IMÓVEIS - DESAVENÇAS
IstoÉ Dinheiro nº 624 - 23.09.09 - João Dória Jr.
O frenesi voltou ao mercado imobiliário. Só que entre as grandes empresas do setor o clima não está tão bom assim. O relacionamento entre o Amazon Group Real Estate (AGRE), do espanhol Enrique Bañuelos, e a Cyrela, do empresário Eli Horn, está estremecido.
O Agre quer comprar os 11% de participação que a Cyrela possui no grupo. Essa, por sua vez, até se mostrou disposta a vender, mas por um valor muito superior àquele estimado pelo investidor espanhol.
O clima azedou e agora nenhuma das duas parte pode ouvir falar da outra. E pior: o conflito pode crescer.
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Bradesco tem nova linha para crédito imobiliário
Extra, Max Leone, 25/set
O Bradesco passa a oferecer, a partir de hoje, uma nova modalidade de financiamento para imóveis com valor abaixo de R$ 120 mil. O banco vai trabalhar com uma taxa dupla: de 7,80% ao ano para os primeiros 36 meses e de 9,50% anuais até o fim do prazo, que pode chegar a 30 anos (360 meses). O banco emprestará o valor equivalente a 80% do imóvel.
- A iniciativa de aplicar taxas de juros menores nos três primeiros anos é muito apropriada. É o período de maior aperto no orçamento, quando é preciso arcar com os custos da mudança e das adaptações - avaliou Gilberto Braga, professor de economia do Ibmec-RJ.
Segundo cálculos de Anderson Amorim, da Exato Assessoria Contábil, ao financiar R$ 80mil, em 240 meses, por exemplo, o valor da primeira prestação até a 36ª parcela será de R$ 659,23. A partir daí, subirá para R$ 736,13. O valor total a ser pago no financiamento com juros ficará em R$ 173.902,80.
O banco anunciou que reduziu a taxa de juros cobrada nos financiamentos de patamares maiores. Para imóveis avaliados de R$ 120 mil a R$ 500 mil, os juros caíram de 10,90% para 10,50% ao ano. Os que valem mais de R$ 500 mil tiveram a taxa reduzida de 11,90% para 11,50% ao ano.
Extra, Max Leone, 25/set
O Bradesco passa a oferecer, a partir de hoje, uma nova modalidade de financiamento para imóveis com valor abaixo de R$ 120 mil. O banco vai trabalhar com uma taxa dupla: de 7,80% ao ano para os primeiros 36 meses e de 9,50% anuais até o fim do prazo, que pode chegar a 30 anos (360 meses). O banco emprestará o valor equivalente a 80% do imóvel.
- A iniciativa de aplicar taxas de juros menores nos três primeiros anos é muito apropriada. É o período de maior aperto no orçamento, quando é preciso arcar com os custos da mudança e das adaptações - avaliou Gilberto Braga, professor de economia do Ibmec-RJ.
Segundo cálculos de Anderson Amorim, da Exato Assessoria Contábil, ao financiar R$ 80mil, em 240 meses, por exemplo, o valor da primeira prestação até a 36ª parcela será de R$ 659,23. A partir daí, subirá para R$ 736,13. O valor total a ser pago no financiamento com juros ficará em R$ 173.902,80.
O banco anunciou que reduziu a taxa de juros cobrada nos financiamentos de patamares maiores. Para imóveis avaliados de R$ 120 mil a R$ 500 mil, os juros caíram de 10,90% para 10,50% ao ano. Os que valem mais de R$ 500 mil tiveram a taxa reduzida de 11,90% para 11,50% ao ano.
FATO RELEVANTE
São Paulo, 25 de setembro de 2009 -
Abyara Planejamento Imobiliário S.A. (ABYA3) ("Abyara"), Agra Empreendimentos Imobiliários S.A. (AGIN3) ("Agra") e Klabin Segall S.A. (KSSA3) ("Klabin Segall" e, em conjunto com Abyara e Agra, as "Companhias"), em cumprimento ao disposto no parágrafo 4º do artigo 157 da Lei nº 6.404/76 e nas Instruções CVM nº. 358/02 e 319/99, e em complemento ao Fato Relevante divulgado em 02 de setembro de 2009, vêm a público informar que os Conselhos de Administração das Companhias aprovaram, em reuniões realizadas em 11 de setembro de 2009 e nesta data, submeter aos seus respectivos acionistas, em Assembléias Gerais Extraordinárias a se realizarem no dia 15 de outubro de 2009, conforme editais de convocação a serem publicados, proposta de incorporação da totalidade das ações de emissão das Companhias por uma sociedade denominada Agre Empreendimentos Imobiliários S.A. ("AGRE" e "Incorporação de Ações").
Para acessar a íntegra do Fato Relevante arquivado na CVM, clique aqui.
Para informações adicionais, por favor, entrar em contato com a Área de Relações com Investidores da Companhia:
CONTATO:
Marcos Yuiti Mori
Diretor Financeiro e de Relações com Investidores
Tel.: (0xx11) 3027-8000
Fax: (0xx11) 3027-8211
E-mail: ri@abyara.com.br
São Paulo, 25 de setembro de 2009 -
Abyara Planejamento Imobiliário S.A. (ABYA3) ("Abyara"), Agra Empreendimentos Imobiliários S.A. (AGIN3) ("Agra") e Klabin Segall S.A. (KSSA3) ("Klabin Segall" e, em conjunto com Abyara e Agra, as "Companhias"), em cumprimento ao disposto no parágrafo 4º do artigo 157 da Lei nº 6.404/76 e nas Instruções CVM nº. 358/02 e 319/99, e em complemento ao Fato Relevante divulgado em 02 de setembro de 2009, vêm a público informar que os Conselhos de Administração das Companhias aprovaram, em reuniões realizadas em 11 de setembro de 2009 e nesta data, submeter aos seus respectivos acionistas, em Assembléias Gerais Extraordinárias a se realizarem no dia 15 de outubro de 2009, conforme editais de convocação a serem publicados, proposta de incorporação da totalidade das ações de emissão das Companhias por uma sociedade denominada Agre Empreendimentos Imobiliários S.A. ("AGRE" e "Incorporação de Ações").
Para acessar a íntegra do Fato Relevante arquivado na CVM, clique aqui.
Para informações adicionais, por favor, entrar em contato com a Área de Relações com Investidores da Companhia:
CONTATO:
Marcos Yuiti Mori
Diretor Financeiro e de Relações com Investidores
Tel.: (0xx11) 3027-8000
Fax: (0xx11) 3027-8211
E-mail: ri@abyara.com.br
Producción Energía Eólica
Andalucía instala más de 500 MW eólicos
Huelva concentra la mitad de esa potencia
La comunidad andaluza tiene más de veinte parques eólicos en construcción, con una potencia agregada superior a los 500 MW, que entrarán en actividad entre finales de este año y principios del próximo. Huelva acumula casi la mitad de la potencia con 243 MW, seguida de Almería, Málaga, Granada, Sevilla y Cádiz. Gamesa Energía es la propietaria de la mitad de la potencia en construcción.
Andalucía instala más de 500 MW eólicos
Huelva concentra la mitad de esa potencia
La comunidad andaluza tiene más de veinte parques eólicos en construcción, con una potencia agregada superior a los 500 MW, que entrarán en actividad entre finales de este año y principios del próximo. Huelva acumula casi la mitad de la potencia con 243 MW, seguida de Almería, Málaga, Granada, Sevilla y Cádiz. Gamesa Energía es la propietaria de la mitad de la potencia en construcción.
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Brazilian stocks extend declines
Carla Mozee, MarketWatch Sept. 24, 2009, 7:41 p.m.
LOS ANGELES (MarketWatch) - Brazilian shares continued their backtracking from multi-month highs on Thursday, with investors driving down equities regionally and on Wall Street after an unexpected drop in U.S. housing sales increased worries about an industry that's key to an economic recovery.
"A disappointing move," wrote economist Jennifer Lee at BMO Capital Markets in a note to clients Thursday, "but it doesn't take away from the fact that the housing market is improving. Given the six-month streak of increases in pending home sales, look for some retracement in the September data."
Many analysts have said that the U.S. economic prospects for recovery will be limited by continuing turmoil in the housing sector. Improved economic conditions in the U.S. are important for exporting countries.
Brazil backtracks
Brazil's Bovespa fell 0.7% to 60,046.28, its second straight session of losses. The benchmark tracking Latin America's largest equity market earlier this week closed above 61,000 points for the first time since mid-July 2008.
