, everything has slowed down so we do not know what is going to happen two months from now, especially with the banks that had problems. The banks were top tenants as they would pay the maximum price; they wanted the best locations. As after the technology bubble, things changed. I think the rental business will change. How? We do not know exactly. But again, we are used to crises. It will not be the first; it will not be the last. The important thing is to survive and then to grow again.
Knowledge@Wharton: Although you say that the market is slow, we heard that your company launched a building recently and all the space was sold in a single day.
Horn: Yes.
Knowledge@Wharton: Is that a true story?
Horn: It is a true story.
Knowledge@Wharton: How did you manage to achieve that?
Horn: I did not want to give long-term financing to the buyers. I did not want to go to the bank for a mortgage because the rates are very expensive. So I gave a proposal. We would launch the project if it could be self-financed. So we were able to sell a whole building in probably 48 hours -- average 30% cash, [the remaining] 70% in 36 months.
So the building is totally self-financed. We would like to go into this space in the future. We do not want to go any more with 10-12 years' self-financing, or go to the banks. We would like to be financed by the buyers if it is possible.
We are launching another building in the south. This one is for 10 years, not three years. The first day they sold 48% of the building. According to what I heard, [the full sale] will be finished in two-three days. But not everybody has the same story. I would like it to be this story every day.
Knowledge@Wharton: What will be your top priorities for the next two or three years?
Horn: Besides work, I do a lot for charity. So...
Knowledge@Wharton: I understand that you care very deeply for charitable projects in education. Could you tell us about that?
Horn: I am a believer in God, and I think a world without God is a poor world. So my goal is to bring God to the students. We had a lot of educational projects in a lot of universities that try to teach spiritual values. What is lacking in the world today is spiritual values. It's not only material, money, business matters... we need to go to spirituality. We try to focus on that goal. We try [harder] because we are succeeding. Other people are joining the group too. We are not alone. And this takes a lot of money. This is big charity.
Knowledge@Wharton: You have had a long career in business?
Horn: It has been more than 45 years.
Knowledge@Wharton: During your career, what is the toughest leadership challenge you have faced?
Horn: What do you mean by toughest leadership challenge?
Knowledge@Wharton: When your leadership was tested the most. How did you overcome the challenge?
Horn: My biggest challenge was to convince people that the world had changed. It is very difficult to convince people that the game has changed.
Knowledge@Wharton: Could you explain?
Horn: Yes. The position of a leader is to try and feel the situation and to try change the direction. People do not like this. You have a tough time with people changing direction; it is very difficult. People dream or they think that everything is easy, everything is stable. Things are not stable. Everything is not stable. Life changes and you need to change. Maybe the toughest thing is to make people change their way of thinking.
Knowledge@Wharton: You are absolutely right. Can you give a concrete example when you faced this situation?
Horn: A lot of times. Not just once. In this crisis it has been hard to talk to people about the situation. People do not want to see the truth. It is probably a world problem, a human problem. Truths change, business truths change, and people do not like to change their truth. That is the difficult task because you cannot change the situation and work, but you can change your way of thinking. But that is difficult.
The second point is to try to know where you are in order to know how you must behave. Besides the people, you must know where you are according to the environment and how your company should react. We have been spending four or five hours a day just to know where we are.
Knowledge@Wharton: How do you do that?
Horn: By speaking with economists, bankers, and analysts every day, and also by reading widely.
Knowledge@Wharton: One last question. How do you define success?
Horn: Success is when you make fewer mistakes than achievements.
Published: December 18, 2008 in Knowledge@Wharton
Cyrela Brazil Realty is Brazil's largest developer of residential properties. It currently operates in 17 states and 55 cities in Brazil, and also in Argentina. Elie Horn is chairman of Cyrela's board of directors and chief executive officer. He has served in both capacities since the incorporation of Brazil Realty in 1994. Horn is also founding partner and has been president of Cyrela since 1978.
These are volatile times for Brazilian real estate, which mirrors the situation in most countries. But Horn explains that Brazil doesn't have the deep-rooted problems of the U.S. market. It's just a matter of lying low for some time until confidence returns, he suggests in an interview with Knowledge@Wharton.
An edited transcript of the interview appears below:
Knowledge@Wharton: What is your view of the world's financial crisis and its impact on Brazil?
Elie Horn: Brazil is not an island. In a globalized world, everybody pays the price, and Brazil is paying the price, too. The feeling is that, at a certain point, we are in a crazy world -- and the game changed too quickly. The truth becomes a lie, and the lie becomes a truth. If you do not adapt, you will either go mad or bankrupt.
It is a new game. The new game is exactly the opposite of what it was six months ago. We are trying to adapt because we have no choice. But it is a crazy world at the same time....
Knowledge@Wharton: What has been the effect on Brazilian real estate?
Horn: Well, real estate is something that people buy when they can, when they have some money to invest, when they are not nervous about tomorrow. With the global financial crisis, everybody is nervous about tomorrow, so it is not the best time for real estate. We hope and think that this nervousness will quiet itself very quickly. At a certain point, real estate is a harbor. It is not a speculative business. In Brazil, people buy apartments to live in, not speculate. So if everything else goes bad in the financial sector, at least the real estate will be theirs. It will not fly away. [But] 15 or 20 years ago, real estate was [made] the scapegoat of the financial crisis. It could happen like that again.
Knowledge@Wharton: In the U.S. it was real estate and subprime lending.
Horn: We do not have subprime [lending] in Brazil. No over-credit; real estate in Brazil is about 2% to 5% of GDP; in the U.S. it is 80% to 90%. We are far from subprime.
Knowledge@Wharton: Nonetheless, there are some liquidity issues in Brazil, especially in the banking sector. What effect will that have on real estate?
