"A Sadia virou Geni"
Apesar da crise financeira que atinge a empresa, Luiz Fernando Furlan mantém o tom confiante e dispara: "Estão querendo comprar a Sadia a preço de banana, mas não vão conseguir".
Revista EXAME - Por Daniella Camargos | 05.02.2009 |
Quando assumiu o comando da Sadia, em outubro, Luiz Fernando Furlan se desdobrou para tranquilizar os funcionários, os fornecedores e, principalmente, os investidores. Poucas semanas antes, a empresa, uma das maiores fabricantes de alimentos do país, havia anunciado um prejuízo de 760 milhões de reais causado por uma desastrada operação com derivativos cambiais. O mercado respondeu de forma rápida e drástica. Em três dias, as ações da companhia perderam metade de seu valor. "O pior já passou", disse Furlan, ao tomar posse como presidente do conselho de administração da Sadia, cargo que já havia exercido entre 1993 e 2002. O que se seguiu, porém, mostrou que o pior estava por vir. Nos últimos meses, Furlan e seus executivos corriam para obter um aporte de aproximadamente 1 bilhão de reais para a empresa. O mais provável candidato é o BNDES, que vem assumindo com ímpeto renovado as funções de hospital de negócios em crise. Até o fechamento desta edição, um acordo ainda não havia sido concluído.
Os problemas financeiros levaram os analistas a traçar cenários sombrios para o futuro da Sadia. O Bank of America Merrill Lynch foi categórico: caso não receba uma injeção de 2 bilhões de reais, a empresa pode parar até junho de 2009 por falta de caixa. "Estamos sendo apedrejados", disse Furlan a EXAME, num dos intervalos do Fórum Econômico Mundial, realizado em Davos, na Suíça, e em meio a um frio de 2 graus abaixo de zero. "A Sadia virou a Geni da vez."
Ao afirmar isso, o ex-ministro Furlan volta-se para uma Sadia que continua a ser dona de uma das marcas mais reconhecidas do país, opera 18 fábricas e cresceu a uma média de 16% ao ano no período de 2003 a 2007. A Sadia é uma operação que, para onde quer que se olhe, vai bem. O que Furlan não nega é que essa situação não passa pelo front financeiro. O dinheiro que a empresa tomou emprestado para pagar o rombo de 760 milhões de reais provocado pela crise dos derivativos vem custando caro. Segundo a corretora Ativa, a Sadia tem uma dívida de 1 bilhão de reais com vencimento no prazo de até um ano. Essa dívida, captada às pressas no fim do ano passado, custa o equivalente a 125% do CDI, pelo menos 10 pontos percentuais a mais do que as empresas do porte da Sadia costumam pagar em períodos sem crise - da í a necessidade de obter o mais rápido possível um aporte de capital. Ainda não se sabe, com precisão, o tamanho final do prejuízo que será causado pelos contratos de derivativos não liquidados em setembro do ano passado. O banco Brascan estima que o prejuízo financeiro da Sadia em 2008 tenha somado 2,5 bilhões de reais (ou seja, 1,75 bilhão de reais a mais do que o buraco anunciado antes da posse de Furlan). Caso esses números sejam reais, a dívida total da companhia chegaria a 4,7 bilhões de reais, o equivalente a quase quatro vezes sua geração de caixa - nível muito acima da média histórica da empresa, de uma a duas vezes a geração de caixa.
Vale menos, deve mais
A possibilidade de um aporte do BNDES é reflexo do insucesso das negociações que, nos últimos meses, vinham acontecendo com fundos de investimento. O objetivo das conversas, intermediadas pelo BBI, banco de investimento do Bradesco, era conseguir um parceiro capitalizado e, assim, aliviar a situação financeira da Sadia. A empresa conversou com fundos como Advent, Gávea, Carlyle e Mitsubishi, mas as negociações não prosperaram. O impasse ocorre basicamente por um motivo, de acordo com executivos que participam das negociações - Furlan busca um sócio que resolva o problema financeiro da companhia, mas quer continuar dando as ordens. Ou seja, não considera abrir mão do controle. "A Sadia está nessa situação justamente por um problema de governança", diz o diretor de um dos fundos que analisaram a companhia. "Vai ser muito difícil encontrar alguém que aceite investir mais de 1 bilhão de reais e sentar no banco de trás, sem mandar."
Segundo representantes de fundos ouvidos por EXAME, o modelo considerado ideal é aquele em que Furlan aceita compartilhar o controle da Sadia com o novo sócio. "Ninguém é louco de querer tirá-lo do comando", diz o assessor financeiro de um fundo interessado na Sadia. Caso Furlan e os outros controladores aceitem dividir o comando com um sócio financeiro, outra questão deve surgir: o preço. De acordo com um executivo da Sadia próximo às negociações, a empresa não aceita ofertas inferiores a 8 reais por ação, quase três vezes mais do que o valor atual dos papéis da empresa. "Estão querendo comprar a Sadia a preço de banana, mas isso não vai acontecer", diz Furlan. "Não temos dívidas vencendo nos próximos nove meses. Podemos esperar." Ainda segundo Furlan, a interrupção na negociação com os fundos foi decidida pela própria Sadia, insatisfeita com os valores que vinham sendo oferecidos. "Quando apresentarmos os resultados do primeiro trimestre de 2009, estaremos em melhores condições para negociar", diz. Diante dos impasses, os analistas já começam a traçar outros cenários para a companhia, entre eles uma difícil - na opinião de todos os envolvidos - fusão com a Perdigão. Um relatório do Bank of America Merrill Lynch calcula uma economia de quase 2 bilhões de reais com as sinergias que surgiriam no caso de uma união entre as duas empresas. Não é a primeira vez que essa hipótese é aventada. Em 2006, num lance inesperado, a Sadia tentou comprar a Perdigão por meio de uma oferta hostil no mercado de ações. Diante da resistência feroz do concorrente, a Sadia recuou.
Com a interrupção nas negociações com os fundos, Furlan busca alternativas de curto prazo para fazer caixa. Entre elas está o adiantamento com os bancos de linhas de crédito de exportação, a venda de terrenos, fazendas, da sede da empresa de 100 000 metros quadrados, em São Paulo, e do conglomerado finaceiro da Sadia, que inclui uma gestora de recursos, uma corretora e o banco Concórdia, recém-aprovado pelo Banco Central. Criado com base no modelo do Banco Votorantim, o Concórdia nasceu para auxiliar no crescimento da Sadia, financiando toda a cadeia produtiva da empresa - e poderia, como aconteceu com a Votorantim, tornar-se um negócio independente no futuro. A companhia contratou executivos renomados para tocar o negócio. O engenheiro João Rabêllo saiu da presidência do banco Fibra para assumir o comando da instituição. Como diretores, foram contratados Ricardo Amorim (ex-economista do banco WestLB e comentarista do programa Manhattan Connection, do canal a cabo GNT), Emílio Otranto (ex-superintendente da Associação Nacional de Bancos de Investimento), Reinaldo Hossepian (ex-Banco Votorantim) e José Antônio Gragnani (ex-secretário adjunto do Tesouro Nacional). Com a crise dos derivativos, porém, o negócio ficou estagnado, e Furlan decidiu vender metade do capital do conglomerado financeiro a uma instituição de varejo. A firma de assessoria de fusões e aquisições Latin Finance foi contratada recentemente para fazer o levantamento do valor dos ativos e encontrar um sócio para a operação. Enquanto o banco fica em compasso de espera, alguns executivos estão emprestados para outras operações da Sadia. Amorim, por exemplo, tem dado expediente na corretora. Rabêllo, Gragnani e Otranto foram recrutados pelo departamento financeiro da Sadia para tentar encontrar soluções para o rombo aberto pelos derivativos.
Desde que assumiu a Sadia, Furlan vem colocando em operação uma drástica redução de custos. Demitiu 350 profissionais que ocupavam cargos de gerência, diretoria e supervisão em todas as fábricas (as demissões devem gerar uma economia anual de 44 milhões de reais em salários). Os cargos de vice-presidente foram extintos, assim como algumas diretorias. Furlan também determinou que a diretoria financeira passe a ser subordinada à presidência executiva, algo que não acontecia na gestão anterior. A reestruturação está literalmente derrubando paredes dentro da Sadia. A partir de agora, o presidente executivo, Gilberto Tomazoni, dividirá uma grande sala com vários diretores, como os de mercados interno e externo, recursos humanos, vendas, negócios e, claro, o diretor financeiro. O objetivo da nova estrutura é simplificar alguns processos e permitir mais agilidade nas decisões. As medidas foram aplaudidas pelos analistas como um passo necessário para a melhoria da estrutura interna da Sadia - mas ninguém duvida de que serão inócuas até que a situação financeira comece, de fato, a melhorar.
quarta-feira, 18 de março de 2009
Sadia diz que está em negociações com a rival Perdigão
Exame/noticias - 17.03.09 | 07:30
Desde que anunciou uma perda de R$ 760 milhões com derivativos cambiais, em setembro do ano passado, a Sadia vem sendo alvo de rumores.
Um dos mais persistentes era de que a empresa poderia se fundir com a rival Perdigão, movimento considerado por todo o mercado com um negócio dos mais difíceis. Ontem, porém, a Sadia admitiu pela primeira vez que as duas empresas estão, pelo menos, conversando sobre isso.
Em comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a Sadia diz que vem analisando "diversas operações de natureza societária". "Nesse âmbito, incluem-se também a realização de entendimentos recentes com a Perdigão, com vistas a analisar a viabilidade e a convergência de interesses em algum tipo de associação."
O comunicado veio depois de as ações da empresa subirem 2,15% no pregão de ontem da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), após a informação da revista Veja de que as empresas estavam conversando. Os papéis da Perdigão tiveram um desempenho ainda melhor, com alta de 2,35%, em um dia em que a Bolsa recuou 1,05%.
A grande busca da Sadia é por uma forma rápida de capitalização. A empresa já negociou com vários fundos de investimento, e estava disposta a vender pelo menos 20%do capital. Mas nenhuma das negociações foi à frente.
Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo no mês passado, o presidente do Conselho de Administração da Sadia, Luiz Fernando Furlan, afirmou que todos os possíveis sócios queriam pagar pouco para ter muito da empresa. O executivo afirmou que iria esperar o anúncio dos resultados do quarto trimestre de 2008, quando todos conheceriam a real situação da empresa, para voltar à mesa de negociações.
Perdigão nega
Em comunicado enviado ao mercado no fim da noite de ontem à CVM, a Perdigão informou que, "embora tenham se desenvolvido discussões preliminares para uma eventual associação" entre a companhia e a Sadia, "as partes não chegaram a qualquer entendimento sobre a matéria". "Desta forma, não há, nesta data, qualquer negociação em curso", informa a Perdigão no documento.
Com informações do jornal O Estado de S. Paulo.
Exame/noticias - 17.03.09 | 07:30
Desde que anunciou uma perda de R$ 760 milhões com derivativos cambiais, em setembro do ano passado, a Sadia vem sendo alvo de rumores.
Um dos mais persistentes era de que a empresa poderia se fundir com a rival Perdigão, movimento considerado por todo o mercado com um negócio dos mais difíceis. Ontem, porém, a Sadia admitiu pela primeira vez que as duas empresas estão, pelo menos, conversando sobre isso.
Em comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a Sadia diz que vem analisando "diversas operações de natureza societária". "Nesse âmbito, incluem-se também a realização de entendimentos recentes com a Perdigão, com vistas a analisar a viabilidade e a convergência de interesses em algum tipo de associação."
O comunicado veio depois de as ações da empresa subirem 2,15% no pregão de ontem da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), após a informação da revista Veja de que as empresas estavam conversando. Os papéis da Perdigão tiveram um desempenho ainda melhor, com alta de 2,35%, em um dia em que a Bolsa recuou 1,05%.
A grande busca da Sadia é por uma forma rápida de capitalização. A empresa já negociou com vários fundos de investimento, e estava disposta a vender pelo menos 20%do capital. Mas nenhuma das negociações foi à frente.
Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo no mês passado, o presidente do Conselho de Administração da Sadia, Luiz Fernando Furlan, afirmou que todos os possíveis sócios queriam pagar pouco para ter muito da empresa. O executivo afirmou que iria esperar o anúncio dos resultados do quarto trimestre de 2008, quando todos conheceriam a real situação da empresa, para voltar à mesa de negociações.
Perdigão nega
Em comunicado enviado ao mercado no fim da noite de ontem à CVM, a Perdigão informou que, "embora tenham se desenvolvido discussões preliminares para uma eventual associação" entre a companhia e a Sadia, "as partes não chegaram a qualquer entendimento sobre a matéria". "Desta forma, não há, nesta data, qualquer negociação em curso", informa a Perdigão no documento.
Com informações do jornal O Estado de S. Paulo.
Lula analisa mudanças na caderneta de poupança
exame/noticias 16.03.2009 | 20:16 (Reportagem de Walter Brandimarte)
(Reuters) - O governo estuda uma possível alteração para o rendimento da caderneta de poupança que pode passar a competir com a rentabilidade dos títulos do governo indexados à taxa básica de juros, a Selic.
"Vamos discutir. Não posso ficar adivinhando o que vamos fazer. Vamos sentar para ver como ela vai ficar", disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a jornalistas em Nova York, após participar de seminário para investidores.
Ele lembrou que já houve alteração nas regras da caderneta de poupança há dois anos. "Quando gente que tinha muito dinheiro queria colocar na poupança, nós mexemos para garantir a poupança apenas para os pequenos poupadores, para quem precisa da poupança", completou, afirmando que grandes investidores têm que procurar outro tipo de investimento.
Com a expectativa de futuras quedas da taxa Selic, que atualmente se encontra em 11,25 por cento ao ano, os títulos do governo brasileiro podem se tornar menos atrativos do que a caderneta de poupança, que rende TR (Taxa Referencial) mais 6 por cento ao ano.
exame/noticias 16.03.2009 | 20:16 (Reportagem de Walter Brandimarte)
(Reuters) - O governo estuda uma possível alteração para o rendimento da caderneta de poupança que pode passar a competir com a rentabilidade dos títulos do governo indexados à taxa básica de juros, a Selic.
"Vamos discutir. Não posso ficar adivinhando o que vamos fazer. Vamos sentar para ver como ela vai ficar", disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a jornalistas em Nova York, após participar de seminário para investidores.
Ele lembrou que já houve alteração nas regras da caderneta de poupança há dois anos. "Quando gente que tinha muito dinheiro queria colocar na poupança, nós mexemos para garantir a poupança apenas para os pequenos poupadores, para quem precisa da poupança", completou, afirmando que grandes investidores têm que procurar outro tipo de investimento.
Com a expectativa de futuras quedas da taxa Selic, que atualmente se encontra em 11,25 por cento ao ano, os títulos do governo brasileiro podem se tornar menos atrativos do que a caderneta de poupança, que rende TR (Taxa Referencial) mais 6 por cento ao ano.
terça-feira, 17 de março de 2009
EPE: crise terá maior impacto em energias mais caras, como eólica
Da FolhaNews
O presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, disse nesta terça-feira (17/03) que a crise financeira impactará os investimentos em energia, principalmente as mais caras, como a eólica.
Segundo Tolmasquim, porém, a crise pode ser uma oportunidade para o país comprar equipamentos com preços mais baixos.
"As energias mais caras provavelmente terão um impacto maior do que as mais baratas. Nitidamente, tem um desaquecimento no mundo e, assim, pode ser uma oportunidade para o Brasil na parte de equipamentos", afirmou, durante audiência pública na Comissão de Energias Renováveis na Câmara dos Deputados. Segundo Tolmasquim, a crise poderá baratear também equipamentos para a exploração de petróleo no pré-sal, como sondas, por exemplo. "Tem aspectos da crise que acabam sendo interessantes, sendo uma oportunidade", completou.
Leilão
Em outubro, o governo fará um leilão específico para energia eólica. Segundo Tolmasquim, apesar de essa ser uma fonte mais cara, é importante contratá-la para garantir que o Brasil tenha a tecnologia.
"Hoje o preço da eólica vem caindo, então, apesar de ela ser mais cara, é importante o Brasil se apropriar da tecnologia", disse.
Da FolhaNews
O presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, disse nesta terça-feira (17/03) que a crise financeira impactará os investimentos em energia, principalmente as mais caras, como a eólica.
Segundo Tolmasquim, porém, a crise pode ser uma oportunidade para o país comprar equipamentos com preços mais baixos.
"As energias mais caras provavelmente terão um impacto maior do que as mais baratas. Nitidamente, tem um desaquecimento no mundo e, assim, pode ser uma oportunidade para o Brasil na parte de equipamentos", afirmou, durante audiência pública na Comissão de Energias Renováveis na Câmara dos Deputados. Segundo Tolmasquim, a crise poderá baratear também equipamentos para a exploração de petróleo no pré-sal, como sondas, por exemplo. "Tem aspectos da crise que acabam sendo interessantes, sendo uma oportunidade", completou.
Leilão
Em outubro, o governo fará um leilão específico para energia eólica. Segundo Tolmasquim, apesar de essa ser uma fonte mais cara, é importante contratá-la para garantir que o Brasil tenha a tecnologia.
"Hoje o preço da eólica vem caindo, então, apesar de ela ser mais cara, é importante o Brasil se apropriar da tecnologia", disse.
Construção espera que pacote habitacional traga redução de impostos
Agência Brasil Publicação: 17/03/2009 19:59
O setor da construção civil espera que o pacote habitacional que será lançado pelo governo na próxima semana traga desoneração de impostos. Segundo o presidente executivo da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), Melvyn Fox, o que o segmento mais espera é a redução a zero do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para materiais de construção.