Shares of oil giant Petrobras /quotes/comstock/13*!pbr/quotes/nls/pbr (PBR 43.88, -0.06, -0.14%) lost 1.3% as crude-oil prices tumbled 4% to a two-month low at $65.89 a barrel, dogged in part by worries about lower demand.
Stock in mining heavyweight Vale /quotes/comstock/13*!vale/quotes/nls/vale (VALE 22.10, -0.36, -1.60%) fell 1.1%. But Gol shares /quotes/comstock/13*!gol/quotes/nls/gol (GOL 9.88, -0.09, -0.90%) reversed losses to finish up 0.5%. They fell 3.8% in the previous session after the air carrier said it's selling at least 51.8 million shares in a global offering expected to begin trading Oct. 13.
On the economic front, Brazil's census bureau said unemployment in August rose to 8.1%, slightly higher than July's reading of 8%. The August figure met broadly held expectations.
Carla Mozee is a reporter for MarketWatch, based in Los Angeles.
Carla Mozee, MarketWatch Sept. 24, 2009, 7:41 p.m.
LOS ANGELES (MarketWatch) - Brazilian shares continued their backtracking from multi-month highs on Thursday, with investors driving down equities regionally and on Wall Street after an unexpected drop in U.S. housing sales increased worries about an industry that's key to an economic recovery.
"A disappointing move," wrote economist Jennifer Lee at BMO Capital Markets in a note to clients Thursday, "but it doesn't take away from the fact that the housing market is improving. Given the six-month streak of increases in pending home sales, look for some retracement in the September data."
Many analysts have said that the U.S. economic prospects for recovery will be limited by continuing turmoil in the housing sector. Improved economic conditions in the U.S. are important for exporting countries.
Brazil backtracks
Brazil's Bovespa fell 0.7% to 60,046.28, its second straight session of losses. The benchmark tracking Latin America's largest equity market earlier this week closed above 61,000 points for the first time since mid-July 2008.
Shares of oil giant Petrobras /quotes/comstock/13*!pbr/quotes/nls/pbr (PBR 43.88, -0.06, -0.14%) lost 1.3% as crude-oil prices tumbled 4% to a two-month low at $65.89 a barrel, dogged in part by worries about lower demand.
Stock in mining heavyweight Vale /quotes/comstock/13*!vale/quotes/nls/vale (VALE 22.10, -0.36, -1.60%) fell 1.1%. But Gol shares /quotes/comstock/13*!gol/quotes/nls/gol (GOL 9.88, -0.09, -0.90%) reversed losses to finish up 0.5%. They fell 3.8% in the previous session after the air carrier said it's selling at least 51.8 million shares in a global offering expected to begin trading Oct. 13.
On the economic front, Brazil's census bureau said unemployment in August rose to 8.1%, slightly higher than July's reading of 8%. The August figure met broadly held expectations.
Carla Mozee is a reporter for MarketWatch, based in Los Angeles.
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Terreno será financiado junto com a construção da moradia
Extra, Danielle Abreu e Max Leone, 22/set
A compra de terreno pelo programa "Minha casa, minha vida", que havia sido vetada pelo presidente Lula em julho, voltou a ser permitida. O texto foi alterado e publicado em decreto no Diário Oficial da União de sexta-feira passada. De acordo com a nova redação, é admitida a compra de lote desde que a construção da unidade esteja incluída no mesmo financiamento.
Segundo o Ministério das Cidades, o objetivo da reedição foi o de evitar interpretações inadequadas do artigo e especulação imobilária. O texto vetado permitia a compra do terreno desde que houvesse comprometimento da parte do comprador de erguer o imóvel dentro de seis meses. Agora, o decreto determina que a construção da moradia esteja vinculada ao terreno dentro do mesmo empréstimo.
Regras de seleção
O Decreto 6.962 não incluiu, como se esperava, as regras de prioridade na seleção dos interessados cadastrados pelas prefeituras às unidades do programa. Em julho, o presidente Lula também vetou o artigo que indicava a realização de sorteio para casos de desempate, a pedido do Ministério das Cidades. A jutificativa foi a de que as regras fossem melhor estudadas e hierarquizadas. O ministério informou que essa regulamentação - que não deve excluir o sorteio - será publicada ainda este ano, por meio de uma medida provisória.
Extra, Danielle Abreu e Max Leone, 22/set
A compra de terreno pelo programa "Minha casa, minha vida", que havia sido vetada pelo presidente Lula em julho, voltou a ser permitida. O texto foi alterado e publicado em decreto no Diário Oficial da União de sexta-feira passada. De acordo com a nova redação, é admitida a compra de lote desde que a construção da unidade esteja incluída no mesmo financiamento.
Segundo o Ministério das Cidades, o objetivo da reedição foi o de evitar interpretações inadequadas do artigo e especulação imobilária. O texto vetado permitia a compra do terreno desde que houvesse comprometimento da parte do comprador de erguer o imóvel dentro de seis meses. Agora, o decreto determina que a construção da moradia esteja vinculada ao terreno dentro do mesmo empréstimo.
Regras de seleção
O Decreto 6.962 não incluiu, como se esperava, as regras de prioridade na seleção dos interessados cadastrados pelas prefeituras às unidades do programa. Em julho, o presidente Lula também vetou o artigo que indicava a realização de sorteio para casos de desempate, a pedido do Ministério das Cidades. A jutificativa foi a de que as regras fossem melhor estudadas e hierarquizadas. O ministério informou que essa regulamentação - que não deve excluir o sorteio - será publicada ainda este ano, por meio de uma medida provisória.
sábado, 12 de setembro de 2009
Britto é homenageado com "Grande Reconhecimento Maçônico" de Goiás
Teresina (PI), 11/09/2009 -
O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Cezar Britto, foi agraciado com a medalha "Grande Reconhecimento Maçônico Palácio Mário Behring", comenda da Inspetoria Litúrgica de Goiás em comemoração ao Dia do Advogado celebrado oficialmente em 11 de agosto. A cerimônia foi realizada em agosto na capital goiana e, por compromissos previamente agendados, Britto foi representado na homenagem pelo presidente da Seccional da OAB de Goiás, Miguel Cançado. A entrega da medalha a Britto foi feita por Cançado no dia de hoje (11) durante a reunião do Colégio de Presidentes das Seccionais da OAB, realizado em Teresina (PI).
A comenda foi conferida a Britto em razão dos relevantes serviços prestados pela advocacia à sociedade brasileira.
Voltar | Imprimir | Enviar notícia por e-mail | Notícias por e-mail
Conselho Federal | Notícias | TV OAB | Ouvidoria
SAS Quadra 5 - Lote 1 - Bloco M - Brasília - DF :: CEP 70070-939 :: Fone: (61) 2193-9600
Teresina (PI), 11/09/2009 -
O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Cezar Britto, foi agraciado com a medalha "Grande Reconhecimento Maçônico Palácio Mário Behring", comenda da Inspetoria Litúrgica de Goiás em comemoração ao Dia do Advogado celebrado oficialmente em 11 de agosto. A cerimônia foi realizada em agosto na capital goiana e, por compromissos previamente agendados, Britto foi representado na homenagem pelo presidente da Seccional da OAB de Goiás, Miguel Cançado. A entrega da medalha a Britto foi feita por Cançado no dia de hoje (11) durante a reunião do Colégio de Presidentes das Seccionais da OAB, realizado em Teresina (PI).
A comenda foi conferida a Britto em razão dos relevantes serviços prestados pela advocacia à sociedade brasileira.
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OAB requer que CNJ oficie aos Tribunais quanto a funcionamento oito horas por dia
Teresina (PI), 11/09/2009 -
O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) vai oficiar ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para requerer a notificação a todos os Tribunais do País do dever de cumprimento imediato da decisão tomada pelo próprio CNJ, de que os Foros devem funcionar 8 horas por dia em todos os Estados brasileiros, expediente este extensivo integralmente ao atendimento aos advogados. A decisão quanto à comunicação foi tomada hoje (11) durante reunião do Colégio de Presidentes de Seccionais da OAB, realizada em Teresina, no Piauí.
No mesmo ofício, o Conselho Federal da OAB vai requerer, ainda, que os servidores dos respectivos Foros observem o atendimento no horário integral aos advogados, enquanto houver funcionários trabalhando nos Foros. A proposta, aprovada à unanimidade, foi feita na reunião do Colégio de Presidentes pelo presidente da Seccional da OAB do Rio Grande do Sul, Claudio Lamachia, ao se manifestar sobre a decisão, anunciada pelo representante da OAB no CNJ, o advogado Jefferson Kravchychyn.