Horn: We work in a world where banks are important to the mainstream. Suddenly, the banks have not been working for some time, so it affects everyone's future plans. Then you become quiet and you stay quiet till things happen. This is what is happening here, happening in the whole world. You stay quiet, you wait. The best thing is to do nothing, if you can.
Knowledge@Wharton: So is your strategy for the time being to just wait it out?
Horn: My strategy now is to stay quiet, not to profit from the crisis, to wait and then decide in a calmer situation.
Knowledge@Wharton: Some people say when the market comes down so dramatically, it offers good buying opportunities.
Horn: My history is to make money when there is a boom, not when there is a crisis. When there is a crisis, stay quiet. We do not like to speculate. We would like to be safe. When there is a crisis, stay quiet. When there is boom, move quickly.
Knowledge@Wharton: Since you mentioned your history, could you tell us about your experience in real estate?
Horn: What is important in my history? Nothing is important.
Knowledge@Wharton: Well, the company's history, for example...
Horn: The company has existed for more than 40 years. It grew a lot when it went against the trend. The company did not securitize papers or receivables. It went according to its means. In 1994, when there was a credit crunch, instead of going to the banks, we prepaid the banks, and we worked with our own money. This allowed us to grow at a very quick pace. We have always worked with our own money. We finance clients and we work as far as we can with our own capital. We grew a lot because we did not pay any interest. We received interest while other companies paid interest, big interest. That was the difference. We do not like to follow trends. We like to think, scrutinize, and make our own trend, not be a slave to the situation.
Knowledge@Wharton: Within the real estate sector, which were the primary growth areas for your company?
Horn: Residential. We work in many residential markets. We have another company -- CCP -- [listed] on the stock market. That is for rental properties. It is a small company. In residential, we have been growing at maybe 80% to 90% a year for the past three or four years. In 2009, we will probably not have that growth. We may not have it henceforth. The growth was in low-income, middle-income and high-income. It was in the all sectors of Brazil. Of course, low-income is the category that is supposed to grow more because more people willing to buy such apartments.
Knowledge@Wharton: What about your activities in commercial real estate?
Horn: Until a few months ago, the rental business was very good. Of course, everything has slowed down so we do not know what is going to happen two months from now, especially with the banks that had problems. The banks were top tenants as they would pay the maximum price; they wanted the best locations. As after the technology bubble, things changed. I think the rental business will change. How? We do not know exactly. But again, we are used to crises. It will not be the first; it will not be the last. The important thing is to survive and then to grow again.
Knowledge@Wharton: Although you say that the market is slow, we heard that your company launched a building recently and all the space was sold in a single day.
Horn: Yes.
Knowledge@Wharton: Is that a true story?
Horn: It is a true story.
Knowledge@Wharton: How did you manage to achieve that?
Horn: I did not want to give long-term financing to the buyers. I did not want to go to the bank for a mortgage because the rates are very expensive. So I gave a proposal. We would launch the project if it could be self-financed. So we were able to sell a whole building in probably 48 hours -- average 30% cash, [the remaining] 70% in 36 months.
So the building is totally self-financed. We would like to go into this space in the future. We do not want to go any more with 10-12 years' self-financing, or go to the banks. We would like to be financed by the buyers if it is possible.
We are launching another building in the south. This one is for 10 years, not three years. The first day they sold 48% of the building. According to what I heard, [the full sale] will be finished in two-three days. But not everybody has the same story. I would like it to be this story every day.
Knowledge@Wharton: What will be your top priorities for the next two or three years?
Horn: Besides work, I do a lot for charity. So...
Knowledge@Wharton: I understand that you care very deeply for charitable projects in education. Could you tell us about that?
Horn: I am a believer in God, and I think a world without God is a poor world. So my goal is to bring God to the students. We had a lot of educational projects in a lot of universities that try to teach spiritual values. What is lacking in the world today is spiritual values. It's not only material, money, business matters... we need to go to spirituality. We try to focus on that goal. We try [harder] because we are succeeding. Other people are joining the group too. We are not alone. And this takes a lot of money. This is big charity.
Knowledge@Wharton: You have had a long career in business?
Horn: It has been more than 45 years.
Knowledge@Wharton: During your career, what is the toughest leadership challenge you have faced?
Horn: What do you mean by toughest leadership challenge?
Knowledge@Wharton: When your leadership was tested the most. How did you overcome the challenge?
Horn: My biggest challenge was to convince people that the world had changed. It is very difficult to convince people that the game has changed.
Knowledge@Wharton: Could you explain?
Horn: Yes. The position of a leader is to try and feel the situation and to try change the direction. People do not like this. You have a tough time with people changing direction; it is very difficult. People dream or they think that everything is easy, everything is stable. Things are not stable. Everything is not stable. Life changes and you need to change. Maybe the toughest thing is to make people change their way of thinking.
Knowledge@Wharton: You are absolutely right. Can you give a concrete example when you faced this situation?
Horn: A lot of times. Not just once. In this crisis it has been hard to talk to people about the situation. People do not want to see the truth. It is probably a world problem, a human problem. Truths change, business truths change, and people do not like to change their truth. That is the difficult task because you cannot change the situation and work, but you can change your way of thinking. But that is difficult.
The second point is to try to know where you are in order to know how you must behave. Besides the people, you must know where you are according to the environment and how your company should react. We have been spending four or five hours a day just to know where we are.
Knowledge@Wharton: How do you do that?
Horn: By speaking with economists, bankers, and analysts every day, and also by reading widely.
Knowledge@Wharton: One last question. How do you define success?
Horn: Success is when you make fewer mistakes than achievements.
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