“O que nós esperamos é que seja anunciada no dia 23 a redução do IPI. Estamos pleiteando IPI zero para todos os materiais de construção num período de dois anos, porque entendemos que esse é o caminho mais forte para atingir tanto o setor de varejo quanto o de construções edificadas”, afirmou Fox, ao participar do 2º Seminário Nacional Construção Civil no Brasil Desafios e Oportunidades, promovido pelo Ministério da Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e ´pela Federação do Comércio do Distrito Federal..
Fox disse ainda que, caso o governo realmente construa 1 milhão de casas, como deverá ser proposto no pacote, serão gerados 500 mil empregos por ano no setor de materiais de construção. Além disso, será reduzido o déficit habitacional no país.
De acordo com o secretário adjunto de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Dyogo Henrique de Oliveira, as medidas do pacote habitacional serão conjunturais, ou seja, para enfrentar o momento econômica atual.
Ele disse que o governo destinará um grande volume de recursos para a construção das casas, mas não quis adiantar os valores. Segundo Oliveira, o setor de construção civil terá um papel importante dentro do pacote. “O governo está decidido a fazer da indústria da construção civil, principalmente o mercado residencial, a mola propulsora da retomada do crescimento.”.
O pacote habitacional deverá ser lançado na próxima segunda-feira (23/03). Nele, está prevista a construção de 1 milhão de casas até o próximo ano para famílias com renda de até dez salários mínimos.
Agência Brasil Publicação: 17/03/2009 19:59
O setor da construção civil espera que o pacote habitacional que será lançado pelo governo na próxima semana traga desoneração de impostos. Segundo o presidente executivo da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), Melvyn Fox, o que o segmento mais espera é a redução a zero do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para materiais de construção.
“O que nós esperamos é que seja anunciada no dia 23 a redução do IPI. Estamos pleiteando IPI zero para todos os materiais de construção num período de dois anos, porque entendemos que esse é o caminho mais forte para atingir tanto o setor de varejo quanto o de construções edificadas”, afirmou Fox, ao participar do 2º Seminário Nacional Construção Civil no Brasil Desafios e Oportunidades, promovido pelo Ministério da Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e ´pela Federação do Comércio do Distrito Federal..
Fox disse ainda que, caso o governo realmente construa 1 milhão de casas, como deverá ser proposto no pacote, serão gerados 500 mil empregos por ano no setor de materiais de construção. Além disso, será reduzido o déficit habitacional no país.
De acordo com o secretário adjunto de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Dyogo Henrique de Oliveira, as medidas do pacote habitacional serão conjunturais, ou seja, para enfrentar o momento econômica atual.
Ele disse que o governo destinará um grande volume de recursos para a construção das casas, mas não quis adiantar os valores. Segundo Oliveira, o setor de construção civil terá um papel importante dentro do pacote. “O governo está decidido a fazer da indústria da construção civil, principalmente o mercado residencial, a mola propulsora da retomada do crescimento.”.
O pacote habitacional deverá ser lançado na próxima segunda-feira (23/03). Nele, está prevista a construção de 1 milhão de casas até o próximo ano para famílias com renda de até dez salários mínimos.
segunda-feira, 16 de março de 2009
Enrique Bañuelos deja la gestion de CV Capital
Marzo 10, 2009 at 12:06 pm
Enrique Bañuelos ha decidido dejar la gestion diaria de su sociedad-buque insignia la CV Capital, y lo ha dejado en manos de IGNACIO BONILLA GANOSA, el que fuera el jefe del Banco de Sabadell en la comunidad valenciana. Y tambien se tienen que tener en cuanta que su otro compañero de fatigas JON PALOMERO está en FUTUR NOSTRUM, una inmobiliaria que está latente, que no es lo mismo que estar muerta.
Como siempre he dicho el secreto de ENRIQUE BAÑUELOS es el de haber conseguido un gran equipo de trabajo e implementar una filosofia de trabajo la cual la aplico a ASTROC y a CV CAPITAL.
Pero solo ha dejado la gestión diaria sigue siendo el administrador unico de la mencionada sociedad y eso es debido a varios motivos y el primero y principal es para dedicarse exclusivamente a sus proyectos en Brasil. Ya sabes, lo de la compra de Abyara y todo eso en donde particularmente creo que creará un montro de sociedad; para conseguirlo, ira paso a paso, poco a poco, y sin hacer mucho ruido. El primer paso es comprar una sociedad pequeña, pero bonita, y sobretodo que cotice en bolsa y la primera es ABYARA, a la que seguramente seguirán mas.
Pero porque Brasil, la respuesta es 188.098.127 habitantes con lo cual habrá mucha demanda; mas o menos lo que pasó en España, ya que todo se rige por la oferta y demanda y paulatinamente esta poblacion crecerá y necesitarán un pisito para vivir y eso se sabe …… lo que tambien se sabe es que en brasil hay muchas compañias de promotoras - pero pocas grandes - con lo cual, por ejemplo, si hay 20 promotoras de 100 millones de $ y logras fusionar de esas 20 unas 10 promotoras de 100 millones de $, consigues no solo una empresa de 1000 millones de $; consigues que haya una gran diferencia con respecto a las demás. Porque seamos sensatos que es ACS, sino la fusion de CONSTRUCCIONES PADROS, OCISA, DRAGADOS, AUXINI Y GINES NAVARRO, eso si ahora es una gran empresa gracias a la buena gestion de Florentino.
Marzo 10, 2009 at 12:06 pm
Enrique Bañuelos ha decidido dejar la gestion diaria de su sociedad-buque insignia la CV Capital, y lo ha dejado en manos de IGNACIO BONILLA GANOSA, el que fuera el jefe del Banco de Sabadell en la comunidad valenciana. Y tambien se tienen que tener en cuanta que su otro compañero de fatigas JON PALOMERO está en FUTUR NOSTRUM, una inmobiliaria que está latente, que no es lo mismo que estar muerta.
Como siempre he dicho el secreto de ENRIQUE BAÑUELOS es el de haber conseguido un gran equipo de trabajo e implementar una filosofia de trabajo la cual la aplico a ASTROC y a CV CAPITAL.
Pero solo ha dejado la gestión diaria sigue siendo el administrador unico de la mencionada sociedad y eso es debido a varios motivos y el primero y principal es para dedicarse exclusivamente a sus proyectos en Brasil. Ya sabes, lo de la compra de Abyara y todo eso en donde particularmente creo que creará un montro de sociedad; para conseguirlo, ira paso a paso, poco a poco, y sin hacer mucho ruido. El primer paso es comprar una sociedad pequeña, pero bonita, y sobretodo que cotice en bolsa y la primera es ABYARA, a la que seguramente seguirán mas.
Pero porque Brasil, la respuesta es 188.098.127 habitantes con lo cual habrá mucha demanda; mas o menos lo que pasó en España, ya que todo se rige por la oferta y demanda y paulatinamente esta poblacion crecerá y necesitarán un pisito para vivir y eso se sabe …… lo que tambien se sabe es que en brasil hay muchas compañias de promotoras - pero pocas grandes - con lo cual, por ejemplo, si hay 20 promotoras de 100 millones de $ y logras fusionar de esas 20 unas 10 promotoras de 100 millones de $, consigues no solo una empresa de 1000 millones de $; consigues que haya una gran diferencia con respecto a las demás. Porque seamos sensatos que es ACS, sino la fusion de CONSTRUCCIONES PADROS, OCISA, DRAGADOS, AUXINI Y GINES NAVARRO, eso si ahora es una gran empresa gracias a la buena gestion de Florentino.
sábado, 14 de março de 2009
Lula diz a Obama que é preciso restabelecer crédito
WASHINGTON (Reuters) - 14.03.09 - Por Jeff Mason
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva ressaltou neste sábado, ao lado do presidente dos EUA, Barack Obama, que é preciso restabelecer o crédito, voltou a criticar o protecionismo e disse que a crise pode ser resolvida com decisões políticas.
"Essa crise econômica pode ser resolvida com decisões políticas no encontro do G20. Nós precisamos restabelecer a credibilidade e a confiança da sociedade no sistema financeiro", afirmou o presidente Lula em entrevista à imprensa após um encontro com Obama na Casa Branca.
"Precisamos restabelecer a credibilidade e a confiança da sociedade nos governos e para isso nós precisamos fazer com que o crédito volte a fluir normalmente dentro de cada país", acrescentou.
Lula afirmou ainda que ambos os países vão trabalhar juntos para construir uma proposta no G20. O presidente ressaltou a importância de os dirigentes que vão participar do encontro, em abril, estarem convencidos de que "a decisão tem que ser mais rápida".
O presidente Lula disse ainda ter argumentado com Obama sobre a necessidade de retomar as conversações sobre a Rodada de Doha, lançada no final de 2001 para liberar o comércio mundial e estimular países em desenvolvimento, apesar de reconhecer as dificuldades para isso em meio à crise.
"Eu disse ao presidente Obama que era extremamente importante, mesmo sabendo que não vai ser fácil, reabrir a discussão sobre a Rodada de Doha", afirmou.
Lula, falando mais uma vez contra o protecionismo, ressaltou a importância de "dinamizar as economias internamente e garantir o crédito para o comércio".
Barack Obama, por sua vez, reconheceu que aumentar o protecionismo em um momento de crise pode ter o resultado inverso. "É tendência natural na crise jogar o sacrifício para os outros. Mas é importante garantir a troca de bens, serviços e produtos. Vamos trabalhar junto com o Brasil nesse tema. O objetivo é, no mínimo, não andar para trás", disse Obama.
O presidente Lula aproveitou o encontro para defender o etanol brasileiro, mas Obama afirmou que a "tensão" com o Brasil sobre biocombustíveis não vai mudar do dia para a noite, mas pode ser resolvida com o tempo.
Obama, no entanto, elogiou a liderança do país nessa área. "A minha política é dobrar os esforços no mesmo sentido", afirmou Obama.
Em um clima descontraído, Lula falou, desta fez na sua frente, que reza pelo presidente norte-americano. "Desde a sua posse, há 40 dias, eu digo que eu rezo mais pelo Obama do que por mim. E digo que eu não queria estar no seu lugar", afirmou Lula.
Ao que Obama respondeu na hora: "Parece que você andou falando com a minha mulher".
WASHINGTON (Reuters) - 14.03.09 - Por Jeff Mason
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva ressaltou neste sábado, ao lado do presidente dos EUA, Barack Obama, que é preciso restabelecer o crédito, voltou a criticar o protecionismo e disse que a crise pode ser resolvida com decisões políticas.
"Essa crise econômica pode ser resolvida com decisões políticas no encontro do G20. Nós precisamos restabelecer a credibilidade e a confiança da sociedade no sistema financeiro", afirmou o presidente Lula em entrevista à imprensa após um encontro com Obama na Casa Branca.
"Precisamos restabelecer a credibilidade e a confiança da sociedade nos governos e para isso nós precisamos fazer com que o crédito volte a fluir normalmente dentro de cada país", acrescentou.
Lula afirmou ainda que ambos os países vão trabalhar juntos para construir uma proposta no G20. O presidente ressaltou a importância de os dirigentes que vão participar do encontro, em abril, estarem convencidos de que "a decisão tem que ser mais rápida".
O presidente Lula disse ainda ter argumentado com Obama sobre a necessidade de retomar as conversações sobre a Rodada de Doha, lançada no final de 2001 para liberar o comércio mundial e estimular países em desenvolvimento, apesar de reconhecer as dificuldades para isso em meio à crise.
"Eu disse ao presidente Obama que era extremamente importante, mesmo sabendo que não vai ser fácil, reabrir a discussão sobre a Rodada de Doha", afirmou.
Lula, falando mais uma vez contra o protecionismo, ressaltou a importância de "dinamizar as economias internamente e garantir o crédito para o comércio".
Barack Obama, por sua vez, reconheceu que aumentar o protecionismo em um momento de crise pode ter o resultado inverso. "É tendência natural na crise jogar o sacrifício para os outros. Mas é importante garantir a troca de bens, serviços e produtos. Vamos trabalhar junto com o Brasil nesse tema. O objetivo é, no mínimo, não andar para trás", disse Obama.
O presidente Lula aproveitou o encontro para defender o etanol brasileiro, mas Obama afirmou que a "tensão" com o Brasil sobre biocombustíveis não vai mudar do dia para a noite, mas pode ser resolvida com o tempo.
Obama, no entanto, elogiou a liderança do país nessa área. "A minha política é dobrar os esforços no mesmo sentido", afirmou Obama.
Em um clima descontraído, Lula falou, desta fez na sua frente, que reza pelo presidente norte-americano. "Desde a sua posse, há 40 dias, eu digo que eu rezo mais pelo Obama do que por mim. E digo que eu não queria estar no seu lugar", afirmou Lula.
Ao que Obama respondeu na hora: "Parece que você andou falando com a minha mulher".
Obama dice que EE UU "tiene mucho que aprender de Brasil"
El presidente estadounidense inicia con el brasileño su relación con América Latina
ELPAIS.com EFE - Washington - 14/03/2009
El presidente de EE UU, Barack Obama, se ha reunido hoy con su homólogo brasileño, Lula Da Silva, al que le ha confesado que su país "tiene mucho que aprender de Brasil", en campos como las energías renovables y que quiere que los vínculos entre ambos países sirvan para fortalecer la relación del país del norte con América Latina. Por su parte, Lula ha ofrecido a Obama un paseo en uno de los vehículos que usan etanol como combustible cuando visite Brasil, un viaje que el presidente estadounidense ha dicho que tendrá lugar pronto.
Lula ha reconocido que la elección de Obama como presidente ofrece "una oportunidad histórica" para que Estados Unidos mejore sus relaciones con América Latina, unas relaciones que Obama, además, ha dicho que quiere fortalecer. Además de la energía, el asunto principal del que han hablado hoy en su reunión en la Casa Blanca ha sido la crisis económica.
Los dos mandatarios han hablado sobre las medidas proteccionistas como combate a la actual coyuntura, medidas que preocupan a Brasil, que se ha quejado de la inclusión en el plan de estímulo de EE UU una cláusula llamada Buy American, que privilegia la compra de productos nacionales. Sobre esto, Obama ha reconocido la importancia del comercio como motor económico, y ha dicho: "Nuestro objetivo debería ser por lo menos no ir para atrás" en la apertura comercial, aunque, ha matizado, "puede ser difícil para nosotros cerrar un montón de acuerdos comerciales en medio de una crisis económica".
Eso sí, Obama ha dejado claro que todos los inversores deben tener "una confianza absoluta" en EE UU y que la estabilidad económica y política del país son la razón por la que la entrada de capital extranjero ha aumentado en medio de la crisis.
La reunión entre ambos ha tenido lugar en un ambiente distendido y lleno de bromas entre ambos. Así, Obama se ha disculpado por extenderse mucho en sus intervenciones, a lo que Lula ha respondido: "En América Latina no nos asustamos de que un presidente hable mucho. Todos hablamos demasiado".
El presidente estadounidense inicia con el brasileño su relación con América Latina
ELPAIS.com EFE - Washington - 14/03/2009
El presidente de EE UU, Barack Obama, se ha reunido hoy con su homólogo brasileño, Lula Da Silva, al que le ha confesado que su país "tiene mucho que aprender de Brasil", en campos como las energías renovables y que quiere que los vínculos entre ambos países sirvan para fortalecer la relación del país del norte con América Latina. Por su parte, Lula ha ofrecido a Obama un paseo en uno de los vehículos que usan etanol como combustible cuando visite Brasil, un viaje que el presidente estadounidense ha dicho que tendrá lugar pronto.
Lula ha reconocido que la elección de Obama como presidente ofrece "una oportunidad histórica" para que Estados Unidos mejore sus relaciones con América Latina, unas relaciones que Obama, además, ha dicho que quiere fortalecer. Además de la energía, el asunto principal del que han hablado hoy en su reunión en la Casa Blanca ha sido la crisis económica.
Los dos mandatarios han hablado sobre las medidas proteccionistas como combate a la actual coyuntura, medidas que preocupan a Brasil, que se ha quejado de la inclusión en el plan de estímulo de EE UU una cláusula llamada Buy American, que privilegia la compra de productos nacionales. Sobre esto, Obama ha reconocido la importancia del comercio como motor económico, y ha dicho: "Nuestro objetivo debería ser por lo menos no ir para atrás" en la apertura comercial, aunque, ha matizado, "puede ser difícil para nosotros cerrar un montón de acuerdos comerciales en medio de una crisis económica".
Eso sí, Obama ha dejado claro que todos los inversores deben tener "una confianza absoluta" en EE UU y que la estabilidad económica y política del país son la razón por la que la entrada de capital extranjero ha aumentado en medio de la crisis.
La reunión entre ambos ha tenido lugar en un ambiente distendido y lleno de bromas entre ambos. Así, Obama se ha disculpado por extenderse mucho en sus intervenciones, a lo que Lula ha respondido: "En América Latina no nos asustamos de que un presidente hable mucho. Todos hablamos demasiado".
sexta-feira, 13 de março de 2009
Mutuário com mais de 40 anos não pagará seguro
(Folha de São Paulo, 13/mar)
O presidente Lula disse ontem que vai lançar o pacote habitacional do governo até o dia 23. Ele afirmou que não haverá mais seguro de vida para quem tiver mais de 40 anos - hoje, o seguro equivale a até 37% da prestação - e que, para quem paga aluguel, a prestação somente será cobrada após a entrega das chaves.
Madeira
(Folha de São Paulo, Guilherme Barros, 13/mar)
O SindusCon-SP, a prefeitura e o governo de SP e outras 16 organizações assinam um protocolo de cooperação na quarta para o uso de madeira legal e certificada na construção civil. Uma das definições é que as construtoras participarão de um projeto de rastreamento para que selecionem fornecedores pela origem da madeira
Lula: pacote habitacional sai em até dez dias
(O Estado de São Paulo, 13/mar)
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse hoje que anunciará em até dez dias o pacote de medidas para a construção de até um milhão de moradias no País. "Estou indo para os Estados Unidos na semana que vem, mas, na sexta-feira da próxima semana ou, no máximo, na outra segunda-feira, anunciaremos o programa, que será o mais ousado e corajoso programa habitacional do Brasil".