A matéria foi disciplinada porque alguns Estados continuam mantendo seus Fóruns funcionando apenas na parte da tarde, reservando o período da manha para o serviço interno ou administrativo. Segundo Lamachia, essa decisão do CNJ acaba com os horários de expediente interno, pondo fim ao hábito de que o advogado só pode ir ao Tribunal na parte da manhã. "O advogado passa a ter acesso integral aos serviços dos tribunais, fazendo valer o que prevê o Estatuto da Advocacia, que assegura pleno acesso dos advogados nos Foros", afirmou.
Teresina (PI), 11/09/2009 -
O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) vai oficiar ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para requerer a notificação a todos os Tribunais do País do dever de cumprimento imediato da decisão tomada pelo próprio CNJ, de que os Foros devem funcionar 8 horas por dia em todos os Estados brasileiros, expediente este extensivo integralmente ao atendimento aos advogados. A decisão quanto à comunicação foi tomada hoje (11) durante reunião do Colégio de Presidentes de Seccionais da OAB, realizada em Teresina, no Piauí.
No mesmo ofício, o Conselho Federal da OAB vai requerer, ainda, que os servidores dos respectivos Foros observem o atendimento no horário integral aos advogados, enquanto houver funcionários trabalhando nos Foros. A proposta, aprovada à unanimidade, foi feita na reunião do Colégio de Presidentes pelo presidente da Seccional da OAB do Rio Grande do Sul, Claudio Lamachia, ao se manifestar sobre a decisão, anunciada pelo representante da OAB no CNJ, o advogado Jefferson Kravchychyn.
A matéria foi disciplinada porque alguns Estados continuam mantendo seus Fóruns funcionando apenas na parte da tarde, reservando o período da manha para o serviço interno ou administrativo. Segundo Lamachia, essa decisão do CNJ acaba com os horários de expediente interno, pondo fim ao hábito de que o advogado só pode ir ao Tribunal na parte da manhã. "O advogado passa a ter acesso integral aos serviços dos tribunais, fazendo valer o que prevê o Estatuto da Advocacia, que assegura pleno acesso dos advogados nos Foros", afirmou.
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Bañuelos fusiona sus inmobiliarias en Brasil
El País - AGENCIAS - Madrid
Las tres constructoras brasileñas controladas por el grupo Veremonte Participaçoes, que tiene como principal socio al empresario español Enrique Bañuelos, anunciaron ayer su fusión y la creación de la que calificaron como la tercera mayor empresa del sector en Brasil. El nuevo grupo nace con un patrimonio de unos 1.500 millones de reales (556 millones de euros), y una cartera de suelo valorada en 7.030 millones de euros.
Bañuelos fue presidente y principal accionista de Astroc, uno de los emblemas del auge y la caída del sector inmobiliario en España.
El País - AGENCIAS - Madrid
Las tres constructoras brasileñas controladas por el grupo Veremonte Participaçoes, que tiene como principal socio al empresario español Enrique Bañuelos, anunciaron ayer su fusión y la creación de la que calificaron como la tercera mayor empresa del sector en Brasil. El nuevo grupo nace con un patrimonio de unos 1.500 millones de reales (556 millones de euros), y una cartera de suelo valorada en 7.030 millones de euros.
Bañuelos fue presidente y principal accionista de Astroc, uno de los emblemas del auge y la caída del sector inmobiliario en España.
Bañuelos renace en Brasil
El ex presidente de Astroc reconstruye su imperio inmobiliario en Suramérica
Poco tiempo ha tardado el empresario Enrique Bañuelos (Sagunto, 1966) en reemprender el vuelo tras el ocaso de Astroc (empresa rebautizada como Afirma), la que otrora fue su criatura financiera y posteriormente uno de los emporios inmobiliarios que marcaron un antes y después en las páginas de la economía española. En un momento en que España aún purga sus excesos tras el estallido de la burbuja inmobiliaria, Bañuelos ha resurgido de las cenizas como el Ave Fénix, pero en la otra orilla del Atlántico.
La cartera de suelo de Agre asciende a 7.000 millones de euros
Ya es accionista mayoritario de la tercera empresa del sector
El miércoles pasado se hizo pública en São Paulo la fusión de tres inmobiliarias brasileñas, dos de ellas controladas por el grupo Veremonte Participaçoes, que tiene como socio mayoritario a Bañuelos. La sociedad resultante, que ya ha sido bautizada como Agre (Amazon Group Real State) Empreendimentos Inmobiliarios, será la tercera inmobiliaria de Brasil en volumen de negocio. La Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) saludó la operación con subidas en las acciones de dos de las tres firmas que participan en la fusión.
Las constructoras que se fusionan son Agra, Abyara y Klabin Segall, hasta hace poco en dificultades, aunque entre las tres consiguieron sumar el mayor número de ventas de inmuebles en Brasil durante el ejercicio 2008. Previamente al anuncio de la operación, Bañuelos, mediante una compra de títulos por valor de 189 millones de reales (unos 70 millones de euros) realizada por Veremonte Participaçoes, se hizo con el 51% de Abyara y el 43% de Klabin Segall. En Agra también tiene una pequeña participación, de manera que el empresario valenciano obtendrá el 24% de la nueva sociedad y se convertirá en su accionista mayoritario.
Aunque ya tiene el respaldo de los consejos de administración de las tres firmas que se integran, el nuevo grupo aún deberá recibir las bendiciones de las juntas de accionistas. Nacerá con un patrimonio líquido de unos 1.500 millones de reales brasileños (unos 556 millones de euros), un valor de mercado de 2.300 millones de reales y una cartera de suelo valorada en unos 19.000 millones.
Agre emitirá 100 millones de títulos para distribuir entre los accionistas de las tres constructoras involucradas en la fusión. En un comunicado conjunto, Agra, Abyara y Klabin Segall explicaron que la integración se ejecutará mediante un canje de acciones de las tres empresas por títulos del nuevo grupo, que seguirá cotizando en la Bolsa de São Paulo. Mediante esta operación de intercambio, los inversores obtendrán una acción de la nueva Agre Empreendimentos Inmobiliarios por cada 5,18 títulos de Abyara, 4,85 de Agra y 4,77 de Klabin Sagell, respectivamente. Las direcciones de las tres sociedades consideraron estas propuestas "justas y en línea con los intereses de las empresas y sus accionistas".
El presidente y primer ejecutivo de Agre será el brasileño Luiz Roberto Horst Pinto, que actualmente ocupa el mismo cargo en Agra. Horst, en una teleconferencia ofrecida a un grupo de analistas, informó de que Veremonte, pese a tener el mayor paquete de participaciones, sólo se comportará en la nueva sociedad como un inversor.
En un comunicado conjunto, las tres firmas destacaron que la integración redundará en una importante diversificación geográfica del negocio, ya que Agre tendrá presencia en todas las regiones de Brasil. En este sentido, más del 80% de los terrenos de la nueva firma se encuentran en las regiones sureste y noreste, las más turísticas y de las más rentables del mercado brasileño. La idea es lanzar proyectos inmobiliarios para consumidores de renta media y media-alta, que según los cálculos de la empresa equivalen a precios mínimos de 2.300 reales (850 euros) el metro cuadrado.
"Para nuestra grata sorpresa, Klabin Segall tiene una posición importante en Río de Janeiro que no teníamos en Agra. Abyara también tiene una posición fuerte en el sur, y Agra cuenta con una posición relevante en noreste y en el norte", explicó Horst.
Antes de que llegaran hasta Brasil las noticias sobre las desventuras de Bañuelos en el mercado inmobiliario español, éste ya había conquistado la categoría de inversor polémico entre los analistas y empresarios del ladrillo en el gigante suramericano. El año pasado, el hombre que irrumpiera en la lista de los cien hombres más ricos del mundo, elaborada anualmente por la revista Forbes, destapó la caja de los truenos en Brasil al entrar en negociaciones para comprar un complejo hotelero en Costa do Sauípe, un paraíso turístico en el Estado de Bahía. Según lo difundido en la prensa brasileña, cuando todos los detalles de la negociación estaban prácticamente cerrados, Bañuelos cambió de parecer y la operación acabó en agua de borrajas. El empresario valenciano dio marcha atrás la víspera de la fecha marcada para el desembolso, esgrimiendo cambios en las condiciones mundiales, como la crisis financiera y la falta de crédito.
No ha transcurrido ni un año desde este episodio y la posterior sacudida financiera que mandó al ostracismo a Enrique Bañuelos y otros titanes de la construcción en España. Pero, como en el mito del Ave Fénix, la capacidad de resurgir de las cenizas de estos emprendedores no conoce límites. Ya lo dijo Bañuelos en su día: "A mí me dejan desnudo en Central Park y en 24 horas estoy paseándome por la Quinta Avenida en una limusina". Puede que no haya cumplido su pronóstico en 24 horas, ni en la Quinta Avenida neoyorquina. Sólo ha tenido que esperar algunos meses para pasearse, ufano, por la playa de Copacabana.
El ex presidente de Astroc reconstruye su imperio inmobiliario en Suramérica
Poco tiempo ha tardado el empresario Enrique Bañuelos (Sagunto, 1966) en reemprender el vuelo tras el ocaso de Astroc (empresa rebautizada como Afirma), la que otrora fue su criatura financiera y posteriormente uno de los emporios inmobiliarios que marcaron un antes y después en las páginas de la economía española. En un momento en que España aún purga sus excesos tras el estallido de la burbuja inmobiliaria, Bañuelos ha resurgido de las cenizas como el Ave Fénix, pero en la otra orilla del Atlántico.
La cartera de suelo de Agre asciende a 7.000 millones de euros
Ya es accionista mayoritario de la tercera empresa del sector
El miércoles pasado se hizo pública en São Paulo la fusión de tres inmobiliarias brasileñas, dos de ellas controladas por el grupo Veremonte Participaçoes, que tiene como socio mayoritario a Bañuelos. La sociedad resultante, que ya ha sido bautizada como Agre (Amazon Group Real State) Empreendimentos Inmobiliarios, será la tercera inmobiliaria de Brasil en volumen de negocio. La Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) saludó la operación con subidas en las acciones de dos de las tres firmas que participan en la fusión.
Las constructoras que se fusionan son Agra, Abyara y Klabin Segall, hasta hace poco en dificultades, aunque entre las tres consiguieron sumar el mayor número de ventas de inmuebles en Brasil durante el ejercicio 2008. Previamente al anuncio de la operación, Bañuelos, mediante una compra de títulos por valor de 189 millones de reales (unos 70 millones de euros) realizada por Veremonte Participaçoes, se hizo con el 51% de Abyara y el 43% de Klabin Segall. En Agra también tiene una pequeña participación, de manera que el empresario valenciano obtendrá el 24% de la nueva sociedad y se convertirá en su accionista mayoritario.
Aunque ya tiene el respaldo de los consejos de administración de las tres firmas que se integran, el nuevo grupo aún deberá recibir las bendiciones de las juntas de accionistas. Nacerá con un patrimonio líquido de unos 1.500 millones de reales brasileños (unos 556 millones de euros), un valor de mercado de 2.300 millones de reales y una cartera de suelo valorada en unos 19.000 millones.
Agre emitirá 100 millones de títulos para distribuir entre los accionistas de las tres constructoras involucradas en la fusión. En un comunicado conjunto, Agra, Abyara y Klabin Segall explicaron que la integración se ejecutará mediante un canje de acciones de las tres empresas por títulos del nuevo grupo, que seguirá cotizando en la Bolsa de São Paulo. Mediante esta operación de intercambio, los inversores obtendrán una acción de la nueva Agre Empreendimentos Inmobiliarios por cada 5,18 títulos de Abyara, 4,85 de Agra y 4,77 de Klabin Sagell, respectivamente. Las direcciones de las tres sociedades consideraron estas propuestas "justas y en línea con los intereses de las empresas y sus accionistas".
El presidente y primer ejecutivo de Agre será el brasileño Luiz Roberto Horst Pinto, que actualmente ocupa el mismo cargo en Agra. Horst, en una teleconferencia ofrecida a un grupo de analistas, informó de que Veremonte, pese a tener el mayor paquete de participaciones, sólo se comportará en la nueva sociedad como un inversor.
En un comunicado conjunto, las tres firmas destacaron que la integración redundará en una importante diversificación geográfica del negocio, ya que Agre tendrá presencia en todas las regiones de Brasil. En este sentido, más del 80% de los terrenos de la nueva firma se encuentran en las regiones sureste y noreste, las más turísticas y de las más rentables del mercado brasileño. La idea es lanzar proyectos inmobiliarios para consumidores de renta media y media-alta, que según los cálculos de la empresa equivalen a precios mínimos de 2.300 reales (850 euros) el metro cuadrado.
"Para nuestra grata sorpresa, Klabin Segall tiene una posición importante en Río de Janeiro que no teníamos en Agra. Abyara también tiene una posición fuerte en el sur, y Agra cuenta con una posición relevante en noreste y en el norte", explicó Horst.
Antes de que llegaran hasta Brasil las noticias sobre las desventuras de Bañuelos en el mercado inmobiliario español, éste ya había conquistado la categoría de inversor polémico entre los analistas y empresarios del ladrillo en el gigante suramericano. El año pasado, el hombre que irrumpiera en la lista de los cien hombres más ricos del mundo, elaborada anualmente por la revista Forbes, destapó la caja de los truenos en Brasil al entrar en negociaciones para comprar un complejo hotelero en Costa do Sauípe, un paraíso turístico en el Estado de Bahía. Según lo difundido en la prensa brasileña, cuando todos los detalles de la negociación estaban prácticamente cerrados, Bañuelos cambió de parecer y la operación acabó en agua de borrajas. El empresario valenciano dio marcha atrás la víspera de la fecha marcada para el desembolso, esgrimiendo cambios en las condiciones mundiales, como la crisis financiera y la falta de crédito.
No ha transcurrido ni un año desde este episodio y la posterior sacudida financiera que mandó al ostracismo a Enrique Bañuelos y otros titanes de la construcción en España. Pero, como en el mito del Ave Fénix, la capacidad de resurgir de las cenizas de estos emprendedores no conoce límites. Ya lo dijo Bañuelos en su día: "A mí me dejan desnudo en Central Park y en 24 horas estoy paseándome por la Quinta Avenida en una limusina". Puede que no haya cumplido su pronóstico en 24 horas, ni en la Quinta Avenida neoyorquina. Sólo ha tenido que esperar algunos meses para pasearse, ufano, por la playa de Copacabana.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Abyara, Agra e Klabin Segall integram atividades
02 de Setembro de 2009 | 08:00
Abyara, Agra e Klabin Segall vão integrar suas atividades no ramo imobiliário. Para isso, será criada uma nova empresa, a Agre Empreendimentos Imobiliários, que será listada no Novo Mercado da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) e incorporará as ações das demais empresas.
Em nota ao mercado, as empresas informam que a relação de substituição das ações se dará da seguinte forma: uma ação da Agre para cada 5,185657061 ações ordinárias da Abyara, uma Agre por 4,858175714 ordinárias da Agra e uma Agre por 4,775142186 papéis com direito a voto de emissão da Klabin, Segall.
Segundo as empresas, a relação de substituição foi proposta após ter sido analisada e recomendada por grupo específico de trabalho, constituído por membros do Conselho de Administração de cada uma das companhias. A relação foi determinada com base na comparação do valor de mercado das ações de emissão das companhias, calculado pela média ponderada por volume de negociação das cotações médias das ações nos 60 dias anteriores à última sexta-feira (dia 28 de agosto), inclusive. Obtido o valor de mercado de todas as ações das companhias, considerou-se a participação proporcional do valor de mercado das ações no valor combinado de mercado.
Uma vez aprovada a incorporação de ações pelas assembleias gerais das companhias, todos os seus acionistas passarão a ser acionistas da Agre, mediante a emissão por essa empresa de 100 milhões de novas ações ordinárias. Com isso, os acionistas da Abyara terão 20,23% do total, Agra com 49,26% e Klabin. Segall com 30,51%.
As empresas também informam que a Agra vendeu para a Veremonte Participações toda a fatia que detinha indiretamente na Abyara e na Klabin Segall, pelo que a Veremonte passa a deter, indiretamente, 51% do capital social da Abyara e 43,8% do capital social da Klabin Segall. A venda foi feita por R$ 189,065 milhões, a serem pagos em dinheiro, correspondente ao valor de mercado das participações adquiridas calculado com base no mesmo critério utilizado para determinação da relação de substituição proposta para a incorporação de ações.
Os conselhos de administração das companhias indicaram Luiz Roberto Horst Silveira Pinto para presidente do Conselho de Administração e diretor executivo da Agre, a ser eleito na data da aprovação da incorporação de ações. De acordo com a nota, a Agre nasce com capitalização de R$ 2,3 bilhões, patrimônio líquido de R$ 1,5 bilhão, banco de terrenos de R$ 19 bilhões e volume médio diário negociado nos últimos 30 dias na Bovespa de R$ 38,6 milhões.