Odebrecht lança imóveis populares
(Gazeta Mercantil, 13/mar)
A Odebrecht Empreendimentos Imobiliários lançará, até 2010, 30 mil unidades da Bairro Novo, empresa do grupo voltada para imóveis populares. Parcerias com o setor público também estão nos planos.
Gafisa lidera ranking de construtoras em 2008
(Gazeta Mercantil, 13/mar)
A Gafisa é a empresa que mais construiu em 2008, sendo responsável por 3,1 milhões de m², segundo o 5º Ranking da Construção, divulgado ontem pelo ITCnet. O ranking é composto pelas 100 construtoras com maior quantidade de metros quadrados construídos ou em construção no Brasil, em 2008. As empresas somaram cerca de 45 milhões de m² nos segmentos residencial, industrial e comercial.
Crédito imobiliário cresce 17,5% em janeiro, para R$ 1,9 bilhão
(Valor, 13/mar)
As contratações de financiamento imobiliário parecem ser um dos poucos setores do crédito que mantêm crescimento relativamente alto em relação aos dados do ano passado. Os bancos concederam R$ 1,905 bilhão em empréstimos no primeiro mês do ano, avanço de 17,5% em relação ao patamar de 2008.
(Folha de São Paulo, 13/mar)
O presidente Lula disse ontem que vai lançar o pacote habitacional do governo até o dia 23. Ele afirmou que não haverá mais seguro de vida para quem tiver mais de 40 anos - hoje, o seguro equivale a até 37% da prestação - e que, para quem paga aluguel, a prestação somente será cobrada após a entrega das chaves.
Madeira
(Folha de São Paulo, Guilherme Barros, 13/mar)
O SindusCon-SP, a prefeitura e o governo de SP e outras 16 organizações assinam um protocolo de cooperação na quarta para o uso de madeira legal e certificada na construção civil. Uma das definições é que as construtoras participarão de um projeto de rastreamento para que selecionem fornecedores pela origem da madeira
Lula: pacote habitacional sai em até dez dias
(O Estado de São Paulo, 13/mar)
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse hoje que anunciará em até dez dias o pacote de medidas para a construção de até um milhão de moradias no País. "Estou indo para os Estados Unidos na semana que vem, mas, na sexta-feira da próxima semana ou, no máximo, na outra segunda-feira, anunciaremos o programa, que será o mais ousado e corajoso programa habitacional do Brasil".
Odebrecht lança imóveis populares
(Gazeta Mercantil, 13/mar)
A Odebrecht Empreendimentos Imobiliários lançará, até 2010, 30 mil unidades da Bairro Novo, empresa do grupo voltada para imóveis populares. Parcerias com o setor público também estão nos planos.
Gafisa lidera ranking de construtoras em 2008
(Gazeta Mercantil, 13/mar)
A Gafisa é a empresa que mais construiu em 2008, sendo responsável por 3,1 milhões de m², segundo o 5º Ranking da Construção, divulgado ontem pelo ITCnet. O ranking é composto pelas 100 construtoras com maior quantidade de metros quadrados construídos ou em construção no Brasil, em 2008. As empresas somaram cerca de 45 milhões de m² nos segmentos residencial, industrial e comercial.
Crédito imobiliário cresce 17,5% em janeiro, para R$ 1,9 bilhão
(Valor, 13/mar)
As contratações de financiamento imobiliário parecem ser um dos poucos setores do crédito que mantêm crescimento relativamente alto em relação aos dados do ano passado. Os bancos concederam R$ 1,905 bilhão em empréstimos no primeiro mês do ano, avanço de 17,5% em relação ao patamar de 2008.
EUA querem garantia de crédito à AL contra crise
13/03/09
O governo dos Estados Unidos quer que instituições como o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial garantam aos países da América Latina acesso ao crédito internacional, para que eles possam implementar seus pacotes de estímulo fiscal coordenados.
A principal preocupação da Casa Branca em relação à América Latina é assegurar que a crise financeira "não anule os ganhos sociais que os países da região tiveram nos últimos dez anos", definiu Thomas Shannon, secretário de Estado assistente, responsável pelo Hemisfério Ocidental - o cargo mais alto para a região - em seminário sobre a Cúpula das Américas, que se realiza no mês que vem em Trinidad e Tobago.
"A questão mais importante no momento é a crise econômica e o potencial de ela gerar uma crise social e política na região", disse Shannon. A crise e os pacotes de estímulos devem ocupar parte do encontro entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Barack Obama, amanhã.
O secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), José Miguel Insulza, resumiu o sentimento geral na região sobre a crise. "Ouvimos muito na América Latina sobre como os países estavam indo bem antes de essa crise acontecer", disse. "E vários países gostariam de fazer planos contracíclicos, mas não têm dinheiro para isso, por isso foi muito importante o anúncio do secretário do Tesouro de que os EUA podem injetar dinheiro no FMI e talvez em bancos regionais."
Obama e o secretário do Tesouro, Timothy Geithner, defendem um aumento substancial dos recursos do FMI para que o Fundo possa auxiliar economias em crise e viabilizar um estímulo fiscal global. Os EUA aumentariam sua contribuição para o FMI, mas esperam que outros países, entre eles Brasil, China e Índia, façam o mesmo.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
13/03/09
O governo dos Estados Unidos quer que instituições como o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial garantam aos países da América Latina acesso ao crédito internacional, para que eles possam implementar seus pacotes de estímulo fiscal coordenados.
A principal preocupação da Casa Branca em relação à América Latina é assegurar que a crise financeira "não anule os ganhos sociais que os países da região tiveram nos últimos dez anos", definiu Thomas Shannon, secretário de Estado assistente, responsável pelo Hemisfério Ocidental - o cargo mais alto para a região - em seminário sobre a Cúpula das Américas, que se realiza no mês que vem em Trinidad e Tobago.
"A questão mais importante no momento é a crise econômica e o potencial de ela gerar uma crise social e política na região", disse Shannon. A crise e os pacotes de estímulos devem ocupar parte do encontro entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Barack Obama, amanhã.
O secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), José Miguel Insulza, resumiu o sentimento geral na região sobre a crise. "Ouvimos muito na América Latina sobre como os países estavam indo bem antes de essa crise acontecer", disse. "E vários países gostariam de fazer planos contracíclicos, mas não têm dinheiro para isso, por isso foi muito importante o anúncio do secretário do Tesouro de que os EUA podem injetar dinheiro no FMI e talvez em bancos regionais."
Obama e o secretário do Tesouro, Timothy Geithner, defendem um aumento substancial dos recursos do FMI para que o Fundo possa auxiliar economias em crise e viabilizar um estímulo fiscal global. Os EUA aumentariam sua contribuição para o FMI, mas esperam que outros países, entre eles Brasil, China e Índia, façam o mesmo.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
quinta-feira, 12 de março de 2009
Eike anuncia fundo de US$ 10 bi para infraestrutura
11 de Março de 2009 | 10:00
O empresário Eike Batista decidiu montar um fundo para investir pesado na compra de empresas nesse período de turbulência que a economia global atravessa. O plano do Grupo EBX é lançar em maio um fundo para captar de US$ 5 bilhões a US$ 10 bilhões. O objetivo é aplicar esses recursos em projetos de infraestrutura no Brasil.
"Com a crise, acho que vai ter muita coisa barata por aí", avaliou o empresário após uma palestra na Câmara Britânica de Comércio, no Rio.
Na busca por pechinchas, o fundo terá como alvos ativos na indústria naval, na cadeia de exportação de etanol e em unidades de tancagem nos portos brasileiros. No caso dos estaleiros, o investimento irá atrair a própria EBX como cliente. Isso porque o grupo tem uma subsidiária de petróleo, a OGX, que tem planos de encomendar de seis a oito navios-plataforma, classificados como FPSO, para operar em campos da companhia no litoral brasileiro.
"O petróleo vai pagar a conta. Eu enxergo 20 a 30 anos de crescimento (para o setor). O petróleo é uma dádiva e um patrimônio extraordinário para o Brasil", disse.
O empresário destacou que alguns investidores já mostraram interesse em participar do negócio - entre eles, chineses e árabes. Apesar da atual retração de crédito, Batista descarta problemas na captação dos recursos que irão financiar o fundo. Na avaliação dele, a crise mudou a forma como os investidores escolhem onde aplicar seu dinheiro. Antes, segundo ele, o caminho natural era buscar os bancos. Hoje, a preocupação maior é participar de projetos com empresas com reputação sólida no mercado, que vem atravessando as turbulências sem problemas de caixa.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
11 de Março de 2009 | 10:00
O empresário Eike Batista decidiu montar um fundo para investir pesado na compra de empresas nesse período de turbulência que a economia global atravessa. O plano do Grupo EBX é lançar em maio um fundo para captar de US$ 5 bilhões a US$ 10 bilhões. O objetivo é aplicar esses recursos em projetos de infraestrutura no Brasil.
"Com a crise, acho que vai ter muita coisa barata por aí", avaliou o empresário após uma palestra na Câmara Britânica de Comércio, no Rio.
Na busca por pechinchas, o fundo terá como alvos ativos na indústria naval, na cadeia de exportação de etanol e em unidades de tancagem nos portos brasileiros. No caso dos estaleiros, o investimento irá atrair a própria EBX como cliente. Isso porque o grupo tem uma subsidiária de petróleo, a OGX, que tem planos de encomendar de seis a oito navios-plataforma, classificados como FPSO, para operar em campos da companhia no litoral brasileiro.
"O petróleo vai pagar a conta. Eu enxergo 20 a 30 anos de crescimento (para o setor). O petróleo é uma dádiva e um patrimônio extraordinário para o Brasil", disse.
O empresário destacou que alguns investidores já mostraram interesse em participar do negócio - entre eles, chineses e árabes. Apesar da atual retração de crédito, Batista descarta problemas na captação dos recursos que irão financiar o fundo. Na avaliação dele, a crise mudou a forma como os investidores escolhem onde aplicar seu dinheiro. Antes, segundo ele, o caminho natural era buscar os bancos. Hoje, a preocupação maior é participar de projetos com empresas com reputação sólida no mercado, que vem atravessando as turbulências sem problemas de caixa.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
INMOBILIARIO
Bañuelos resucita una nueva Astroc en Brasil con 150 millones de euros
Publicado el 03-03-09 , por Henrique G. Batista
El paradigma de la burbuja inmobiliaria en España y de su posterior pinchazo presenta hoy su nuevo proyecto, Abyara, que generará 800 millones en cinco años, según sus promotores.
La imagen del pelotazo inmobiliario español y uno de los que ayudaron a su posterior debacle quiere reeditar la fulgurante ascensión de Astroc, pero, esta vez, a varios miles de kilómetros de distancia.
Enrique Bañuelos presenta hoy en Brasil su nuevo proyecto empresarial ante analistas, Abyara, que recuerda en casi todo a la desaparecida Astroc (rebautizada ahora en Afirma Inmobiliaria, con nuevos dueños y en la que el empresario todavía mantiene una participación).
Bañuelos se ha hecho el mes pasado con una compañía inmobiliaria en Brasil, que cuenta como principal activo con suelo propio valorado en 60 millones de euros y desarrollos promovidos junto a otras sociedades de más de ocho mil viviendas. Bañuelos quiere aprovechar el potencial de crecimiento de la construcción en Brasil, un país que tiene un déficit millonario de nuevas viviendas.
Pero, como ocurrió también con Astroc, Abyara necesita ser viable financieramente antes de echar a andar. Bañuelos tendrá que cancelar este año una deuda de cien millones de euros que tiene la inmobiliaria brasileña.
Además, es necesario que aporte otros cuarenta millones de euros a corto plazo para el propio negocio. El fundador de Astroc espera obtener fondos para su nueva empresa en los mercados financieros a través de ampliaciones de capital.
Bañuelos compró Abyara, propietaria de una importante cartera de suelo en el Estado de Sao Paulo y que atravesaba una complicada situación financiera, a Morgan Stanley y a inversores locales por cerca de 13 millones de euros.
El promotor español se ha hecho con Abyara junto con la constructora brasileña Agra.
La compañía cotiza en la bolsa brasileña y un 38% de su capital circula libremente en el mercado. El promotor español compró Abyara a través de su empresa brasileña Veremonte, junto con la constructora brasileña Agra, una de las grandes firmas del negocio residencial en el país carioca.
Bañuelos y Agra controlan conjuntamente el 62% de Abyata. Bañuelos tiene el 70% de esa participación y Agra, el 30% restante. Veremonte y Agra asumieron como parte del pago una deuda de 430 millones de reales brasileños, cerca de 140 millones de euros.
Los analistas financieros brasileños consideran que Bañuelos ha hecho un buen negocio. La construcción de viviendas en Brasil muestra una gran fortaleza a pesar de la situación económica internacional, especialmente en el segmento de mercado que Abyara quiere desarrollar, el de las rentas medias y bajas brasileñas.
El Gobierno de Lula da Silva anunciará en los próximos días un ambicioso y millonario plan de construcción de casas populares, como forma de combatir la crisis financiera.
El Gobierno de Brasil anunciará en los próximos días un plan de construcción de casas populares
Abyara tiene suelos en Brasil que pueden generar un negocio de 2.500 millones de reales brasileños (unos 800 millones de euros) en los próximos en cinco años. �Si Bañuelos soluciona el problema financiero de la compañía que acaba de comprar, podrá situarse en buena posición en un negocio que será muy rentable en los próximos cinco o diez años�, explica Fábio Cardoso, director de la Adinvest Consultoria, una firma de análisis financiero de Rio de Janeiro.
Cardoso recuerda que la acción de Abyara cotiza a 1,80 reales (0,60 euros) en la Bolsa de Valores de Sao Paulo (Bovespa), y que no hace mucho ha llegado a cotizar a 30 reales (10 euros). Bañuelos y Agra han comprado Abyara en rebajas, pero necesitan aportar nuevo capital para que vuelva a funcionar como antes y pueda aprovecharse de la nueva situación del mercado, explica.
La nueva Abyara tiene previsto presentar hoy a los analistas financieros el acuerdo de renegociación de la deuda, junto a bancos locales. Eduardo Roche, responsable de análisis de la firma Modal Asset Management, de Sao Paulo, cree que Abyara saldrá adelante. La asociación de Bañuelos con Agra ayudará a encontrar una solución financiera a la empresa. Agra está asociada a Cyrela, una de las más importantes constructoras de Brasil, explica.
Hacia la reconstrucción en las Américas
Enrique Bañuelos es el paradigma del auge y del crac de la burbuja inmobiliaria. Fundador de Astroc (la actual Afirma), Bañuelos alcanzó el éxito con un modelo de negocio de compra de suelo, tramitación urbanística y venta posterior del activo con fuertes plusvalías.
El éxito del negocio se trasladó al mercado bursátil, en el que, tras su debut en el parqué en mayo de 2006, Astroc experimentó una revalorización que le llevó a multiplicar hasta 11 veces su valor. En abril de 2007, un informe de auditoría representó el principio del fin de la Astroc de Bañuelos.
La empresa estaba construida sobre humo: valoraciones irreales y suelos pendientes de recalificación. La inmobiliaria se hundió en una espiral de pérdidas en bolsa que provocó la salida de Bañuelos de la gestión de la empresa, que pasó a ser controlada por Rayet.
Suelo, viviendas sociales y hoteles en Brasil
1. Enrique Bañuelos, a través de su sociedad Veremonte, y la inmobiliaria Agra se han hecho con el 62% de la promotora de suelo Abyara.
2. Bañuelos (70%) y Agra (30%) compraron el paquete de control de la compañía a Morgan Stanley y a inversores locales por 13 millones de euros.
3. El 37,8% del capital de Abyara cotiza libremente en la bolsa brasileña. La acción vale 1,80 reales, pero ha llegado a cotizar a 30 reales en 2007.
4. Abyara tiene suelos que pueden generar desarrollos por 800 millones de euros en cinco años. Un 70% de las viviendas serían para las rentas bajas.
5. A pesar de la crisis, la nueva Abyara pretende captar 100 millones de reales, unos 35 millones de euros, este año mediante una ampliación de capital.
6. Enrique Bañuelos también tiene una pequeña participación en su socia brasileña. Actualmente controla un 6,6% de Agra, que está asociada a Cyrela.
7. Los planes de la nueva empresa de Bañuelos serán presentados hoy a los inversores y analistas del mercado brasileño, antes de iniciar la ampliación.
8. Mientras la economia brasileña creció entre un 5,5% y 6% en 2008, el mercado inmobiliario local se expandió en cerca de 9% el año pasado.
9. Bañuelos planea también comprar hoteles en Brasil, en Costa do Sauipe, en Bahia.
Bañuelos resucita una nueva Astroc en Brasil con 150 millones de euros
Publicado el 03-03-09 , por Henrique G. Batista
El paradigma de la burbuja inmobiliaria en España y de su posterior pinchazo presenta hoy su nuevo proyecto, Abyara, que generará 800 millones en cinco años, según sus promotores.
La imagen del pelotazo inmobiliario español y uno de los que ayudaron a su posterior debacle quiere reeditar la fulgurante ascensión de Astroc, pero, esta vez, a varios miles de kilómetros de distancia.
Enrique Bañuelos presenta hoy en Brasil su nuevo proyecto empresarial ante analistas, Abyara, que recuerda en casi todo a la desaparecida Astroc (rebautizada ahora en Afirma Inmobiliaria, con nuevos dueños y en la que el empresario todavía mantiene una participación).
Bañuelos se ha hecho el mes pasado con una compañía inmobiliaria en Brasil, que cuenta como principal activo con suelo propio valorado en 60 millones de euros y desarrollos promovidos junto a otras sociedades de más de ocho mil viviendas. Bañuelos quiere aprovechar el potencial de crecimiento de la construcción en Brasil, un país que tiene un déficit millonario de nuevas viviendas.
Pero, como ocurrió también con Astroc, Abyara necesita ser viable financieramente antes de echar a andar. Bañuelos tendrá que cancelar este año una deuda de cien millones de euros que tiene la inmobiliaria brasileña.
Además, es necesario que aporte otros cuarenta millones de euros a corto plazo para el propio negocio. El fundador de Astroc espera obtener fondos para su nueva empresa en los mercados financieros a través de ampliaciones de capital.
Bañuelos compró Abyara, propietaria de una importante cartera de suelo en el Estado de Sao Paulo y que atravesaba una complicada situación financiera, a Morgan Stanley y a inversores locales por cerca de 13 millones de euros.
El promotor español se ha hecho con Abyara junto con la constructora brasileña Agra.
La compañía cotiza en la bolsa brasileña y un 38% de su capital circula libremente en el mercado. El promotor español compró Abyara a través de su empresa brasileña Veremonte, junto con la constructora brasileña Agra, una de las grandes firmas del negocio residencial en el país carioca.
Bañuelos y Agra controlan conjuntamente el 62% de Abyata. Bañuelos tiene el 70% de esa participación y Agra, el 30% restante. Veremonte y Agra asumieron como parte del pago una deuda de 430 millones de reales brasileños, cerca de 140 millones de euros.
Los analistas financieros brasileños consideran que Bañuelos ha hecho un buen negocio. La construcción de viviendas en Brasil muestra una gran fortaleza a pesar de la situación económica internacional, especialmente en el segmento de mercado que Abyara quiere desarrollar, el de las rentas medias y bajas brasileñas.
El Gobierno de Lula da Silva anunciará en los próximos días un ambicioso y millonario plan de construcción de casas populares, como forma de combatir la crisis financiera.
El Gobierno de Brasil anunciará en los próximos días un plan de construcción de casas populares
Abyara tiene suelos en Brasil que pueden generar un negocio de 2.500 millones de reales brasileños (unos 800 millones de euros) en los próximos en cinco años. �Si Bañuelos soluciona el problema financiero de la compañía que acaba de comprar, podrá situarse en buena posición en un negocio que será muy rentable en los próximos cinco o diez años�, explica Fábio Cardoso, director de la Adinvest Consultoria, una firma de análisis financiero de Rio de Janeiro.
Cardoso recuerda que la acción de Abyara cotiza a 1,80 reales (0,60 euros) en la Bolsa de Valores de Sao Paulo (Bovespa), y que no hace mucho ha llegado a cotizar a 30 reales (10 euros). Bañuelos y Agra han comprado Abyara en rebajas, pero necesitan aportar nuevo capital para que vuelva a funcionar como antes y pueda aprovecharse de la nueva situación del mercado, explica.
La nueva Abyara tiene previsto presentar hoy a los analistas financieros el acuerdo de renegociación de la deuda, junto a bancos locales. Eduardo Roche, responsable de análisis de la firma Modal Asset Management, de Sao Paulo, cree que Abyara saldrá adelante. La asociación de Bañuelos con Agra ayudará a encontrar una solución financiera a la empresa. Agra está asociada a Cyrela, una de las más importantes constructoras de Brasil, explica.
Hacia la reconstrucción en las Américas
Enrique Bañuelos es el paradigma del auge y del crac de la burbuja inmobiliaria. Fundador de Astroc (la actual Afirma), Bañuelos alcanzó el éxito con un modelo de negocio de compra de suelo, tramitación urbanística y venta posterior del activo con fuertes plusvalías.
El éxito del negocio se trasladó al mercado bursátil, en el que, tras su debut en el parqué en mayo de 2006, Astroc experimentó una revalorización que le llevó a multiplicar hasta 11 veces su valor. En abril de 2007, un informe de auditoría representó el principio del fin de la Astroc de Bañuelos.
La empresa estaba construida sobre humo: valoraciones irreales y suelos pendientes de recalificación. La inmobiliaria se hundió en una espiral de pérdidas en bolsa que provocó la salida de Bañuelos de la gestión de la empresa, que pasó a ser controlada por Rayet.
Suelo, viviendas sociales y hoteles en Brasil
1. Enrique Bañuelos, a través de su sociedad Veremonte, y la inmobiliaria Agra se han hecho con el 62% de la promotora de suelo Abyara.
2. Bañuelos (70%) y Agra (30%) compraron el paquete de control de la compañía a Morgan Stanley y a inversores locales por 13 millones de euros.
3. El 37,8% del capital de Abyara cotiza libremente en la bolsa brasileña. La acción vale 1,80 reales, pero ha llegado a cotizar a 30 reales en 2007.
4. Abyara tiene suelos que pueden generar desarrollos por 800 millones de euros en cinco años. Un 70% de las viviendas serían para las rentas bajas.
5. A pesar de la crisis, la nueva Abyara pretende captar 100 millones de reales, unos 35 millones de euros, este año mediante una ampliación de capital.
6. Enrique Bañuelos también tiene una pequeña participación en su socia brasileña. Actualmente controla un 6,6% de Agra, que está asociada a Cyrela.
7. Los planes de la nueva empresa de Bañuelos serán presentados hoy a los inversores y analistas del mercado brasileño, antes de iniciar la ampliación.
8. Mientras la economia brasileña creció entre un 5,5% y 6% en 2008, el mercado inmobiliario local se expandió en cerca de 9% el año pasado.
9. Bañuelos planea también comprar hoteles en Brasil, en Costa do Sauipe, en Bahia.
Mais ricos do mundo ficam menos ricos; Gates volta ao topo
Por Claudia Parsons - 11 de Março de 2009 | 21:38
NOVA YORK (Reuters) - O fundador da Microsoft, Bill Gates, é novamente a pessoa mais rica do mundo, superando o investidor Warren Buffet, segundo lista divulgada na quarta-feira pela revista Forbes. O levantamento mostra que a crise global eliminou 2trilhões de dólares das maiores fortunas do planeta.
O número de bilionários no mundo caiu em um terço no ano passado, ficando em 793. A maior debandada foi de russos, indianos e turcos.
Gates, que no ano passado tinha a terceira maior fortuna do mundo (58 bilhões de dólares), voltou a ser o mais rico, mesmo tendo visto seu patrimônio encolher para 40bilhões.
Buffet, cuja fortuna diminuiu de 62 para 37 bilhões de dólares, ficou em segundo lugar, à frente do magnata mexicano das telecomunicações Carlos Slim, que decaiu de 60 para 35 bilhões.
Juntos, os três maiores bilionários amargaram perdas de 68 bilhões de dólares durante o período de um ano até 13 de fevereiro, quando a Forbes fechou sua lista anual.
O executivo-chefe da revista, Steve Forbes, disse que, embora poucos lamentem o "drama" desses bilionários, os problemas dos empreendedores são ruins para toda a economia.
"Os bilionários não têm de se preocupar com a sua próxima refeição, mas se sua riqueza está declinando e você não está criando numerosos novos bilionários, significa que o resto do mundo não está indo muito bem", disse ele a jornalistas. "O bilionário típico perdeu pelo menos um terço do seu valor líquido."
O número de bilionários do mundo caiu de 1.125 na lista de 2008 para 793, e seu patrimônio conjunto foi reduzido quase à metade --de 4,4 para 2,4 trilhões de dólares.
"É a primeira vez desde 2003 que perdemos bilionários, mas nunca antes tínhamos perdido nada próximo desse número", disse Luisa Kroll, editora-sênior da Forbes.
"É realmente difícil encontrar algo para celebrar a não ser que você tenha algum prazer perverso em perceber que algumas das pessoas mais bem-sucedidas do mundo... não conseguem entender esta crise econômica global melhor do que o resto de nós."
Nova York substituiu Moscou como a cidade com mais bilionários, 55. A Rússia, que registrara uma explosão no número de superricos nos últimos anos, teve agora a maior redução no número de bilionários: de 87 para 32.
Por Claudia Parsons - 11 de Março de 2009 | 21:38
NOVA YORK (Reuters) - O fundador da Microsoft, Bill Gates, é novamente a pessoa mais rica do mundo, superando o investidor Warren Buffet, segundo lista divulgada na quarta-feira pela revista Forbes. O levantamento mostra que a crise global eliminou 2trilhões de dólares das maiores fortunas do planeta.
O número de bilionários no mundo caiu em um terço no ano passado, ficando em 793. A maior debandada foi de russos, indianos e turcos.
Gates, que no ano passado tinha a terceira maior fortuna do mundo (58 bilhões de dólares), voltou a ser o mais rico, mesmo tendo visto seu patrimônio encolher para 40bilhões.
Buffet, cuja fortuna diminuiu de 62 para 37 bilhões de dólares, ficou em segundo lugar, à frente do magnata mexicano das telecomunicações Carlos Slim, que decaiu de 60 para 35 bilhões.
Juntos, os três maiores bilionários amargaram perdas de 68 bilhões de dólares durante o período de um ano até 13 de fevereiro, quando a Forbes fechou sua lista anual.
O executivo-chefe da revista, Steve Forbes, disse que, embora poucos lamentem o "drama" desses bilionários, os problemas dos empreendedores são ruins para toda a economia.
"Os bilionários não têm de se preocupar com a sua próxima refeição, mas se sua riqueza está declinando e você não está criando numerosos novos bilionários, significa que o resto do mundo não está indo muito bem", disse ele a jornalistas. "O bilionário típico perdeu pelo menos um terço do seu valor líquido."
O número de bilionários do mundo caiu de 1.125 na lista de 2008 para 793, e seu patrimônio conjunto foi reduzido quase à metade --de 4,4 para 2,4 trilhões de dólares.
"É a primeira vez desde 2003 que perdemos bilionários, mas nunca antes tínhamos perdido nada próximo desse número", disse Luisa Kroll, editora-sênior da Forbes.
"É realmente difícil encontrar algo para celebrar a não ser que você tenha algum prazer perverso em perceber que algumas das pessoas mais bem-sucedidas do mundo... não conseguem entender esta crise econômica global melhor do que o resto de nós."
Nova York substituiu Moscou como a cidade com mais bilionários, 55. A Rússia, que registrara uma explosão no número de superricos nos últimos anos, teve agora a maior redução no número de bilionários: de 87 para 32.
Ações de construtoras podem ter chegado ao fundo do poço
As corretoras Fator e Santander afirmam que o pacote do governo e a queda dos juros darão novo ânimo ao setor
Portal EXAME -| 09.02.2009 | 13h21
A corretora do Santander, que trabalha de forma independente do banco, acredita que as ações das incorporadoras já podem ter atingido o fundo do poço por três motivos: 1) Os papéis estão sendo negociados em média pelo valor patrimonial das empresas; 2) A taxa básica de juros iniciou trajetória de queda no mês passado; e 3) Não há uma bolha imobiliária no Brasil porque ainda existe muita demanda reprimida, o que reforça a percepção de que o ajuste dos lançamentos à demanda mais fraca será rápido.
No entanto, a corretora também não aposta em uma firme recuperação do preço das ações neste semestre. As vendas devem continuar fracas no curto prazo apesar das medidas de ajuda que serão anunciadas pelo governo. O analista Marcello Milman, da corretora do Santander, acredita que a venda de imóveis no Brasil caiu cerca de 40% entre o terceiro e o quarto trimestres de 2008. As construtoras responderam cortando os lançamentos, mas Milman acredita que, mesmo assim, a velocidade de vendas de imóveis deve cair cerca de 20% em 2009, o que pode ter efeito na margem de lucro das empresas. No entanto, a corretora acredita que todos esses fatores podem já estar precificados nas ações, que estão em média 65% mais baratas do que no começo de 2008.
O banco aconselha os clientes a comprar ações de empresas que estejam sendo negociadas por cerca de 80% do valor patrimonial e a realizar lucros quando esse indicador se aproximar de 150%. A corretora reduziu a recomendação das ações da Cyrela e da MRV de "compra" para "manutenção". Já os papéis da PDG, Rossi e Gafisa continuam com indicação de compra.
Pacote
Já a Fator Corretora acredita que o pacote imobiliário que deve ser anunciado pelo governo até o final de fevereiro e a queda dos juros podem dar um "novo ânimo" às ações do setor. A corretora aposta, entretanto, que o pacote vai beneficiar principalmente as incorporadoras voltadas para o segmento econômico (Tenda, MRV, PDG e Rodobens). As grandes incorporadoras que possuem exposição significativa ao segmento de baixa renda (Rossi, Gafisa e Cyrela) também serão beneficiadas, mas em menor grau.
A expectativa é que o pacote aumente o valor máximo do imóvel que pode ser financiado com recursos do FGTS de 350 mil reais para 500 mil reais, eleve o montante de subsídios para a compra da casa própria de 1,6 bilhão de reais para 2,6 bilhões de reais, reduza os juros de financiamentos imobiliários e crie um fundo garantidor para honrar as prestações hipotecárias que deixarem de ser pagas. Além disso, pode haver redução de Imposto de Renda para as construtoras, isenção de IPI para materiais de construção e outras medidas tributárias.
As corretoras Fator e Santander afirmam que o pacote do governo e a queda dos juros darão novo ânimo ao setor
Portal EXAME -| 09.02.2009 | 13h21
A corretora do Santander, que trabalha de forma independente do banco, acredita que as ações das incorporadoras já podem ter atingido o fundo do poço por três motivos: 1) Os papéis estão sendo negociados em média pelo valor patrimonial das empresas; 2) A taxa básica de juros iniciou trajetória de queda no mês passado; e 3) Não há uma bolha imobiliária no Brasil porque ainda existe muita demanda reprimida, o que reforça a percepção de que o ajuste dos lançamentos à demanda mais fraca será rápido.
No entanto, a corretora também não aposta em uma firme recuperação do preço das ações neste semestre. As vendas devem continuar fracas no curto prazo apesar das medidas de ajuda que serão anunciadas pelo governo. O analista Marcello Milman, da corretora do Santander, acredita que a venda de imóveis no Brasil caiu cerca de 40% entre o terceiro e o quarto trimestres de 2008. As construtoras responderam cortando os lançamentos, mas Milman acredita que, mesmo assim, a velocidade de vendas de imóveis deve cair cerca de 20% em 2009, o que pode ter efeito na margem de lucro das empresas. No entanto, a corretora acredita que todos esses fatores podem já estar precificados nas ações, que estão em média 65% mais baratas do que no começo de 2008.
O banco aconselha os clientes a comprar ações de empresas que estejam sendo negociadas por cerca de 80% do valor patrimonial e a realizar lucros quando esse indicador se aproximar de 150%. A corretora reduziu a recomendação das ações da Cyrela e da MRV de "compra" para "manutenção". Já os papéis da PDG, Rossi e Gafisa continuam com indicação de compra.
Pacote
Já a Fator Corretora acredita que o pacote imobiliário que deve ser anunciado pelo governo até o final de fevereiro e a queda dos juros podem dar um "novo ânimo" às ações do setor. A corretora aposta, entretanto, que o pacote vai beneficiar principalmente as incorporadoras voltadas para o segmento econômico (Tenda, MRV, PDG e Rodobens). As grandes incorporadoras que possuem exposição significativa ao segmento de baixa renda (Rossi, Gafisa e Cyrela) também serão beneficiadas, mas em menor grau.
A expectativa é que o pacote aumente o valor máximo do imóvel que pode ser financiado com recursos do FGTS de 350 mil reais para 500 mil reais, eleve o montante de subsídios para a compra da casa própria de 1,6 bilhão de reais para 2,6 bilhões de reais, reduza os juros de financiamentos imobiliários e crie um fundo garantidor para honrar as prestações hipotecárias que deixarem de ser pagas. Além disso, pode haver redução de Imposto de Renda para as construtoras, isenção de IPI para materiais de construção e outras medidas tributárias.
Trinta e quatro bilionários a menos | 23.12.2008
Nos últimos quatro anos, a onda de aberturas de capital criou uma nova geração de magnatas no Brasil - bastaram alguns meses de crise, porém, para que surgisse um clube do qual ninguém queria ficar sócio: o dos ex-bilionários
Revista EXAME - Daniella Camargos
Das facetas da onda de aberturas de capital que transformaram a bolsa de valores brasileira nos últimos anos, a mais saudável foi a renovação da lista dos maiores empresários do país. Até 2004, os rostos reinantes na economia eram os de sempre - controladores de conglomerados industriais centenários, bancos e outras instituições pertencentes a famílias tradicionais. Com as aberturas de capital, a lista dos brasileiros mais ricos ganhou uma enxurrada de rostos diferentes. Gente nova, como Constantino Júnior, presidente da companhia aérea Gol, e José Auriemo, presidente da construtora JHSF. Ou gente nem tão nova, mas que criou modelos de negócios inovadores, como Rubens Menin, fundador da construtora voltada para a baixa renda MRV. Empresários de setores tão distintos quanto financeiro, de seguros, mineração, cosméticos, frigoríficos, construção civil e educação se tornaram bilionários. Ao todo, 39 deles entraram no grupo de controladores que têm patrimônio em ações superior a 1 bilhão de reais. Da abertura de capital da Natura, que iniciou a onda de emissões de ações em maio de 2004, até meados de 2008, quando a euforia acabou, surgiu em média um novo bilionário brasileiro a cada 40 dias. Mas eis que chegou a crise mundial, com sua incrível capacidade de destruir fortunas. E, como resultado, a economia brasileira ganhou nos últimos meses uma superpopulação de ex-bilionários.