02 de Setembro de 2009 | 08:00
Abyara, Agra e Klabin Segall vão integrar suas atividades no ramo imobiliário. Para isso, será criada uma nova empresa, a Agre Empreendimentos Imobiliários, que será listada no Novo Mercado da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) e incorporará as ações das demais empresas.
Em nota ao mercado, as empresas informam que a relação de substituição das ações se dará da seguinte forma: uma ação da Agre para cada 5,185657061 ações ordinárias da Abyara, uma Agre por 4,858175714 ordinárias da Agra e uma Agre por 4,775142186 papéis com direito a voto de emissão da Klabin, Segall.
Segundo as empresas, a relação de substituição foi proposta após ter sido analisada e recomendada por grupo específico de trabalho, constituído por membros do Conselho de Administração de cada uma das companhias. A relação foi determinada com base na comparação do valor de mercado das ações de emissão das companhias, calculado pela média ponderada por volume de negociação das cotações médias das ações nos 60 dias anteriores à última sexta-feira (dia 28 de agosto), inclusive. Obtido o valor de mercado de todas as ações das companhias, considerou-se a participação proporcional do valor de mercado das ações no valor combinado de mercado.
Uma vez aprovada a incorporação de ações pelas assembleias gerais das companhias, todos os seus acionistas passarão a ser acionistas da Agre, mediante a emissão por essa empresa de 100 milhões de novas ações ordinárias. Com isso, os acionistas da Abyara terão 20,23% do total, Agra com 49,26% e Klabin. Segall com 30,51%.
As empresas também informam que a Agra vendeu para a Veremonte Participações toda a fatia que detinha indiretamente na Abyara e na Klabin Segall, pelo que a Veremonte passa a deter, indiretamente, 51% do capital social da Abyara e 43,8% do capital social da Klabin Segall. A venda foi feita por R$ 189,065 milhões, a serem pagos em dinheiro, correspondente ao valor de mercado das participações adquiridas calculado com base no mesmo critério utilizado para determinação da relação de substituição proposta para a incorporação de ações.
Os conselhos de administração das companhias indicaram Luiz Roberto Horst Silveira Pinto para presidente do Conselho de Administração e diretor executivo da Agre, a ser eleito na data da aprovação da incorporação de ações. De acordo com a nota, a Agre nasce com capitalização de R$ 2,3 bilhões, patrimônio líquido de R$ 1,5 bilhão, banco de terrenos de R$ 19 bilhões e volume médio diário negociado nos últimos 30 dias na Bovespa de R$ 38,6 milhões.
Abyara, Agra e Klabin anunciam fusão
Comunicado enviado pela Abyara, Agra e Klabin Segall informa a fusão das operações das três construtoras para criação da Agre Empreendimentos Imobiliários. Esta nova empresa irá pular para a terceira posição entre as maiores do setor imobiliário e contará com uma capitalização de R$ 2,3 bilhões, um patrimônio liquido de R$ 1,5 bilhão e um landbank (banco de terrenos) de R$ 19 bilhões. A conversão das ações seguirá a seguinte regra: 1 (uma) ação da nova empresa para cada 5,185657061 ações ordinárias da Abyara; ou 4,858175714 ações ordinárias da Agra; ou 4,775142186 ações ordinárias da Klabin Segall.
Comunicado enviado pela Abyara, Agra e Klabin Segall informa a fusão das operações das três construtoras para criação da Agre Empreendimentos Imobiliários. Esta nova empresa irá pular para a terceira posição entre as maiores do setor imobiliário e contará com uma capitalização de R$ 2,3 bilhões, um patrimônio liquido de R$ 1,5 bilhão e um landbank (banco de terrenos) de R$ 19 bilhões. A conversão das ações seguirá a seguinte regra: 1 (uma) ação da nova empresa para cada 5,185657061 ações ordinárias da Abyara; ou 4,858175714 ações ordinárias da Agra; ou 4,775142186 ações ordinárias da Klabin Segall.
Abyara Planejamento Imobiliário S.A. Companhia Aberta
CNPJ/MF nº 07.794.351/00001-60 NIRE 35.300.328.337
Agra Empreendimentos Imobiliários S.A. Companhia Aberta
CNPJ/MF nº 07.698.047/0001-10 NIRE 35.300.328.680
Klabin Segall S.A. Companhia Aberta
CNPJ/MF nº 00.187.032/0001-48 NIRE 35.300.174.127
FATO RELEVANTE
Abyara Planejamento Imobiliário S.A. (ABYA3) (“Abyara”), Agra Empreendimentos Imobiliários S.A. (AGIN3) (“Agra”) e Klabin Segall S.A. (KSSA3) (“Klabin Segall” e, em conjunto com Abyara e Agra, as “Companhias”), em cumprimento ao disposto no parágrafo 4º do artigo 157 da Lei nº 6.404/76 e na Instrução CVM nº 358/02, vêm a público informar que seus respectivos Conselhos de Administração, em reuniões realizadas em 30.08.2009 e nesta data, decidiram propor aos seus acionistas a integração das atividades das Companhias em uma nova sociedade a ser denominada Agre Empreendimentos Imobiliários S.A. (“AGRE”).
A AGRE terá suas ações negociadas no Novo Mercado da BM&FBOVESPA S.A. – Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros (“BM&FBOVESPA”).
A integração das atividades será precedida da unificação das bases acionárias das Companhias mediante a incorporação da totalidade das ações de sua emissão pela AGRE (“Incorporação de Ações”). A Incorporação de Ações assegura aos acionistas das Companhias tratamento equitativo e a manutenção das melhores práticas de governança corporativa na nova Companhia.
As ações de emissão das Companhias serão substituídas por novas ações a serem emitidas pela AGRE na data da aprovação da Incorporação de Ações pelas assembléias gerais das três Companhias. A relação de substituição das ações dos acionistas das Companhias por ações da AGRE proposta pelos administradores das Companhias é a seguinte:
Companhia Relação de Substituição
Abyara
1 (uma) ação da AGRE para cada 5,185657061 ações ordinárias de emissão da Abyara
Agra
1 (uma) ação da AGRE para cada 4,858175714 ações ordinárias de emissão da Agra
Klabin Segall
1 (uma) ação da AGRE para cada 4,775142186 ações ordinárias de emissão da Klabin Segall
2
A relação de substituição é proposta após ter sido analisada e recomendada por grupo específico de trabalho constituído por membros do Conselho de Administração de cada uma das Companhias.
A relação de substituição proposta resulta, pois, de negociação entre os administradores das três Companhias e foi determinada com base na comparação do valor de mercado das ações de emissão das Companhias, calculado pela média ponderada por volume de negociação das cotações médias das ações de emissão das Companhias nos 60 (sessenta) dias anteriores ao dia 28.08.2009 (inclusive). Obtido o valor de mercado de todas as ações de emissão das Companhias, mediante a aplicação do critério acima referido, considerou-se a participação proporcional do valor de mercado das ações de cada Companhia no valor combinado de mercado de todas as ações das Companhias. Os administradores das Companhias consideram a relação de substituição proposta justa e no interesse das Companhias e de seus respectivos acionistas.
Uma vez aprovada a Incorporação de Ações pelas assembléias gerais das Companhias, todos os seus acionistas passarão a ser acionistas da AGRE, mediante a emissão pela AGRE de 100.000.000 (cem milhões) de novas ações ordinárias, atribuídas aos acionistas das Companhias com base na relação de substituição acima definida, resultando no organograma a seguir:
Conforme o disposto na Lei nº 6.404/76, no pressuposto da aprovação da Incorporação de Ações pelas assembleias gerais das Companhias, os acionistas eventualmente dissidentes que forem titulares, na data de divulgação deste Fato Relevante, de ações de emissão das Companhias, terão assegurado o direito de retirada pelos respectivos valores patrimoniais contábeis de suas ações, na forma da lei.
Os Conselhos de Administração das Companhias autorizaram as respectivas diretorias a prosseguir com os atos e documentos necessários para a submissão da Incorporação de Ações aos seus acionistas.
Assim que forem finalizados os documentos exigidos pela legislação para a implementação da Incorporação de Ações, será feita divulgação de novo fato relevante em cumprimento ao disposto na Instrução CVM nº 319/99, com a realização de novas reuniões dos Conselhos de Administração e convocação das competentes assembleias gerais extraordinárias, convocação esta que se estima ocorrer em até 15 (quinze) dias.
Ainda em atendimento aos termos da Instrução CVM nº 358/02, informam também os administradores das Companhias que foi efetivada a alienação pela Agra para a Veremonte Participações S.A. (“Veremonte”) de toda a participação que a Agra detinha indiretamente na Abyara e na Klabin Segall, pelo que a Veremonte passa a deter, indiretamente, 51% do capital social da Abyara e 43,8% do capital social da Klabin Segall, pelo preço de R$189.065.099,69, a ser pago em dinheiro, correspondente ao valor de mercado das participações adquiridas calculado com base no mesmo critério utilizado para determinação da relação de substituição proposta para a Incorporação de Ações.
Os Conselhos de Administração das Companhias deliberaram indicar o Sr. Luiz Roberto Horst Silveira Pinto para presidente do Conselho de Administração e CEO da AGRE a ser eleito na data da aprovação da Incorporação de Ações.
A gestão da nova companhia será inspirada no modelo de gestão de Agra baseado em: planejamento estratégico, meritocracia, transparência e foco em resultados.
AGRE nascerá com:
Capitalização de R$ 2,3 bilhões (28/06/09).
Patrimônio líquido de R$ 1,5 bilhão (base 30/06/09).
Landbank de R$ 19 bilhões (base 30/06/09).
Volume médio diário negociado nos últimos 30 dias na BOVESPA de R$ 38,6 milhões.
Eficiência diferenciada pelas sinergias e redução de custos.
Patrimônio Humano e Inteligência Imobiliária reforçados por talentos oriundos das três companhias.
Diversificação geográfica e de atividades, estando presente em todas as regiões do país e atuando em todos os segmentos imobiliários.
AGRE surgirá como uma das três maiores empresas do setor imobiliário brasileiro e com inédita oferta de valor aos acionistas, clientes, colaboradores e ao mercado.
São Paulo, 1º de setembro de 2009
Marcos Yuiti Mori
Abyara Planejamento Imobiliário S.A.
Diretor Financeiro e de Relações com Investidores
Ricardo Setton
Agra Empreendimentos Imobiliários S.A.
Diretor Financeiro e de Relações com Investidores
Carlos Eduardo Malagoni
Klabin Segall S.A.
Diretor Financeiro e de Relações com Investidores
CNPJ/MF nº 07.794.351/00001-60 NIRE 35.300.328.337
Agra Empreendimentos Imobiliários S.A. Companhia Aberta
CNPJ/MF nº 07.698.047/0001-10 NIRE 35.300.328.680
Klabin Segall S.A. Companhia Aberta
CNPJ/MF nº 00.187.032/0001-48 NIRE 35.300.174.127
FATO RELEVANTE
Abyara Planejamento Imobiliário S.A. (ABYA3) (“Abyara”), Agra Empreendimentos Imobiliários S.A. (AGIN3) (“Agra”) e Klabin Segall S.A. (KSSA3) (“Klabin Segall” e, em conjunto com Abyara e Agra, as “Companhias”), em cumprimento ao disposto no parágrafo 4º do artigo 157 da Lei nº 6.404/76 e na Instrução CVM nº 358/02, vêm a público informar que seus respectivos Conselhos de Administração, em reuniões realizadas em 30.08.2009 e nesta data, decidiram propor aos seus acionistas a integração das atividades das Companhias em uma nova sociedade a ser denominada Agre Empreendimentos Imobiliários S.A. (“AGRE”).
A AGRE terá suas ações negociadas no Novo Mercado da BM&FBOVESPA S.A. – Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros (“BM&FBOVESPA”).
A integração das atividades será precedida da unificação das bases acionárias das Companhias mediante a incorporação da totalidade das ações de sua emissão pela AGRE (“Incorporação de Ações”). A Incorporação de Ações assegura aos acionistas das Companhias tratamento equitativo e a manutenção das melhores práticas de governança corporativa na nova Companhia.
As ações de emissão das Companhias serão substituídas por novas ações a serem emitidas pela AGRE na data da aprovação da Incorporação de Ações pelas assembléias gerais das três Companhias. A relação de substituição das ações dos acionistas das Companhias por ações da AGRE proposta pelos administradores das Companhias é a seguinte:
Companhia Relação de Substituição
Abyara
1 (uma) ação da AGRE para cada 5,185657061 ações ordinárias de emissão da Abyara
Agra
1 (uma) ação da AGRE para cada 4,858175714 ações ordinárias de emissão da Agra
Klabin Segall
1 (uma) ação da AGRE para cada 4,775142186 ações ordinárias de emissão da Klabin Segall
2
A relação de substituição é proposta após ter sido analisada e recomendada por grupo específico de trabalho constituído por membros do Conselho de Administração de cada uma das Companhias.
A relação de substituição proposta resulta, pois, de negociação entre os administradores das três Companhias e foi determinada com base na comparação do valor de mercado das ações de emissão das Companhias, calculado pela média ponderada por volume de negociação das cotações médias das ações de emissão das Companhias nos 60 (sessenta) dias anteriores ao dia 28.08.2009 (inclusive). Obtido o valor de mercado de todas as ações de emissão das Companhias, mediante a aplicação do critério acima referido, considerou-se a participação proporcional do valor de mercado das ações de cada Companhia no valor combinado de mercado de todas as ações das Companhias. Os administradores das Companhias consideram a relação de substituição proposta justa e no interesse das Companhias e de seus respectivos acionistas.
Uma vez aprovada a Incorporação de Ações pelas assembléias gerais das Companhias, todos os seus acionistas passarão a ser acionistas da AGRE, mediante a emissão pela AGRE de 100.000.000 (cem milhões) de novas ações ordinárias, atribuídas aos acionistas das Companhias com base na relação de substituição acima definida, resultando no organograma a seguir:
Conforme o disposto na Lei nº 6.404/76, no pressuposto da aprovação da Incorporação de Ações pelas assembleias gerais das Companhias, os acionistas eventualmente dissidentes que forem titulares, na data de divulgação deste Fato Relevante, de ações de emissão das Companhias, terão assegurado o direito de retirada pelos respectivos valores patrimoniais contábeis de suas ações, na forma da lei.
Os Conselhos de Administração das Companhias autorizaram as respectivas diretorias a prosseguir com os atos e documentos necessários para a submissão da Incorporação de Ações aos seus acionistas.
Assim que forem finalizados os documentos exigidos pela legislação para a implementação da Incorporação de Ações, será feita divulgação de novo fato relevante em cumprimento ao disposto na Instrução CVM nº 319/99, com a realização de novas reuniões dos Conselhos de Administração e convocação das competentes assembleias gerais extraordinárias, convocação esta que se estima ocorrer em até 15 (quinze) dias.
Ainda em atendimento aos termos da Instrução CVM nº 358/02, informam também os administradores das Companhias que foi efetivada a alienação pela Agra para a Veremonte Participações S.A. (“Veremonte”) de toda a participação que a Agra detinha indiretamente na Abyara e na Klabin Segall, pelo que a Veremonte passa a deter, indiretamente, 51% do capital social da Abyara e 43,8% do capital social da Klabin Segall, pelo preço de R$189.065.099,69, a ser pago em dinheiro, correspondente ao valor de mercado das participações adquiridas calculado com base no mesmo critério utilizado para determinação da relação de substituição proposta para a Incorporação de Ações.
Os Conselhos de Administração das Companhias deliberaram indicar o Sr. Luiz Roberto Horst Silveira Pinto para presidente do Conselho de Administração e CEO da AGRE a ser eleito na data da aprovação da Incorporação de Ações.
A gestão da nova companhia será inspirada no modelo de gestão de Agra baseado em: planejamento estratégico, meritocracia, transparência e foco em resultados.
AGRE nascerá com:
Capitalização de R$ 2,3 bilhões (28/06/09).
Patrimônio líquido de R$ 1,5 bilhão (base 30/06/09).
Landbank de R$ 19 bilhões (base 30/06/09).
Volume médio diário negociado nos últimos 30 dias na BOVESPA de R$ 38,6 milhões.
Eficiência diferenciada pelas sinergias e redução de custos.
Patrimônio Humano e Inteligência Imobiliária reforçados por talentos oriundos das três companhias.
Diversificação geográfica e de atividades, estando presente em todas as regiões do país e atuando em todos os segmentos imobiliários.
AGRE surgirá como uma das três maiores empresas do setor imobiliário brasileiro e com inédita oferta de valor aos acionistas, clientes, colaboradores e ao mercado.