Um levantamento exclusivo feito por EXAME dá números a esse fenômeno. Dos 39 bilionários surgidos no país nos últimos quatro anos, 34 têm hoje patrimônio inferior a 1 bilhão de reais (em alguns casos, bastante inferior). Juntos, esses empresários chegaram a acumular uma fortuna de 97,5 bilhões de reais. Hoje, suas participações, somadas, não passam de 20 bilhões. Algumas desvalorizações de patrimônio chamam a atenção por sua magnitude. Os irmãos Constantino, donos da Gol, chegaram a ter 2,9 bilhões de reais cada um em maio de 2006. Hoje, têm 380 milhões, uma queda de 86,9%. Os donos de construtoras também perderam dinheiro em enormes proporções - as ações das empresas do setor caíram 70%, em média, em 2008. Menin, da MRV, tinha 2,5 bilhões um ano atrás. Hoje, tem 513,4 milhões. O empresário Meyer Joseph, da construtora paulista Tecnisa, era dono de 1,3 bilhão de reais em julho de 2007. A fortuna caiu 79%, para os atuais 271,5 milhões de reais. O maior perdedor do ano, embora não tenha se tornado um ex-bilionário, é o empreendedor em série Eike Batista. Em julho, Eike se propagandeava como o homem mais rico do Brasil. Ao todo, sua participação nas empresas do grupo EBX chegou a somar 42 bilhões de reais. Pois desde então as ações de suas companhias caíram, em média, 80% - e seu patrimônio foi embora junto. Em dezembro, somava 10,6 bilhões de reais.
Os números mostram que a crise foi especialmente cruel com os donos de empresas que abriram o capital recentemente. Há um motivo para isso. Com raríssimas exceções (como a petrolífera OGX, de Eike Batista), as mais de 100 empresas brasileiras que foram à bolsa desde 2004 são consideradas small caps, termo que designa companhias com valor de mercado inferior a 5 bilhões de reais. Essas empresas têm liquidez menor do que gigantes como Vale e Petrobras - ou seja, o volume de ações negociado na bolsa é inferior. Em momentos de crise, como o atual, os grandes investidores fogem justamente de ações com menor liquidez. Isso ocorre porque gestores de fundos preferem investir em empresas maiores, das quais é mais fácil sair caso a crise se agrave. Assim, o valor de mercado das novatas despencou. Em alguns casos, a empresa vale hoje menos que seu conjunto de ativos. A gestora de shopping centers Multiplan é um exemplo. Há cerca de um ano, a empresa atingiu seu valor máximo na bolsa, 4,1 bilhões de reais. Hoje, vale cerca de 1,5 bilhão. "É frustrante", diz José Isaac Peres, fundador da Multiplan e um dos ex-bilionários. Seu patrimônio em ações caiu 600 milhões de reais no último ano. Há um mês, ele encomendou à consultoria Jones Lang LaSalle uma avaliação dos ativos da Multiplan para mostrar aos investidores e analistas quanto ela realmente vale. Segundo a consultoria, os 11 shoppings da empresa valem 9 bilhões de reais, dos quais 5,6 bilhões referem-se à participação da Multiplan nos empreendimentos. É quase quatro vezes mais que seu valor de mercado atual.
Embora a razão de fundo para a redução do número de bilionários brasileiros na bolsa seja o mau humor do mercado internacional, alguns empresários viram seu patrimônio em ações derreter por seus próprios erros. Foi o que aconteceu, por exemplo, com os sócios da Gol. A empresa meteu os pés pelas mãos na compra da Varig, em março de 2007 - e, desde então, o que era uma das companhias aéreas mais rentáveis do mundo se transformou numa máquina de perder dinheiro. Nos três primeiros trimestres de 2008, a Gol teve prejuízos acumulados de 765 milhões de reais. Antes mesmo do agravamento da crise financeira internacional, em setembro, suas ações já estavam 82% abaixo de seu valor máximo. Ou seja, o patrimônio da família Constantino, que chegou a ter quatro representantes na lista de bilionários da revista americana Forbes, começou a ser dilacerado muito antes da falência do banco de investimento Lehman Brothers, que iniciou a fase aguda da crise financeira mundial. Desde então, claro, a coisa só fez piorar. Os quatro irmãos que controlam a companhia perderam, juntos, cerca de 10 bilhões de reais na bolsa.
A lista dos ex-bilionários
Para esses empresários, a queda do valor das ações representa muito mais do que a simples perda do status de super-rico. Empresas que valem pouco têm um leque muito menor de opções de crescimento - afinal, quem tem ações valorizadas pode financiar sua expansão com novas emissões ou mesmo oferecer ações como moeda de troca na compra de um concorrente. Controladores de empresas malvistas pelo mercado podem ser colocados na difícil situação de ter de resistir à voracidade de rivais mais fortes. Foi o que ocorreu com a construtora Tenda, fundada pelo empresário Henrique Alves Pinto. Uma queda superior a 80% no valor de mercado da companhia colocou em questão sua sobrevivência. Diante disso, ficou impossível para Alves Pinto recusar uma oferta da rival Gafisa. É por isso que 73 grupos lançaram programas de recompra de ações no mercado em 2008. O objetivo é reforçar entre os investidores a idéia de que as ações estão muito abaixo do razoável - em muitos casos, o dinheiro sai do bolso do próprio controlador. Vale tudo para impulsionar o valor de mercado da empresa.
No momento atual, porém, tentar conter a queda das ações com atitudes como essa equivale a segurar uma onda com as mãos. Nunca uma crise destruiu tanta riqueza - em escala planetária - quanto a de 2008. No ano, as principais bolsas do mundo perderam juntas mais de 11 trilhões de dólares em valor de mercado. A bolsa da Rússia foi a mais afetada, com uma queda de mais de 70%. Em seguida, vem a da China, cujo valor de mercado caiu de 3,1 trilhões para 1,2 trilhão de dólares, uma redução de 63%. Já a bolsa brasileira registrou uma queda de 39%. De longe, o mercado que mais perdeu em termos absolutos foi o americano. Mais de 5 trilhões de dólares evaporaram da bolsa de Nova York em 2008. Entre as companhias americanas que mais sofreram com a crise internacional está a General Motors, que perdeu 84% de seu valor de mercado ao longo do ano. Apontar os maiores perdedores de 2008 tornou-se uma diversão de analistas no mundo todo. Um dos maiores é o empresário indiano Lakshmi Mittal - considerado pela Forbes o quarto homem mais rico do mundo, com uma fortuna de 45 bilhões de dólares. Sua companhia, a ArcelorMittal, sofreu uma desvalorização de mais de 75% no ano. O patrimônio do pobre Mittal ficou 30 bilhões de dólares menor em 2008 - uma perda média de 83 milhões de dólares por dia.
No mercado acionário, como 2008 tem deixado claro, fortunas são desfeitas com a mesma velocidade com que são criadas. É evidente que, quando o cenário melhorar, o valor de mercado de companhias sólidas como a ArcelorMittal será reajustado. No Brasil, é seguro apostar que muitos dos ex-bilionários voltarão a ter seu bilhãozinho. A realidade, porém, é que para alguns deles os dias de bonança realmente ficaram para trás - afinal, há hoje um consenso de que as novatas atingiram um valor de mercado que só poderia acontecer em meio a uma bolha acionária. Com a liquidez abundante e a perspectiva de obtenção do grau de investimento pelo Brasil, o apetite estrangeiro por novas oportunidades foi potencializado nos últimos anos. Com dinheiro sobrando na praça, os ativos ficaram sobrevalorizados. Em situações normais, a relação média entre preço da ação e lucro é de 15 vezes em empresas tradicionais, como Petrobras e Vale, segundo a Economática. Nas novatas, a média dessa relação no dia do IPO ultrapassou 40 vezes. Isso aconteceu com empresas como Tecnisa e Multiplan. "Companhias que atingiram múltiplos como esses dificilmente alcançarão patamar semelhante quando a crise passar", diz o professor Alexandre Fiaglio, diretor da Fundação Dom Cabral, de Belo Horizonte.
Uma avalanche chamada 2008
Cenários de crise funcionam como um teste de fogo, que força a seleção natural entre empresas - separando, assim, negócios sólidos daqueles que eram apenas conseqüência de uma bolha de investimentos. No passado, o estouro da bolha da internet levou milhares de empresas à falência. Algumas, porém, saíram fortalecidas e se consolidaram como líderes de seus setores. A Amazon, por exemplo, chegou a perder 95% de seu valor de mercado. Nos anos que se seguiram, sua excelência operacional transformou os prejuízos iniciais em lucro. Em 2007, a empresa já valia mais que no auge da bolha ponto-com. É no exemplo da Amazon que os ex-bilionários brasileiros se espelham. É o que tenta fazer José Auriemo, presidente da incorporadora JHSF. Nos últimos 12 meses, as ações da companhia se desvalorizaram mais de 90%. Ele e seu pai, Fábio, que tinham 2,2 bilhões de reais cada um, têm hoje 218,5 milhões. A ordem na empresa, uma das cinco maiores do setor, é sobreviver à tempestade atual sem fazer loucuras. Grandes investimentos, por exemplo, estão descartados. "O trabalho que estamos fazendo acabará se refletindo no preço da ação", diz José Auriemo. O lucro da empresa cresceu 326% nos nove primeiros meses de 2008. Ele torce para que continue desse jeito - e, assim, possa voltar para o clube dos bilionários quando a crise passar.
Nos últimos quatro anos, a onda de aberturas de capital criou uma nova geração de magnatas no Brasil - bastaram alguns meses de crise, porém, para que surgisse um clube do qual ninguém queria ficar sócio: o dos ex-bilionários
Revista EXAME - Daniella Camargos
Das facetas da onda de aberturas de capital que transformaram a bolsa de valores brasileira nos últimos anos, a mais saudável foi a renovação da lista dos maiores empresários do país. Até 2004, os rostos reinantes na economia eram os de sempre - controladores de conglomerados industriais centenários, bancos e outras instituições pertencentes a famílias tradicionais. Com as aberturas de capital, a lista dos brasileiros mais ricos ganhou uma enxurrada de rostos diferentes. Gente nova, como Constantino Júnior, presidente da companhia aérea Gol, e José Auriemo, presidente da construtora JHSF. Ou gente nem tão nova, mas que criou modelos de negócios inovadores, como Rubens Menin, fundador da construtora voltada para a baixa renda MRV. Empresários de setores tão distintos quanto financeiro, de seguros, mineração, cosméticos, frigoríficos, construção civil e educação se tornaram bilionários. Ao todo, 39 deles entraram no grupo de controladores que têm patrimônio em ações superior a 1 bilhão de reais. Da abertura de capital da Natura, que iniciou a onda de emissões de ações em maio de 2004, até meados de 2008, quando a euforia acabou, surgiu em média um novo bilionário brasileiro a cada 40 dias. Mas eis que chegou a crise mundial, com sua incrível capacidade de destruir fortunas. E, como resultado, a economia brasileira ganhou nos últimos meses uma superpopulação de ex-bilionários.
Um levantamento exclusivo feito por EXAME dá números a esse fenômeno. Dos 39 bilionários surgidos no país nos últimos quatro anos, 34 têm hoje patrimônio inferior a 1 bilhão de reais (em alguns casos, bastante inferior). Juntos, esses empresários chegaram a acumular uma fortuna de 97,5 bilhões de reais. Hoje, suas participações, somadas, não passam de 20 bilhões. Algumas desvalorizações de patrimônio chamam a atenção por sua magnitude. Os irmãos Constantino, donos da Gol, chegaram a ter 2,9 bilhões de reais cada um em maio de 2006. Hoje, têm 380 milhões, uma queda de 86,9%. Os donos de construtoras também perderam dinheiro em enormes proporções - as ações das empresas do setor caíram 70%, em média, em 2008. Menin, da MRV, tinha 2,5 bilhões um ano atrás. Hoje, tem 513,4 milhões. O empresário Meyer Joseph, da construtora paulista Tecnisa, era dono de 1,3 bilhão de reais em julho de 2007. A fortuna caiu 79%, para os atuais 271,5 milhões de reais. O maior perdedor do ano, embora não tenha se tornado um ex-bilionário, é o empreendedor em série Eike Batista. Em julho, Eike se propagandeava como o homem mais rico do Brasil. Ao todo, sua participação nas empresas do grupo EBX chegou a somar 42 bilhões de reais. Pois desde então as ações de suas companhias caíram, em média, 80% - e seu patrimônio foi embora junto. Em dezembro, somava 10,6 bilhões de reais.
Os números mostram que a crise foi especialmente cruel com os donos de empresas que abriram o capital recentemente. Há um motivo para isso. Com raríssimas exceções (como a petrolífera OGX, de Eike Batista), as mais de 100 empresas brasileiras que foram à bolsa desde 2004 são consideradas small caps, termo que designa companhias com valor de mercado inferior a 5 bilhões de reais. Essas empresas têm liquidez menor do que gigantes como Vale e Petrobras - ou seja, o volume de ações negociado na bolsa é inferior. Em momentos de crise, como o atual, os grandes investidores fogem justamente de ações com menor liquidez. Isso ocorre porque gestores de fundos preferem investir em empresas maiores, das quais é mais fácil sair caso a crise se agrave. Assim, o valor de mercado das novatas despencou. Em alguns casos, a empresa vale hoje menos que seu conjunto de ativos. A gestora de shopping centers Multiplan é um exemplo. Há cerca de um ano, a empresa atingiu seu valor máximo na bolsa, 4,1 bilhões de reais. Hoje, vale cerca de 1,5 bilhão. "É frustrante", diz José Isaac Peres, fundador da Multiplan e um dos ex-bilionários. Seu patrimônio em ações caiu 600 milhões de reais no último ano. Há um mês, ele encomendou à consultoria Jones Lang LaSalle uma avaliação dos ativos da Multiplan para mostrar aos investidores e analistas quanto ela realmente vale. Segundo a consultoria, os 11 shoppings da empresa valem 9 bilhões de reais, dos quais 5,6 bilhões referem-se à participação da Multiplan nos empreendimentos. É quase quatro vezes mais que seu valor de mercado atual.
Embora a razão de fundo para a redução do número de bilionários brasileiros na bolsa seja o mau humor do mercado internacional, alguns empresários viram seu patrimônio em ações derreter por seus próprios erros. Foi o que aconteceu, por exemplo, com os sócios da Gol. A empresa meteu os pés pelas mãos na compra da Varig, em março de 2007 - e, desde então, o que era uma das companhias aéreas mais rentáveis do mundo se transformou numa máquina de perder dinheiro. Nos três primeiros trimestres de 2008, a Gol teve prejuízos acumulados de 765 milhões de reais. Antes mesmo do agravamento da crise financeira internacional, em setembro, suas ações já estavam 82% abaixo de seu valor máximo. Ou seja, o patrimônio da família Constantino, que chegou a ter quatro representantes na lista de bilionários da revista americana Forbes, começou a ser dilacerado muito antes da falência do banco de investimento Lehman Brothers, que iniciou a fase aguda da crise financeira mundial. Desde então, claro, a coisa só fez piorar. Os quatro irmãos que controlam a companhia perderam, juntos, cerca de 10 bilhões de reais na bolsa.
A lista dos ex-bilionários
Para esses empresários, a queda do valor das ações representa muito mais do que a simples perda do status de super-rico. Empresas que valem pouco têm um leque muito menor de opções de crescimento - afinal, quem tem ações valorizadas pode financiar sua expansão com novas emissões ou mesmo oferecer ações como moeda de troca na compra de um concorrente. Controladores de empresas malvistas pelo mercado podem ser colocados na difícil situação de ter de resistir à voracidade de rivais mais fortes. Foi o que ocorreu com a construtora Tenda, fundada pelo empresário Henrique Alves Pinto. Uma queda superior a 80% no valor de mercado da companhia colocou em questão sua sobrevivência. Diante disso, ficou impossível para Alves Pinto recusar uma oferta da rival Gafisa. É por isso que 73 grupos lançaram programas de recompra de ações no mercado em 2008. O objetivo é reforçar entre os investidores a idéia de que as ações estão muito abaixo do razoável - em muitos casos, o dinheiro sai do bolso do próprio controlador. Vale tudo para impulsionar o valor de mercado da empresa.
No momento atual, porém, tentar conter a queda das ações com atitudes como essa equivale a segurar uma onda com as mãos. Nunca uma crise destruiu tanta riqueza - em escala planetária - quanto a de 2008. No ano, as principais bolsas do mundo perderam juntas mais de 11 trilhões de dólares em valor de mercado. A bolsa da Rússia foi a mais afetada, com uma queda de mais de 70%. Em seguida, vem a da China, cujo valor de mercado caiu de 3,1 trilhões para 1,2 trilhão de dólares, uma redução de 63%. Já a bolsa brasileira registrou uma queda de 39%. De longe, o mercado que mais perdeu em termos absolutos foi o americano. Mais de 5 trilhões de dólares evaporaram da bolsa de Nova York em 2008. Entre as companhias americanas que mais sofreram com a crise internacional está a General Motors, que perdeu 84% de seu valor de mercado ao longo do ano. Apontar os maiores perdedores de 2008 tornou-se uma diversão de analistas no mundo todo. Um dos maiores é o empresário indiano Lakshmi Mittal - considerado pela Forbes o quarto homem mais rico do mundo, com uma fortuna de 45 bilhões de dólares. Sua companhia, a ArcelorMittal, sofreu uma desvalorização de mais de 75% no ano. O patrimônio do pobre Mittal ficou 30 bilhões de dólares menor em 2008 - uma perda média de 83 milhões de dólares por dia.