São Paulo, 1º de setembro de 2009
Marcos Yuiti Mori
Abyara Planejamento Imobiliário S.A.
Diretor Financeiro e de Relações com Investidores
Ricardo Setton
Agra Empreendimentos Imobiliários S.A.
Diretor Financeiro e de Relações com Investidores
Carlos Eduardo Malagoni
Klabin Segall S.A.
Diretor Financeiro e de Relações com Investidores
OAB-SC promove série de reuniões para debater a defensoria dativa
Florianópolis (SC), 01/09/2009
A Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de Santa Catarina está promovendo uma série de reuniões regionais para debater e avaliar em conjunto a questão da Defensoria Dativa no Estado. Na próxima quinta-feira (03) a reunião acontece a partir das 10h, no auditório da sede da OAB-SC, em Florianópolis.
As reuniões estão sendo realizadas em pólos regionais no Estado, buscando a ampla mobilização dos advogados na discussão sobre a relevância da assistência judiciária prestada aos mais necessitados. Até agora já foram realizadas reuniões nas cidades de Criciúma, Blumenau e Balneário Camboriú.
Florianópolis (SC), 01/09/2009
A Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de Santa Catarina está promovendo uma série de reuniões regionais para debater e avaliar em conjunto a questão da Defensoria Dativa no Estado. Na próxima quinta-feira (03) a reunião acontece a partir das 10h, no auditório da sede da OAB-SC, em Florianópolis.
As reuniões estão sendo realizadas em pólos regionais no Estado, buscando a ampla mobilização dos advogados na discussão sobre a relevância da assistência judiciária prestada aos mais necessitados. Até agora já foram realizadas reuniões nas cidades de Criciúma, Blumenau e Balneário Camboriú.
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Prédios verdes
Jornal do Commercio, Marcia Peltier, 31/ago
Segundo dados do Conselho Brasileiro de Construções Sustentáveis (CBCS), os imóveis ditos verdes - construídos com materiais ecologicamente corretos e soluções para o uso inteligente de recursos - terão uma valorização de 20% acima da média, num intervalo de 20 anos. O investimento também é interessante no presente: esse tipo de moradia representam uma redução de 30% no consumo de água e energia.
Jornal do Commercio, Marcia Peltier, 31/ago
Segundo dados do Conselho Brasileiro de Construções Sustentáveis (CBCS), os imóveis ditos verdes - construídos com materiais ecologicamente corretos e soluções para o uso inteligente de recursos - terão uma valorização de 20% acima da média, num intervalo de 20 anos. O investimento também é interessante no presente: esse tipo de moradia representam uma redução de 30% no consumo de água e energia.
sábado, 29 de agosto de 2009
Justiça proíbe venda do Word nos Estados Unidos
Gazeta Brazilian News - U.S.A. - 12/Agosto
O editor de textos Word, da Microsoft, está com a venda proibida nos Estados Unidos. A decisão partiu de uma corte no Texas, e se estende às cópias do Word 2008 para Mac, Word 2003, Word 2007 e à próxima versão do editor de textos, que fará parte do pacote Office 2010 - que tem o lançamento previsto para o primeiro semestre do próximo ano. A Microsoft foi condenada, ainda, ao pagamento de multa no valor de 290 milhões de dólares por danos devido à violação de patentes.
De acordo com informações do jornal The Telegraph, a acusação é de infringência às patentes da companhia canadense i4i, no que se refere à maneira como o Word manipula determinados documentos. A i4i acusa a Microsoft de violar "deliberadamente" uma patente registrada em 1998, sobre métodos de leitura em XML - que permite ao usuário personalizar o formato do processamento do texto.
A liminar que proíbe a comercialização do Word nos EUA também impede a importação do software para o país. A decisão inclui todos os produtos que o editor de textos pode abrir como arquivos XML, a exemplo das extensões .docx e .docm.
A Microsoft tem 60 dias para cumprir a determinação, mas informou que irá apelar. "Estamos desapontados com a decisão do tribunal. Acreditamos que as provas demonstraram claramente que não infringimos nada, e que a patente da i4i é inválida", declarou Kevin Kutz, porta-voz da empresa.
Gazeta Brazilian News - U.S.A. - 12/Agosto
O editor de textos Word, da Microsoft, está com a venda proibida nos Estados Unidos. A decisão partiu de uma corte no Texas, e se estende às cópias do Word 2008 para Mac, Word 2003, Word 2007 e à próxima versão do editor de textos, que fará parte do pacote Office 2010 - que tem o lançamento previsto para o primeiro semestre do próximo ano. A Microsoft foi condenada, ainda, ao pagamento de multa no valor de 290 milhões de dólares por danos devido à violação de patentes.
De acordo com informações do jornal The Telegraph, a acusação é de infringência às patentes da companhia canadense i4i, no que se refere à maneira como o Word manipula determinados documentos. A i4i acusa a Microsoft de violar "deliberadamente" uma patente registrada em 1998, sobre métodos de leitura em XML - que permite ao usuário personalizar o formato do processamento do texto.
A liminar que proíbe a comercialização do Word nos EUA também impede a importação do software para o país. A decisão inclui todos os produtos que o editor de textos pode abrir como arquivos XML, a exemplo das extensões .docx e .docm.
A Microsoft tem 60 dias para cumprir a determinação, mas informou que irá apelar. "Estamos desapontados com a decisão do tribunal. Acreditamos que as provas demonstraram claramente que não infringimos nada, e que a patente da i4i é inválida", declarou Kevin Kutz, porta-voz da empresa.
Material de despachantes que ajudavam imigrante ilegal é levado para perícia
Gazeta Brazilian News - U.S.A. - 24/Agosto
O material apreendido em cinco escritórios de despachantes na zona sul de São Paulo, suspeitos de fornecer documentos falsos a brasileiros para conseguir entrada nos Estados Unidos, foi encaminhado para perícia no Instituto de Criminalística (IC).
O resultado da análise do conteúdo dos quatro computadores e de um laptop deve ser divulgado em cerca de 60 dias pela polícia. Um dos objetivos da perícia é relacionar esses escritórios a cinco pessoas indiciadas que atuavam como despachantes e cujos nomes aparecem em outras operações semelhantes deflagradas no Paraná, Santa Catarina, Espírito Santo e Minas.
“Essa conexão comprova que operações desse tipo se ramificaram em outros estados”, afirmou Paulo Pereira de Paula, titular do Setor de Investigações Gerais (SIG) da 6ª Seccional de São Paulo, em Santo Amaro. Esses falsos despachantes, chamados no jargão policial de zangões, produziam documentos falsos como declaração de imposto de renda, holerites e escrituras de imóveis com valores bem acima aos que as pessoas de fato possuíam para facilitar a obtenção do visto americano. Eles cobravam entre R$ 4 mil e R$ 25 mil pelos documentos falsos.
As investigações começaram em setembro do ano passado, quando o consulado americano denunciou a falsificação de documentos necessários para os vistos. “Decidimos endurecer o modo de agir e, desde setembro, cerca de 40 pessoas foram indiciadas, de falsificadores a interessados em requerer o visto. Mais de cem pessoas já foram ouvidas”, diz o delegado. Os cinco escritórios - dois deles localizados nos fundos de um estacionamento e outro em uma lan house – continuaram funcionando normalmente. Como eles têm alvará de funcionamento, não cabe à polícia fechar esses locais.
Os advogados dos estabelecimentos disseram que vão aguardar a conclusão do processo investigativo para entrar com um eventual recurso quando o processo for instaurado. O consulado americano informou que não vai mudar a política de concessão de vistos. Em São Paulo, cerca de 1,5 mil pessoas são entrevistadas, diariamente - pelo menos 10% têm o pedido negado.
Gazeta Brazilian News - U.S.A. - 24/Agosto
O material apreendido em cinco escritórios de despachantes na zona sul de São Paulo, suspeitos de fornecer documentos falsos a brasileiros para conseguir entrada nos Estados Unidos, foi encaminhado para perícia no Instituto de Criminalística (IC).
O resultado da análise do conteúdo dos quatro computadores e de um laptop deve ser divulgado em cerca de 60 dias pela polícia. Um dos objetivos da perícia é relacionar esses escritórios a cinco pessoas indiciadas que atuavam como despachantes e cujos nomes aparecem em outras operações semelhantes deflagradas no Paraná, Santa Catarina, Espírito Santo e Minas.