No mercado acionário, como 2008 tem deixado claro, fortunas são desfeitas com a mesma velocidade com que são criadas. É evidente que, quando o cenário melhorar, o valor de mercado de companhias sólidas como a ArcelorMittal será reajustado. No Brasil, é seguro apostar que muitos dos ex-bilionários voltarão a ter seu bilhãozinho. A realidade, porém, é que para alguns deles os dias de bonança realmente ficaram para trás - afinal, há hoje um consenso de que as novatas atingiram um valor de mercado que só poderia acontecer em meio a uma bolha acionária. Com a liquidez abundante e a perspectiva de obtenção do grau de investimento pelo Brasil, o apetite estrangeiro por novas oportunidades foi potencializado nos últimos anos. Com dinheiro sobrando na praça, os ativos ficaram sobrevalorizados. Em situações normais, a relação média entre preço da ação e lucro é de 15 vezes em empresas tradicionais, como Petrobras e Vale, segundo a Economática. Nas novatas, a média dessa relação no dia do IPO ultrapassou 40 vezes. Isso aconteceu com empresas como Tecnisa e Multiplan. "Companhias que atingiram múltiplos como esses dificilmente alcançarão patamar semelhante quando a crise passar", diz o professor Alexandre Fiaglio, diretor da Fundação Dom Cabral, de Belo Horizonte.
Uma avalanche chamada 2008
Cenários de crise funcionam como um teste de fogo, que força a seleção natural entre empresas - separando, assim, negócios sólidos daqueles que eram apenas conseqüência de uma bolha de investimentos. No passado, o estouro da bolha da internet levou milhares de empresas à falência. Algumas, porém, saíram fortalecidas e se consolidaram como líderes de seus setores. A Amazon, por exemplo, chegou a perder 95% de seu valor de mercado. Nos anos que se seguiram, sua excelência operacional transformou os prejuízos iniciais em lucro. Em 2007, a empresa já valia mais que no auge da bolha ponto-com. É no exemplo da Amazon que os ex-bilionários brasileiros se espelham. É o que tenta fazer José Auriemo, presidente da incorporadora JHSF. Nos últimos 12 meses, as ações da companhia se desvalorizaram mais de 90%. Ele e seu pai, Fábio, que tinham 2,2 bilhões de reais cada um, têm hoje 218,5 milhões. A ordem na empresa, uma das cinco maiores do setor, é sobreviver à tempestade atual sem fazer loucuras. Grandes investimentos, por exemplo, estão descartados. "O trabalho que estamos fazendo acabará se refletindo no preço da ação", diz José Auriemo. O lucro da empresa cresceu 326% nos nove primeiros meses de 2008. Ele torce para que continue desse jeito - e, assim, possa voltar para o clube dos bilionários quando a crise passar.
Não aguento mais!!!
Qua, 11 Mar, 02h30 - Por Mauro Beting
Essa imprensa não se emenda! Ninguém agüenta mais falar de Ronaldo! Só porque ele atua num dos clubes que mais vendem jornais e que a mídia adora fazer média com a torcida fiel, os jornalistas de todo o planeta ficam babando ovo pelo cara! Só porque o cara já foi três vezes o melhor do mundo, só porque ele é o maior artilheiro da história das Copas, só porque é bicampeão mundial, só porque o cara ficou dois anos parado e voltou para ser campeão intrergaláctico em 2002, só porque os italianos batizaram e o mundo o chama de Fenômeno, a mídia não para de falar dele!
O que tem de mais ele ter ficado 13 meses parado, ter voltado fora de peso e de ritmo, ter atuado apenas 27 minutos no calor insuportável do clássico contra o mais tradicional rival, ter mandado uma bomba no travessão, armado um lindo lance para grande defesa do goleiro rival, e ter feito o gol que o Corinthians não marcava no Palmeiras havia 465 minutos, no minuto final do dérbi paulistano, e de cabeça, a única deficiência do gênio? Só porque ele derrubou o alambrado com todo o time celebrando com ele, e até alguns palmeirenses confortados pela felicidade do retorno dele, não é motivo para a mídia mundial falar dele como se fosse um fenômeno interplanetário.
De fato, a imprensa exagera. Ronaldo não é tudo isso! Ele não é o Pelé. E não é mesmo, ninguém será neste planeta: porque, graças a Pelé, ops, graças a Deus, Pelé foi Pelé até nas contusões. Fora as duas nos Mundiais de 1962 e 1966, raramente o rei se machucava. Nem de perto sofreu o que Ronaldo sofreu. Aliás, nenhum jogador do nível dele (e foram poucos na história) teve de virar a vida e virar antologia como o Fenômeno.
Ainda assim, é um exagero só ficar falando dele! Afinal, temos o Palmeiras que segue merecendo admiração, o Cruzeiro que se mantém muito bem em 2009, o Inter que começa a engrenar, o Sport de Ciro que é muito competitivo, o Botafogo que segue se superando, o São Paulo que deve crescer, o Grêmio que pode superar a fase ruim, o Vasco que está melhor organizado que sua direção, o Santos que pinta melhor com Mancini, o Fluminense que vem forte com Fred e Parreira, o Atlético Mineiro que pode apostar na molecada, o Atlético Paranaense que vai ganhando conjunto, o Coritiba que se vira para esquecer Keirrison. Grandes artilheiros e ótimas promessas como o santista Neymar, o cruzeirense Bernardo, o colorado Giuliano...
Mas a imprensa só fala em Ronaldo! Há uma semana, ele era um ex-jogador baladeiro e irresponsável. Faz um gol e vira o camisa 9 do Dunga na Copa-10! Vocês é que são um fenômeno! Como se o Ronaldo tivesse apenas 32 anos, atuasse em um grande clube, e o nível do futebol no Brasil fosse baixo para alguém com talento brilhar. Essa imprensinha...
[Modo Ironia desligado]
Qua, 11 Mar, 02h30 - Por Mauro Beting
Essa imprensa não se emenda! Ninguém agüenta mais falar de Ronaldo! Só porque ele atua num dos clubes que mais vendem jornais e que a mídia adora fazer média com a torcida fiel, os jornalistas de todo o planeta ficam babando ovo pelo cara! Só porque o cara já foi três vezes o melhor do mundo, só porque ele é o maior artilheiro da história das Copas, só porque é bicampeão mundial, só porque o cara ficou dois anos parado e voltou para ser campeão intrergaláctico em 2002, só porque os italianos batizaram e o mundo o chama de Fenômeno, a mídia não para de falar dele!
O que tem de mais ele ter ficado 13 meses parado, ter voltado fora de peso e de ritmo, ter atuado apenas 27 minutos no calor insuportável do clássico contra o mais tradicional rival, ter mandado uma bomba no travessão, armado um lindo lance para grande defesa do goleiro rival, e ter feito o gol que o Corinthians não marcava no Palmeiras havia 465 minutos, no minuto final do dérbi paulistano, e de cabeça, a única deficiência do gênio? Só porque ele derrubou o alambrado com todo o time celebrando com ele, e até alguns palmeirenses confortados pela felicidade do retorno dele, não é motivo para a mídia mundial falar dele como se fosse um fenômeno interplanetário.
De fato, a imprensa exagera. Ronaldo não é tudo isso! Ele não é o Pelé. E não é mesmo, ninguém será neste planeta: porque, graças a Pelé, ops, graças a Deus, Pelé foi Pelé até nas contusões. Fora as duas nos Mundiais de 1962 e 1966, raramente o rei se machucava. Nem de perto sofreu o que Ronaldo sofreu. Aliás, nenhum jogador do nível dele (e foram poucos na história) teve de virar a vida e virar antologia como o Fenômeno.
Ainda assim, é um exagero só ficar falando dele! Afinal, temos o Palmeiras que segue merecendo admiração, o Cruzeiro que se mantém muito bem em 2009, o Inter que começa a engrenar, o Sport de Ciro que é muito competitivo, o Botafogo que segue se superando, o São Paulo que deve crescer, o Grêmio que pode superar a fase ruim, o Vasco que está melhor organizado que sua direção, o Santos que pinta melhor com Mancini, o Fluminense que vem forte com Fred e Parreira, o Atlético Mineiro que pode apostar na molecada, o Atlético Paranaense que vai ganhando conjunto, o Coritiba que se vira para esquecer Keirrison. Grandes artilheiros e ótimas promessas como o santista Neymar, o cruzeirense Bernardo, o colorado Giuliano...
Mas a imprensa só fala em Ronaldo! Há uma semana, ele era um ex-jogador baladeiro e irresponsável. Faz um gol e vira o camisa 9 do Dunga na Copa-10! Vocês é que são um fenômeno! Como se o Ronaldo tivesse apenas 32 anos, atuasse em um grande clube, e o nível do futebol no Brasil fosse baixo para alguém com talento brilhar. Essa imprensinha...
[Modo Ironia desligado]
quarta-feira, 11 de março de 2009
FORBES
Special Report
The World's Billionaires 2009
03.11.09, 06:00 PM EDT
RANK NAME CITIZENSHIP AGE NET WORTH ($BIL) RESIDENCE
1 William Gates III United States 53 40.0 United States
2 Warren Buffett United States 78 37.0 United States
3 Carlos Slim Helu & family Mexico 69 35.0 Mexico
4 Lawrence Ellison United States 64 22.5 United States
5 Ingvar Kamprad & family Sweden 83 22.0 Switzerland
6 Karl Albrecht Germany 89 21.5 Germany
7 Mukesh Ambani India 51 19.5 India
8 Lakshmi Mittal India 58 19.3 United Kingdom
9 Theo Albrecht Germany 87 18.8 Germany
10 Amancio Ortega Spain 73 18.3 Spain
61 Eike Batista Brazil 52 7.5 Brazil
62 Joseph Safra Brazil 70 7.0 Brazil
196 Aloysio de Andrade Faria Brazil 88 3.1 Brazil
205 Dorothea Steinbruch & family Brazil NA 3.0 Brazil
224 Antonio Ermirio de Moraes & family 80 2.8 Brazil
285 Marcel Herrmann Telles Brazil 59 2.4 Brazil
318 Moise Safra Brazil 74 2.1 Brazil
318 Carlos Alberto Sicupira Brazil 61 2.1 Brazil
468 Abilio dos Santos Diniz Brazil 72 1.5 Brazil
601 Guilherme Peirao Leal Brazil 58 1.2 Brazil
601 Antonio Luiz Seabra Brazil 66 1.2 United Kingdom
647 Julio Bozano Brazil 73 1.1 Brazil
701 Enrique Banuelos Spain 43 1.0 Spain
The World's Billionaires
#701 Enrique Banuelos
03.11.09, 06:00 PM EDT
Founder and former chairman of Astroc Mediterraneo S.A.
Net Worth:$1.0 bil
Fortune:self made
Source:real estate
Age:43
Country Of Citizenship:Spain
Residence:Valencia
Industry:Real Estate
Education:NA,
Marital Status:married, 2 children
Founder and former chairman of Astroc Mediterraneo S.A. Made his debut as a billionaire in 2007 worth $7.7 billion. Lost $6.4 billion within a year amid rumors of inflated earnings and a cooling property market in Spain. The company, now called Afirma Grupo Inmobiliario, dropped another 85% in the past year. Banuelos still makes ranks, barely, thanks to stock sales, including one in December. Apparently trying his luck again in Latin America, notably Brazil, where he has recently acquired a stake in real estate company Abyara. Runs a private foundation promoting Spain's cultural heritage.
Special Report
The World's Billionaires 2009
03.11.09, 06:00 PM EDT
RANK NAME CITIZENSHIP AGE NET WORTH ($BIL) RESIDENCE
1 William Gates III United States 53 40.0 United States
2 Warren Buffett United States 78 37.0 United States
3 Carlos Slim Helu & family Mexico 69 35.0 Mexico
4 Lawrence Ellison United States 64 22.5 United States
5 Ingvar Kamprad & family Sweden 83 22.0 Switzerland
6 Karl Albrecht Germany 89 21.5 Germany
7 Mukesh Ambani India 51 19.5 India
8 Lakshmi Mittal India 58 19.3 United Kingdom
9 Theo Albrecht Germany 87 18.8 Germany
10 Amancio Ortega Spain 73 18.3 Spain
61 Eike Batista Brazil 52 7.5 Brazil
62 Joseph Safra Brazil 70 7.0 Brazil
196 Aloysio de Andrade Faria Brazil 88 3.1 Brazil
205 Dorothea Steinbruch & family Brazil NA 3.0 Brazil
224 Antonio Ermirio de Moraes & family 80 2.8 Brazil
285 Marcel Herrmann Telles Brazil 59 2.4 Brazil
318 Moise Safra Brazil 74 2.1 Brazil
318 Carlos Alberto Sicupira Brazil 61 2.1 Brazil
468 Abilio dos Santos Diniz Brazil 72 1.5 Brazil
601 Guilherme Peirao Leal Brazil 58 1.2 Brazil
601 Antonio Luiz Seabra Brazil 66 1.2 United Kingdom
647 Julio Bozano Brazil 73 1.1 Brazil
701 Enrique Banuelos Spain 43 1.0 Spain
The World's Billionaires
#701 Enrique Banuelos
03.11.09, 06:00 PM EDT
Founder and former chairman of Astroc Mediterraneo S.A.
Net Worth:$1.0 bil
Fortune:self made
Source:real estate
Age:43
Country Of Citizenship:Spain
Residence:Valencia
Industry:Real Estate
Education:NA,
Marital Status:married, 2 children
Founder and former chairman of Astroc Mediterraneo S.A. Made his debut as a billionaire in 2007 worth $7.7 billion. Lost $6.4 billion within a year amid rumors of inflated earnings and a cooling property market in Spain. The company, now called Afirma Grupo Inmobiliario, dropped another 85% in the past year. Banuelos still makes ranks, barely, thanks to stock sales, including one in December. Apparently trying his luck again in Latin America, notably Brazil, where he has recently acquired a stake in real estate company Abyara. Runs a private foundation promoting Spain's cultural heritage.
Governo toma susto e prioriza habitação
(FSP 11/03 Pág. B4) 11/03/2009
Preocupação da equipe de Lula é evitar a chamada recessão técnica, que é o recuo do PIB em dois trimestres seguidos. Presidente joga esperanças no pacote habitacional; Dilma define impacto como violento e fala em mais três meses ainda difíceis. O tamanho da queda do PIB (Produto Interno Bruto) no quarto trimestre de 2008 foi maior do que o esperado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seus principais auxiliares, segundo apurou a Folha.
Agora, a principal preocupação de Lula é evitar a chamada recessão técnica (queda consecutiva em dois trimestres) para manter o discurso de que o Brasil será menos afetado pela crise do que outros países. Há cerca de um mês, na metade do primeiro trimestre deste ano, a equipe econômica recebeu dados preliminares do desempenho da economia nos últimos três meses do ano passado. Os dados apontaram uma queda do PIB maior do que a prevista pelo governo. Diante desse quadro, Lula cobrou medidas para tentar fazer com que não haja queda no primeiro trimestre ante os últimos três meses do ano passado.
(FSP 11/03 Pág. B4) 11/03/2009
Preocupação da equipe de Lula é evitar a chamada recessão técnica, que é o recuo do PIB em dois trimestres seguidos. Presidente joga esperanças no pacote habitacional; Dilma define impacto como violento e fala em mais três meses ainda difíceis. O tamanho da queda do PIB (Produto Interno Bruto) no quarto trimestre de 2008 foi maior do que o esperado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seus principais auxiliares, segundo apurou a Folha.
Agora, a principal preocupação de Lula é evitar a chamada recessão técnica (queda consecutiva em dois trimestres) para manter o discurso de que o Brasil será menos afetado pela crise do que outros países. Há cerca de um mês, na metade do primeiro trimestre deste ano, a equipe econômica recebeu dados preliminares do desempenho da economia nos últimos três meses do ano passado. Os dados apontaram uma queda do PIB maior do que a prevista pelo governo. Diante desse quadro, Lula cobrou medidas para tentar fazer com que não haja queda no primeiro trimestre ante os últimos três meses do ano passado.
Caixa é liberada para comprar construtoras
O Estado de São Paulo, 05/mar
A Caixa Econômica Federal poderá comprar participação acionária em construtoras ou empresas de qualquer outro setor. É o que prevê o texto da Lei 11.908, publicada ontem no Diário Oficial. A medida contava com forte oposição do setor privado. A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) enviou carta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pedindo o veto do artigo que abre essa possibilidade. Mesmo às vésperas do lançamento do pacote da habitação, o pedido não foi atendido.
A lei, proposta pelo governo no fim do ano passado, quando a crise se agravou, tem como objetivo principal permitir que a Caixa e o Banco do Brasil comprem outras instituições financeiras em dificuldades. Originalmente, ela era a Medida Provisória 443, chamada de "MP anticrise".
"A Caixa, como tal, não poderá comprar construtoras. Mas, se ela estruturar uma empresa chamada Caixa Participações, prevista na lei, ela poderá entrar em qualquer empresa", disse o deputado João Paulo (PT-SP), relator do texto.
As empresas do setor de construção querem ajuda do governo, mas com outro formato. Em vez de comprar participação nas empresas, como está na lei, elas propunham que a Caixa comprasse apenas cotas de empreendimentos. De fato, a nova lei abre essa possibilidade para o banco. Mas, ao mesmo tempo, permite a criação do braço investidor da Caixa - e, este sim, poderá comprar ações de qualquer companhia.
O formato desejado pelo setor privado chegou a figurar no projeto de lei, quando este tramitou pelo Senado. Porém, ao chegar à Câmara, a redação foi modificada.
As empresas do ramo são contra a possibilidade de a Caixa comprar toda ou parte de construtoras, porque temem o surgimento de concorrentes desproporcionalmente mais fortes no mercado. Elas argumentam que o banco detém hoje domínio quase total sobre a aplicação do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), uma das principais fontes de recursos do setor.
Além disso, estão concentrados na Caixa 30% do dinheiro aplicado em cadernetas de poupança, que também financiam as construtoras.
Uma construtora ligada à Caixa poderia ter vantagem na obtenção desse dinheiro. Outro risco seria essa empresa ser privilegiada com o acesso a informações estratégicas de suas concorrentes que solicitassem financiamento ao banco.
Lula vetou apenas um artigo da lei, o 8º. Ele autorizava a criação de uma comissão mista, no Congresso Nacional, para o acompanhamento da crise financeira internacional. Anteontem, o Senado criou uma comissão exclusiva para tratar do assunto.
O Estado de São Paulo, 05/mar
A Caixa Econômica Federal poderá comprar participação acionária em construtoras ou empresas de qualquer outro setor. É o que prevê o texto da Lei 11.908, publicada ontem no Diário Oficial. A medida contava com forte oposição do setor privado. A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) enviou carta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pedindo o veto do artigo que abre essa possibilidade. Mesmo às vésperas do lançamento do pacote da habitação, o pedido não foi atendido.
A lei, proposta pelo governo no fim do ano passado, quando a crise se agravou, tem como objetivo principal permitir que a Caixa e o Banco do Brasil comprem outras instituições financeiras em dificuldades. Originalmente, ela era a Medida Provisória 443, chamada de "MP anticrise".
"A Caixa, como tal, não poderá comprar construtoras. Mas, se ela estruturar uma empresa chamada Caixa Participações, prevista na lei, ela poderá entrar em qualquer empresa", disse o deputado João Paulo (PT-SP), relator do texto.
As empresas do setor de construção querem ajuda do governo, mas com outro formato. Em vez de comprar participação nas empresas, como está na lei, elas propunham que a Caixa comprasse apenas cotas de empreendimentos. De fato, a nova lei abre essa possibilidade para o banco. Mas, ao mesmo tempo, permite a criação do braço investidor da Caixa - e, este sim, poderá comprar ações de qualquer companhia.
O formato desejado pelo setor privado chegou a figurar no projeto de lei, quando este tramitou pelo Senado. Porém, ao chegar à Câmara, a redação foi modificada.
As empresas do ramo são contra a possibilidade de a Caixa comprar toda ou parte de construtoras, porque temem o surgimento de concorrentes desproporcionalmente mais fortes no mercado. Elas argumentam que o banco detém hoje domínio quase total sobre a aplicação do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), uma das principais fontes de recursos do setor.
Além disso, estão concentrados na Caixa 30% do dinheiro aplicado em cadernetas de poupança, que também financiam as construtoras.
Uma construtora ligada à Caixa poderia ter vantagem na obtenção desse dinheiro. Outro risco seria essa empresa ser privilegiada com o acesso a informações estratégicas de suas concorrentes que solicitassem financiamento ao banco.
Lula vetou apenas um artigo da lei, o 8º. Ele autorizava a criação de uma comissão mista, no Congresso Nacional, para o acompanhamento da crise financeira internacional. Anteontem, o Senado criou uma comissão exclusiva para tratar do assunto.
La constructora brasileña del español Bañuelos busca millonarios negocios
Veremonte, grupo brasileño con participación de inversores extranjeros...
El Mundo - 4/3/2009 3:04 PM
Sao Paulo, 4 mar (EFE).- La constructora brasileña Abyara, recién adquirida por el grupo Veremonte, controlado por el español Enrique Bañuelos, adoptará un nuevo modelo de gestión que pretende generar negocios en los próximos cinco años por 2.500 millones de reales (unos 1.054 millones de dólares), informó hoy la compañía.
El nuevo presidente de Abyara, Asterio Safatle, indicó a analistas brasileños que la empresa,"en la primera operación de consolidación del mercado inmobiliario de 2009", implementará el modelo de gestión de Agra, antigua competidora local que se asoció a Veremonte para el negocio.
Safatle indicó que Abyara continuará con actuación en los mercados de alta y mediana renta, especialmente en este último, que genera el 70% de los proyectos.
Veremonte, grupo brasileño con participación de inversores extranjeros encabezados por Bañuelos, controla, junto con Agra, el 62,13% del capital de Abyara.
El negocio anunciado el pasado 19 de febrero fue el primero de este año en el sector inmobiliario brasileño, luego de la crisis mundial que afectó en primera instancia a las empresas e instituciones financieras del ramo.
Según analistas del mercado local, Bañuelos y la constructora Agra desembolsarán hasta el 2014 un total de 38 millones de reales (unos 16 millones de dólares) por Abyara y asumirán deudas por 430 millones de reales (unos 181,4 millones de dólares).
La cartera de Abyara, fundada en 1995, alcanza los 1.200 millones de reales (unos 506,3 millones de dólares).
Abyara espera aumentar también su presencia en el mercado inmobiliario local mediante la participación en un ambicioso plan de vivienda popular anunciado por el presidente brasileño, Luiz Inácio Lula da Silva.
Veremonte, grupo brasileño con participación de inversores extranjeros...
El Mundo - 4/3/2009 3:04 PM
Sao Paulo, 4 mar (EFE).- La constructora brasileña Abyara, recién adquirida por el grupo Veremonte, controlado por el español Enrique Bañuelos, adoptará un nuevo modelo de gestión que pretende generar negocios en los próximos cinco años por 2.500 millones de reales (unos 1.054 millones de dólares), informó hoy la compañía.
El nuevo presidente de Abyara, Asterio Safatle, indicó a analistas brasileños que la empresa,"en la primera operación de consolidación del mercado inmobiliario de 2009", implementará el modelo de gestión de Agra, antigua competidora local que se asoció a Veremonte para el negocio.
Safatle indicó que Abyara continuará con actuación en los mercados de alta y mediana renta, especialmente en este último, que genera el 70% de los proyectos.
Veremonte, grupo brasileño con participación de inversores extranjeros encabezados por Bañuelos, controla, junto con Agra, el 62,13% del capital de Abyara.
El negocio anunciado el pasado 19 de febrero fue el primero de este año en el sector inmobiliario brasileño, luego de la crisis mundial que afectó en primera instancia a las empresas e instituciones financieras del ramo.
Según analistas del mercado local, Bañuelos y la constructora Agra desembolsarán hasta el 2014 un total de 38 millones de reales (unos 16 millones de dólares) por Abyara y asumirán deudas por 430 millones de reales (unos 181,4 millones de dólares).
La cartera de Abyara, fundada en 1995, alcanza los 1.200 millones de reales (unos 506,3 millones de dólares).
Abyara espera aumentar también su presencia en el mercado inmobiliario local mediante la participación en un ambicioso plan de vivienda popular anunciado por el presidente brasileño, Luiz Inácio Lula da Silva.
ABYARA PLANEJAMENTO IMOBILIÁRIO S.A.
COMPANHIA ABERTA
CNPJ Nº. 07.794.351/0001-60
NIRE 35.300.328.337
ATA DA ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA
REALIZADA EM 6 DE MARÇO DE 2009
DATA, HORA E LOCAL: 6 de março de 2009, às 10h, na sede social da Companhia, na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Ibirapuera, 2332, Torre Ibirapuera I – 12º andar.
PUBLICAÇÕES: Edital de Convocação publicado nos dias 19, 20 e 21 de fevereiro de 2009no jornal Folha de S. Paulo e nos dias 19, 20 e 21 de fevereiro de 2009 no Diário Oficial do Estado de São Paulo.
ORDEM DO DIA: Eleição dos membros do Conselho de Administração da Companhia, em razão da renúncia de todos os seus membros, apresentada na Reunião do Conselho de Administração da Companhia realizada em 18 de fevereiro de 2009.
PRESENÇAS: Presentes acionistas da Companhia representando mais de 25% (vinte e cinco por cento) do capital social com direito a voto.
MESA: Presidente: Astério Vaz Safatle; Secretária: Natalia Maria Fernandes Pires.
DELIBERAÇÕES: Foram tomadas as seguintes deliberações:
(i) Após a apresentação de seus respectivos currículos aos presentes, foram eleitos, pela maioria dos acionistas presentes, com mandato até a Assembléia Geral Ordinária que aprovar as demonstrações financeiras da Companhia referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2009, os seguintes membros do Conselho de Administração da Companhia:
I. Christian Villela Klotz, brasileiro, casado, engenheiro de produção mecânica, portador da cédula de identidade RG nº 28.047.008-3 SSP/SP e inscrito no CPF/MF sob o nº 277.161.628-96, residente e domiciliado na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Rua Gomes de Carvalho, nº 1.510, 6º andar, Vila Olímpia, como membro efetivo do Conselho de Administração;
II. Didier Maurice Klotz, francês, casado, engenheiro, portador da cédula de identidade RG nº 24.980.313-6 SSP/SP e inscrito no CPF/MF sob o nº 103.179.537-53, residente e domiciliado na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Rua Gomes de Carvalho, nº 1.510, 6º andar, Vila Olímpia, como membro efetivo do Conselho de Administração;
III. Astério Vaz Safatle, brasileiro, casado, engenheiro, portador da cédula de identidade RG nº 12.113.383-7 SSP/SP e inscrito no CPF/MF sob o nº 087.493.368-43, residente e domiciliado na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Rua Gomes de Carvalho, nº 1.510, 6º andar, Vila Olímpia, como membro efetivo do Conselho de Administração;
IV. Maílson Ferreira da Nóbrega, brasileiro, divorciado, economista, portador da cédula de identidade RG nº 214.106 SSP/DF e inscrito no CPF/MF sob o nº 043.025.837-20, residente e domiciliado na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Rua Estados Unidos, nº 498, CEP 01427-000, como membro efetivo do Conselho de Administração;
V. Carlos Tonanni, brasileiro, casado, administrador de empresas, portador da cédula de identidade RG nº 21.473.739-1 SSP/SP e inscrito no CPF/MF sob o nº
153.059.748-01, residente e domiciliado na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Rua Agrário de Sousa, nº 21, Jardim Paulistano, na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, como membro efetivo do Conselho de Administração.
(ii) Fica consignado que o Sr. Maílson Ferreira da Nóbrega e o Sr. Carlos Tonanni, ora eleitos como membros efetivos do Conselho de Administração, são Conselheiros Independentes, conforme definição do Regulamento de Listagem do Novo Mercado da BM&F Bovespa S.A. – Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros (“BOVESPA”), restando portanto devidamente atendido o percentual mínimo exigido em referido Regulamento.
(iii) Em decorrência das deliberações ora tomadas, o Conselho de Administração da Companhia passa a ter seguinte composição: (i) Christian Villela Klotz; (ii) Didier Maurice Klotz; (iii) Astério Vaz Safatle; (iv) Maílson Ferreira da Nóbrega como Conselheiro Independente e (v) Carlos Tonanni como Conselheiro Independente.
Os conselheiros ora eleitos
(a) declararam, sob as penas da lei, que cumprem todos os requisitos previstos no art. 147 da Lei nº 6.404/76 e na Instrução CVM 367/02 para a sua investidura como membros do Conselho de Administração da Companhia, tendo sido dispensado, em relação aos Srs. Didier Maurice Klotz e Maílson Ferreira da Nóbrega, o requisito constante do art. 147, § 3º, I, da Lei nº 6.404/76 e do art. 2º, IV, da Instrução CVM 367/02, uma vez que o Sr. Didier Klotz também é membro da administração da companhia Agra Empreendimentos Imobiliários S.A. (CNPJ 07.698.047/0001-10) e o Sr. Maílson da Nóbrega também é membro da administração da Rodobens Negócios Imobiliários S.A. (CNPJ 67.010.660/0001-24);
(b) tomarão posse em seus cargos mediante a assinatura dos respectivos Termos de Posse lavrados no Livro de Atas de Reuniões do Conselho de Administração da Companhia, das Declarações a que se refere a Instrução CVM 367/02 e os Termos de Anuência dos Administradores ao Regulamento de Listagem do Novo Mercado da Bovespa.
(iv) Nos termos do art. 25, XXXII, do Estatuto Social da Companhia, na próxima reunião do Conselho de Administração, os membros ora eleitos deverão eleger, dentre eles, o Presidente e o Vice-Presidente do Conselho de Administração.
ENCERRAMENTO: Nada mais havendo a tratar, e como nenhum dos presentes quisesse fazer uso da palavra, foram encerrados os trabalhos, lavrando-se a presente ata na forma de sumário, e que poderá ser publicada com omissão das assinaturas dos acionistas presentes, conforme o disposto nos parágrafos 1º e 2º do Artigo 130 da Lei n.º 6.404/76, a qual foi lida, achada conforme e assinada. Ass) Mesa:) Astério Vaz Safatle – Presidente; Natalia Maria Fernandes Pires – Secretária.
Acionistas:) IPU Participações S.A., Fernando Pedroso dos Santos, Greco Giuseppe Montagna, Alexandre Hermann Sande.
São Paulo, 06 de março de 2009.
__________________________________
Presidente: Astério Vaz Safatle
______________________________________
Secretária: Natalia Maria Fernandes Pires
Acionistas:
__________________________________
IPU Participações S.A.
__________________________________
Fernando Pedroso dos Santos
__________________________________
Greco Giuseppe Montagna
__________________________________
Alexandre Hermann Sande
COMPANHIA ABERTA
CNPJ Nº. 07.794.351/0001-60
NIRE 35.300.328.337
ATA DA ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA
REALIZADA EM 6 DE MARÇO DE 2009
DATA, HORA E LOCAL: 6 de março de 2009, às 10h, na sede social da Companhia, na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Ibirapuera, 2332, Torre Ibirapuera I – 12º andar.
PUBLICAÇÕES: Edital de Convocação publicado nos dias 19, 20 e 21 de fevereiro de 2009no jornal Folha de S. Paulo e nos dias 19, 20 e 21 de fevereiro de 2009 no Diário Oficial do Estado de São Paulo.
ORDEM DO DIA: Eleição dos membros do Conselho de Administração da Companhia, em razão da renúncia de todos os seus membros, apresentada na Reunião do Conselho de Administração da Companhia realizada em 18 de fevereiro de 2009.
PRESENÇAS: Presentes acionistas da Companhia representando mais de 25% (vinte e cinco por cento) do capital social com direito a voto.
MESA: Presidente: Astério Vaz Safatle; Secretária: Natalia Maria Fernandes Pires.
DELIBERAÇÕES: Foram tomadas as seguintes deliberações:
(i) Após a apresentação de seus respectivos currículos aos presentes, foram eleitos, pela maioria dos acionistas presentes, com mandato até a Assembléia Geral Ordinária que aprovar as demonstrações financeiras da Companhia referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2009, os seguintes membros do Conselho de Administração da Companhia:
I. Christian Villela Klotz, brasileiro, casado, engenheiro de produção mecânica, portador da cédula de identidade RG nº 28.047.008-3 SSP/SP e inscrito no CPF/MF sob o nº 277.161.628-96, residente e domiciliado na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Rua Gomes de Carvalho, nº 1.510, 6º andar, Vila Olímpia, como membro efetivo do Conselho de Administração;
II. Didier Maurice Klotz, francês, casado, engenheiro, portador da cédula de identidade RG nº 24.980.313-6 SSP/SP e inscrito no CPF/MF sob o nº 103.179.537-53, residente e domiciliado na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Rua Gomes de Carvalho, nº 1.510, 6º andar, Vila Olímpia, como membro efetivo do Conselho de Administração;
III. Astério Vaz Safatle, brasileiro, casado, engenheiro, portador da cédula de identidade RG nº 12.113.383-7 SSP/SP e inscrito no CPF/MF sob o nº 087.493.368-43, residente e domiciliado na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Rua Gomes de Carvalho, nº 1.510, 6º andar, Vila Olímpia, como membro efetivo do Conselho de Administração;
IV. Maílson Ferreira da Nóbrega, brasileiro, divorciado, economista, portador da cédula de identidade RG nº 214.106 SSP/DF e inscrito no CPF/MF sob o nº 043.025.837-20, residente e domiciliado na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Rua Estados Unidos, nº 498, CEP 01427-000, como membro efetivo do Conselho de Administração;
V. Carlos Tonanni, brasileiro, casado, administrador de empresas, portador da cédula de identidade RG nº 21.473.739-1 SSP/SP e inscrito no CPF/MF sob o nº
153.059.748-01, residente e domiciliado na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Rua Agrário de Sousa, nº 21, Jardim Paulistano, na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, como membro efetivo do Conselho de Administração.
(ii) Fica consignado que o Sr. Maílson Ferreira da Nóbrega e o Sr. Carlos Tonanni, ora eleitos como membros efetivos do Conselho de Administração, são Conselheiros Independentes, conforme definição do Regulamento de Listagem do Novo Mercado da BM&F Bovespa S.A. – Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros (“BOVESPA”), restando portanto devidamente atendido o percentual mínimo exigido em referido Regulamento.
(iii) Em decorrência das deliberações ora tomadas, o Conselho de Administração da Companhia passa a ter seguinte composição: (i) Christian Villela Klotz; (ii) Didier Maurice Klotz; (iii) Astério Vaz Safatle; (iv) Maílson Ferreira da Nóbrega como Conselheiro Independente e (v) Carlos Tonanni como Conselheiro Independente.
Os conselheiros ora eleitos
(a) declararam, sob as penas da lei, que cumprem todos os requisitos previstos no art. 147 da Lei nº 6.404/76 e na Instrução CVM 367/02 para a sua investidura como membros do Conselho de Administração da Companhia, tendo sido dispensado, em relação aos Srs. Didier Maurice Klotz e Maílson Ferreira da Nóbrega, o requisito constante do art. 147, § 3º, I, da Lei nº 6.404/76 e do art. 2º, IV, da Instrução CVM 367/02, uma vez que o Sr. Didier Klotz também é membro da administração da companhia Agra Empreendimentos Imobiliários S.A. (CNPJ 07.698.047/0001-10) e o Sr. Maílson da Nóbrega também é membro da administração da Rodobens Negócios Imobiliários S.A. (CNPJ 67.010.660/0001-24);
(b) tomarão posse em seus cargos mediante a assinatura dos respectivos Termos de Posse lavrados no Livro de Atas de Reuniões do Conselho de Administração da Companhia, das Declarações a que se refere a Instrução CVM 367/02 e os Termos de Anuência dos Administradores ao Regulamento de Listagem do Novo Mercado da Bovespa.