“Essa conexão comprova que operações desse tipo se ramificaram em outros estados”, afirmou Paulo Pereira de Paula, titular do Setor de Investigações Gerais (SIG) da 6ª Seccional de São Paulo, em Santo Amaro. Esses falsos despachantes, chamados no jargão policial de zangões, produziam documentos falsos como declaração de imposto de renda, holerites e escrituras de imóveis com valores bem acima aos que as pessoas de fato possuíam para facilitar a obtenção do visto americano. Eles cobravam entre R$ 4 mil e R$ 25 mil pelos documentos falsos.
As investigações começaram em setembro do ano passado, quando o consulado americano denunciou a falsificação de documentos necessários para os vistos. “Decidimos endurecer o modo de agir e, desde setembro, cerca de 40 pessoas foram indiciadas, de falsificadores a interessados em requerer o visto. Mais de cem pessoas já foram ouvidas”, diz o delegado. Os cinco escritórios - dois deles localizados nos fundos de um estacionamento e outro em uma lan house – continuaram funcionando normalmente. Como eles têm alvará de funcionamento, não cabe à polícia fechar esses locais.
Os advogados dos estabelecimentos disseram que vão aguardar a conclusão do processo investigativo para entrar com um eventual recurso quando o processo for instaurado. O consulado americano informou que não vai mudar a política de concessão de vistos. Em São Paulo, cerca de 1,5 mil pessoas são entrevistadas, diariamente - pelo menos 10% têm o pedido negado.
Possibilidade de acordo previdenciário Brasil – EUA
Gazeta Brazilian News - U.S.A. - 24/Agosto
O Ministério da Previdência (MPS) do Brasil iniciou, no período de 24 a 28 de agosto, negociação com a “Social Security Administration” dos EUA, visando a assinatura de acordo previdenciário entre o Brasil e os EUA. A delegação brasileira será integrada por técnicos do MPS e diplomatas do Ministério das Relações Exteriores (MRE) e será chefiada pelo Secretário de Políticas de Previdência Social, Helmut Schwarzer.
Paralelamente, será realizada missão do Subsecretário-Geral das Comunidades Brasileiras no Exterior e do Secretário Executivo do MPS, Sr. Carlos Eduardo Gabas, para encontros com autoridades norte-americanas dos Departamentos de Estado e de Trabalho e representantes das comunidades brasileiras nos EUA. O MRE tem cooperado com a Secretaria de Políticas de Previdência Social do MPS no sentido de ampliar o número de países com os quais o Brasil mantém acordo de cooperação em matéria previdenciária.
O principal objetivo desses acordos é permitir que os trabalhadores possam somar, para fins da solicitação de aposentadoria ou outros benefícios, os tempos de contribuição registrados nos dois sistemas previdenciários.
As autoridades previdenciárias americanas têm demonstrado ampla receptividade, sinalizando a importância de um acordo previdenciário com o Brasil. A comunidade brasileira nos Estados Unidos, estimada em 1.280.000, é a maior da diáspora brasileira, o que acarreta especial relevância à negociação.
A estratégia do Itamaraty e do MPS em relação à negociação de novos acordos tem sido a de buscar celebrar instrumentos com o potencial de beneficiar o maior número possível de cidadãos brasileiros, sem prejuízo de conversações mantidas com países de comunidades menos numerosas. Nos últimos dois meses, foram realizadas rodadas de conversações com Japão, Canadá, Alemanha, Síria e Colômbia, e contatos preliminares vêm sendo mantidos com Líbano e Coreia. O novo acordo firmado com o Chile entrará em vigor, no dia 1 de outubro.
Gazeta Brazilian News - U.S.A. - 24/Agosto
O Ministério da Previdência (MPS) do Brasil iniciou, no período de 24 a 28 de agosto, negociação com a “Social Security Administration” dos EUA, visando a assinatura de acordo previdenciário entre o Brasil e os EUA. A delegação brasileira será integrada por técnicos do MPS e diplomatas do Ministério das Relações Exteriores (MRE) e será chefiada pelo Secretário de Políticas de Previdência Social, Helmut Schwarzer.
Paralelamente, será realizada missão do Subsecretário-Geral das Comunidades Brasileiras no Exterior e do Secretário Executivo do MPS, Sr. Carlos Eduardo Gabas, para encontros com autoridades norte-americanas dos Departamentos de Estado e de Trabalho e representantes das comunidades brasileiras nos EUA. O MRE tem cooperado com a Secretaria de Políticas de Previdência Social do MPS no sentido de ampliar o número de países com os quais o Brasil mantém acordo de cooperação em matéria previdenciária.
O principal objetivo desses acordos é permitir que os trabalhadores possam somar, para fins da solicitação de aposentadoria ou outros benefícios, os tempos de contribuição registrados nos dois sistemas previdenciários.
As autoridades previdenciárias americanas têm demonstrado ampla receptividade, sinalizando a importância de um acordo previdenciário com o Brasil. A comunidade brasileira nos Estados Unidos, estimada em 1.280.000, é a maior da diáspora brasileira, o que acarreta especial relevância à negociação.
A estratégia do Itamaraty e do MPS em relação à negociação de novos acordos tem sido a de buscar celebrar instrumentos com o potencial de beneficiar o maior número possível de cidadãos brasileiros, sem prejuízo de conversações mantidas com países de comunidades menos numerosas. Nos últimos dois meses, foram realizadas rodadas de conversações com Japão, Canadá, Alemanha, Síria e Colômbia, e contatos preliminares vêm sendo mantidos com Líbano e Coreia. O novo acordo firmado com o Chile entrará em vigor, no dia 1 de outubro.
Imigrante brasileiro é muito produtivo e ajuda na economia dos EUA, diz estudo
Gazeta Brazilian News - U.S.A. - 24/Agosto - 14:25
Muitas vezes apontados como os vilões por setores mais conservadores da sociedade norte-americana, os milhões de imigrantes que vivem no país têm efeito positivo para a economia dos Estados Unidos, segundo estudo publicado neste ano.
É o caso pelo menos dos imigrantes brasileiros que, de acordo com o estudo, são responsáveis por uma contribuição de US$ 58 bilhões (mais de R$ 107 bilhões) para o Produto Interno Bruto norte-americano, além de gerarem 628 mil empregos e de pagarem US$ 7,5 bilhões (quase R$ 14 bilhões) em impostos.
Estes dados fazem parte do livro recém-publicado “Brasileiros na América”. Nele, o cientista político brasileiro Álvaro Lima, que vive nos Estados Unidos há 23 anos e é diretor de pesquisas da Prefeitura de Boston, traça o mais completo perfil da comunidade brasileira imigrante nos Estados Unidos, apontando desde o estado de origem no Brasil, a idade, o sexo, o nível educacional, a proficiência em inglês, a profissão, a remuneração e as remessas de dinheiro que essas pessoas mandam para a família que ficou no país de origem.
“O brasileiro imigrante tem um nível de educação e de produtividade mais alto do que os outros imigrantes. É uma imigração, em geral, de pessoas de classe média, de cidades e regiões de médio porte, como Governador Valadades, que é diferente da imigração mexicana, por exemplo, que é rural, saindo do campo mexicano para o campo norte-americano”, explicou Lima.
Gazeta Brazilian News - U.S.A. - 24/Agosto - 14:25
Muitas vezes apontados como os vilões por setores mais conservadores da sociedade norte-americana, os milhões de imigrantes que vivem no país têm efeito positivo para a economia dos Estados Unidos, segundo estudo publicado neste ano.
É o caso pelo menos dos imigrantes brasileiros que, de acordo com o estudo, são responsáveis por uma contribuição de US$ 58 bilhões (mais de R$ 107 bilhões) para o Produto Interno Bruto norte-americano, além de gerarem 628 mil empregos e de pagarem US$ 7,5 bilhões (quase R$ 14 bilhões) em impostos.
Estes dados fazem parte do livro recém-publicado “Brasileiros na América”. Nele, o cientista político brasileiro Álvaro Lima, que vive nos Estados Unidos há 23 anos e é diretor de pesquisas da Prefeitura de Boston, traça o mais completo perfil da comunidade brasileira imigrante nos Estados Unidos, apontando desde o estado de origem no Brasil, a idade, o sexo, o nível educacional, a proficiência em inglês, a profissão, a remuneração e as remessas de dinheiro que essas pessoas mandam para a família que ficou no país de origem.
“O brasileiro imigrante tem um nível de educação e de produtividade mais alto do que os outros imigrantes. É uma imigração, em geral, de pessoas de classe média, de cidades e regiões de médio porte, como Governador Valadades, que é diferente da imigração mexicana, por exemplo, que é rural, saindo do campo mexicano para o campo norte-americano”, explicou Lima.
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