(iv) Nos termos do art. 25, XXXII, do Estatuto Social da Companhia, na próxima reunião do Conselho de Administração, os membros ora eleitos deverão eleger, dentre eles, o Presidente e o Vice-Presidente do Conselho de Administração.
ENCERRAMENTO: Nada mais havendo a tratar, e como nenhum dos presentes quisesse fazer uso da palavra, foram encerrados os trabalhos, lavrando-se a presente ata na forma de sumário, e que poderá ser publicada com omissão das assinaturas dos acionistas presentes, conforme o disposto nos parágrafos 1º e 2º do Artigo 130 da Lei n.º 6.404/76, a qual foi lida, achada conforme e assinada. Ass) Mesa:) Astério Vaz Safatle – Presidente; Natalia Maria Fernandes Pires – Secretária.
Acionistas:) IPU Participações S.A., Fernando Pedroso dos Santos, Greco Giuseppe Montagna, Alexandre Hermann Sande.
São Paulo, 06 de março de 2009.
__________________________________
Presidente: Astério Vaz Safatle
______________________________________
Secretária: Natalia Maria Fernandes Pires
Acionistas:
__________________________________
IPU Participações S.A.
__________________________________
Fernando Pedroso dos Santos
__________________________________
Greco Giuseppe Montagna
__________________________________
Alexandre Hermann Sande
terça-feira, 10 de março de 2009
DILMA: Programa habitacional deve ajudar a recuperar economia
Fonte: Investnews - 10/3/2009
SÃO PAULO, 10 de março de 2009 - Apesar da queda no Produto Interno Bruto (PIB) registrada no quarto trimestre de 2008, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, tem expectativas positivas para o ano de 2009. "Esperamos três meses ainda difíceis, mas bem melhores que outubro, novembro e dezembro. Para uma retomada ainda maior a partir do segundo semestre", afirmou.
Para Dilma, o Brasil começa a se recuperar da crise. "Essa queda brutal na produção industrial brasileira e na produção em geral, agora, no segundo momento, está sendo metabolizada."
Um dos fatores que devem contribuir para o crescimento da economia é o programa habitacional do governo que deve ser lançado nos próximos meses, destinado a pessoas que recebam até três salários mínimos.
Segundo Dilma, o programa ainda não saiu do papel porque o governo está ouvindo prefeitos, governadores, empresas da construção civil, movimentos sociais que lutam pela habitação, para lançar um programa que supra todas as deficiências da população. "Quisemos escutá-los para entender os principais gargalos. Para que esse projeto de construção de um milhão de habitações, ao ser desencadeado, comece a produzir [resultados] imediatamente", disse.
Dilma também afirmou que o programa deve ter duplo efeito: combate ao déficit habitacional e geração de empregos. Para isso, a ministra conta com a participação de instituições financeiras para o financiamento de recursos. "Iremos nos reunir com agente financeiros privados, é um volume muito grande de casas."
As informações são da Agência Brasil. (Redação - InvestNews)
Fonte: Investnews - 10/3/2009
SÃO PAULO, 10 de março de 2009 - Apesar da queda no Produto Interno Bruto (PIB) registrada no quarto trimestre de 2008, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, tem expectativas positivas para o ano de 2009. "Esperamos três meses ainda difíceis, mas bem melhores que outubro, novembro e dezembro. Para uma retomada ainda maior a partir do segundo semestre", afirmou.
Para Dilma, o Brasil começa a se recuperar da crise. "Essa queda brutal na produção industrial brasileira e na produção em geral, agora, no segundo momento, está sendo metabolizada."
Um dos fatores que devem contribuir para o crescimento da economia é o programa habitacional do governo que deve ser lançado nos próximos meses, destinado a pessoas que recebam até três salários mínimos.
Segundo Dilma, o programa ainda não saiu do papel porque o governo está ouvindo prefeitos, governadores, empresas da construção civil, movimentos sociais que lutam pela habitação, para lançar um programa que supra todas as deficiências da população. "Quisemos escutá-los para entender os principais gargalos. Para que esse projeto de construção de um milhão de habitações, ao ser desencadeado, comece a produzir [resultados] imediatamente", disse.
Dilma também afirmou que o programa deve ter duplo efeito: combate ao déficit habitacional e geração de empregos. Para isso, a ministra conta com a participação de instituições financeiras para o financiamento de recursos. "Iremos nos reunir com agente financeiros privados, é um volume muito grande de casas."
As informações são da Agência Brasil. (Redação - InvestNews)
Gafisa fecha trimestre com prejuízo de R$ 12,6 milhões
Valor Online - 10/03/2009 14:32
SÃO PAULO - A incorporadora Gafisa encerrou o quarto trimestre de 2008 com prejuízo líquido de R$ 12,6 milhões, resultado que contrasta com ganho líquido de R$ 49,5 milhões obtido em igual período de 2007. No entanto, em todo o ano de 2008, a companhia garantiu lucro de 110 milhões, alta de 19% sobre os R$ 92 milhões registrados em 2007.
"Apesar do cenário econômico desfavorável, nossos resultados no quarto trimestre, impulsionados por fortes resultados de vendas em Alphaville e Tenda, estiveram em linha com nossa performance histórica, excluindo despesas extraordinárias relacionadas a ações que foram tomadas no sentido de preservar o caixa da companhia e seu crescimento contínuo", disse o presidente da companhia, Wilson Amaral, em comunicado.
Descontando ajustes contábeis, despesas extraordinárias e reestruturações, o ganho no ano passado seria de R$ 171,3 milhões, e o resultado do quarto trimestre ficaria em R$ 56,9 milhões.
Entre outubro e dezembro do calendário passado, a receita líquida apontou crescimento de 64%, somando R$ 624 milhões. Em todo 2008, as vendas subiram 45%, para R$ 1,74 bilhão.
A geração de caixa medida pelo Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, na sigla em inglês) caiu para R$ 33,6 milhões no quarto trimestre de 2008, contra R$ 49,4 milhões em igual período do ano anterior. A margem ficou em 5,4%, perante 11,4%. Para o exercício completo, o Ebitda avançou 61%, somando R$ 221 milhões, com margem de 12,7%.
A empresa encerrou o trimestre final de 2008 com R$ 1,24 bilhão em dívidas e obrigações com investidores e um caixa de R$ 605 milhões.
Os lançamentos, considerando apenas a Gafisa, recuaram 28% no trimestre, para R$ 746 milhões, enquanto as vendas contratadas caíram 8,3%, para R$ 607 milhões. Já durante todo o ano, os lançamentos subiram 87,6%, para R$ 4,19 bilhões, e as vendas contratadas avançaram 58,5%, para R$ 2,57 bilhões.
Para lidar com o cenário atual e preservar a posição de caixa, a companhia revela que analisou os lançamentos com desempenho de venda abaixo do esperado no quarto trimestre e cancelou os empreendimentos que não preenchiam o critério de Valor Geral de Vendas (VGV) total de R$ 241 milhões.
Tais cancelamentos tiveram impacto nas vendas no trimestre em R$ 32 milhões. Além disso, as empresa registrou outros R$ 15,7 milhões em despesas jurídicas, de marketing, vendas e projetos.
O banco de terras da companhia atingiu R$ 17,8 bilhões, sendo composto de 247 terrenos em 22 estados, o equivalente a 115 mil unidades.
Os resultados consolidam a incorporada Tenda, na qual a Gafisa tem 60% do capital a partir de 21 de outubro. A controlada encerrou o ano com prejuízo de R$ 38,2 milhões, mas registrou ganho líquido de R$ 13,8 milhões nos último trimestre de 2008.
Valor Online - 10/03/2009 14:32
SÃO PAULO - A incorporadora Gafisa encerrou o quarto trimestre de 2008 com prejuízo líquido de R$ 12,6 milhões, resultado que contrasta com ganho líquido de R$ 49,5 milhões obtido em igual período de 2007. No entanto, em todo o ano de 2008, a companhia garantiu lucro de 110 milhões, alta de 19% sobre os R$ 92 milhões registrados em 2007.
"Apesar do cenário econômico desfavorável, nossos resultados no quarto trimestre, impulsionados por fortes resultados de vendas em Alphaville e Tenda, estiveram em linha com nossa performance histórica, excluindo despesas extraordinárias relacionadas a ações que foram tomadas no sentido de preservar o caixa da companhia e seu crescimento contínuo", disse o presidente da companhia, Wilson Amaral, em comunicado.
Descontando ajustes contábeis, despesas extraordinárias e reestruturações, o ganho no ano passado seria de R$ 171,3 milhões, e o resultado do quarto trimestre ficaria em R$ 56,9 milhões.
Entre outubro e dezembro do calendário passado, a receita líquida apontou crescimento de 64%, somando R$ 624 milhões. Em todo 2008, as vendas subiram 45%, para R$ 1,74 bilhão.
A geração de caixa medida pelo Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, na sigla em inglês) caiu para R$ 33,6 milhões no quarto trimestre de 2008, contra R$ 49,4 milhões em igual período do ano anterior. A margem ficou em 5,4%, perante 11,4%. Para o exercício completo, o Ebitda avançou 61%, somando R$ 221 milhões, com margem de 12,7%.
A empresa encerrou o trimestre final de 2008 com R$ 1,24 bilhão em dívidas e obrigações com investidores e um caixa de R$ 605 milhões.
Os lançamentos, considerando apenas a Gafisa, recuaram 28% no trimestre, para R$ 746 milhões, enquanto as vendas contratadas caíram 8,3%, para R$ 607 milhões. Já durante todo o ano, os lançamentos subiram 87,6%, para R$ 4,19 bilhões, e as vendas contratadas avançaram 58,5%, para R$ 2,57 bilhões.
Para lidar com o cenário atual e preservar a posição de caixa, a companhia revela que analisou os lançamentos com desempenho de venda abaixo do esperado no quarto trimestre e cancelou os empreendimentos que não preenchiam o critério de Valor Geral de Vendas (VGV) total de R$ 241 milhões.
Tais cancelamentos tiveram impacto nas vendas no trimestre em R$ 32 milhões. Além disso, as empresa registrou outros R$ 15,7 milhões em despesas jurídicas, de marketing, vendas e projetos.
O banco de terras da companhia atingiu R$ 17,8 bilhões, sendo composto de 247 terrenos em 22 estados, o equivalente a 115 mil unidades.
Os resultados consolidam a incorporada Tenda, na qual a Gafisa tem 60% do capital a partir de 21 de outubro. A controlada encerrou o ano com prejuízo de R$ 38,2 milhões, mas registrou ganho líquido de R$ 13,8 milhões nos último trimestre de 2008.
domingo, 8 de março de 2009
PACOTE HABITACIONAL TERÁ QUE SUPERAR ENTRAVES
DC - Mercado Imobiliário - 06.03.09
O pacote habitacional que está sendo preparado pelo governo terá impacto positivo no desempenho do setor da construção civil e da economia do país. De acordo com alguns especialistas da área, no entanto, o programa para construção de um milhão de moradias em um prazo de dois anos, prometido pelo presidente Lula, terá de vencer outros desafios como, por exemplo, a escassez de terrenos para as obras em grandes centros, entraves legais e desconfiança dos agentes financeiros para a concessão de empréstimo à população de baixa renda.
DC - Mercado Imobiliário - 06.03.09
O pacote habitacional que está sendo preparado pelo governo terá impacto positivo no desempenho do setor da construção civil e da economia do país. De acordo com alguns especialistas da área, no entanto, o programa para construção de um milhão de moradias em um prazo de dois anos, prometido pelo presidente Lula, terá de vencer outros desafios como, por exemplo, a escassez de terrenos para as obras em grandes centros, entraves legais e desconfiança dos agentes financeiros para a concessão de empréstimo à população de baixa renda.
sábado, 7 de março de 2009
FGTS vai poder pagar imóvel até R$ 600 mil
07/03/2009 - 09h51 ( - Agência Estado)
O valor máximo do imóvel que poderá ser adquirido com o saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) do mutuário será elevado dos atuais R$ 350 mil para R$ 600mil. A informação foi dada nessa sexta-feira pela assessoria de imprensa do Ministério da Fazenda. Ela confirmou também que o valor do pacote da habitação é de R$ 70 bilhões, volume suficiente para construir 1,2 milhão de novas moradias. Esses recursos não sairão integralmente dos cofres públicos. Boa parte refere-se a financiamentos, que serão pagos pelos adquirentes dos imóveis.
Ainda não está totalmente certo, mas o pacote poderá conter outra vantagem: o saldo do FGTS poderá ser usado mensalmente para pagar prestações da casa própria. Atualmente, os recursos só podem ser utilizados de dois em dois anos, para reduzir o valor das prestações ou abater no saldo devedor.
Há mais uma "bondade" em estudo para facilitar a compra da casa própria pelas famílias de renda mais elevada. Nos imóveis financiados pelo Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), a parcela financiada aumentará dos atuais 80% para 90. Ou seja, o valor da entrada a ser paga à vista ficará menor. Os imóveis que se enquadram no SBPE são aqueles de valor mais elevado.
Embora o foco do pacote habitacional do governo sejam as famílias com renda de até 10 salários mínimos (R$ 4.650), há agrados para todas as faixas de renda. A classe média terá mais chances de comprar a casa própria sem ter de pagar entrada. Os imóveis construídos com recursos do FGTS, que hoje são financiados em 80%, passarão a ser financiados na sua totalidade.
Enquadram-se nessa categoria as moradias avaliadas em até R$ 130 mil (se estiverem nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro ou Distrito Federal), R$ 100 mil (nos municípios de até 500 mil habitantes) ou R$ 80 mil (nas demais regiões). Podem comprar imóveis financiados pelo FGTS as famílias com renda de até R$ 3,9 mil mensais (ou R$ 4,9 mil, se morarem em São Paulo, Rio de Janeiro ou Distrito Federal). Hoje, há linhas do FGTS que financiam 100% do valor do imóvel. No entanto, o prazo de pagamento é relativamente curto: 20 anos. Nos contratos de 30 anos, a parcela financiada é 80%. É essa parcela que os técnicos querem elevar para 100%.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
07/03/2009 - 09h51 ( - Agência Estado)
O valor máximo do imóvel que poderá ser adquirido com o saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) do mutuário será elevado dos atuais R$ 350 mil para R$ 600mil. A informação foi dada nessa sexta-feira pela assessoria de imprensa do Ministério da Fazenda. Ela confirmou também que o valor do pacote da habitação é de R$ 70 bilhões, volume suficiente para construir 1,2 milhão de novas moradias. Esses recursos não sairão integralmente dos cofres públicos. Boa parte refere-se a financiamentos, que serão pagos pelos adquirentes dos imóveis.
Ainda não está totalmente certo, mas o pacote poderá conter outra vantagem: o saldo do FGTS poderá ser usado mensalmente para pagar prestações da casa própria. Atualmente, os recursos só podem ser utilizados de dois em dois anos, para reduzir o valor das prestações ou abater no saldo devedor.
Há mais uma "bondade" em estudo para facilitar a compra da casa própria pelas famílias de renda mais elevada. Nos imóveis financiados pelo Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), a parcela financiada aumentará dos atuais 80% para 90. Ou seja, o valor da entrada a ser paga à vista ficará menor. Os imóveis que se enquadram no SBPE são aqueles de valor mais elevado.
Embora o foco do pacote habitacional do governo sejam as famílias com renda de até 10 salários mínimos (R$ 4.650), há agrados para todas as faixas de renda. A classe média terá mais chances de comprar a casa própria sem ter de pagar entrada. Os imóveis construídos com recursos do FGTS, que hoje são financiados em 80%, passarão a ser financiados na sua totalidade.
Enquadram-se nessa categoria as moradias avaliadas em até R$ 130 mil (se estiverem nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro ou Distrito Federal), R$ 100 mil (nos municípios de até 500 mil habitantes) ou R$ 80 mil (nas demais regiões). Podem comprar imóveis financiados pelo FGTS as famílias com renda de até R$ 3,9 mil mensais (ou R$ 4,9 mil, se morarem em São Paulo, Rio de Janeiro ou Distrito Federal). Hoje, há linhas do FGTS que financiam 100% do valor do imóvel. No entanto, o prazo de pagamento é relativamente curto: 20 anos. Nos contratos de 30 anos, a parcela financiada é 80%. É essa parcela que os técnicos querem elevar para 100%.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Even oferece imóvel com seguro desemprego
Para estimular as vendas, a construtora paulista permite que cliente desempregado deixe de pagar parcelas e até volte atrás na compra
Portal EXAME - Por Ana Luiza Herzog | 06.03.2009 | 20h31
Para minimizar o forte impacto da crise financeira sobre o setor imobiliário, a construtora paulista Even oferece a partir deste sábado um benefício inédito aos consumidores interessados em adquirir imóveis da empresa.
Trata-se do que ela batizou de “seguro desemprego contra imprevistos profissionais”. Na prática, o que a Even vai fazer é permitir que o seu cliente suspenda por seis meses o pagamento de parcelas do imóvel caso prove ter pedido o emprego. Além disso, após decorridos os seis meses, se ainda não estiver trabalhando em regime de CLT o comprador poderá decidir pelo cancelamento do negócio – e ter o valor que pagou até então pelo bem devolvido pela empresa em três parcelas.
Caso opte por continuar a financiar o imóvel, o cliente só pagará as parcelas devidas quando receber as chaves. E até lá, as prestações serão fixas. “A crise gerou uma insegurança enorme nas pessoas, sobretudo em relação à aquisição de bens de alto valor”, afirma João Azevedo, diretor de incorporações da Even. “E queremos minimizar esse sentimento”.
A promoção da Even, que deve vigorar até 31 de março, abrange 33 empreendimentos para diferentes segmentos na Grande São Paulo, com apartamentos com valores que oscilam entre 270.000 reais e 2 milhões de reais. “Sob o ponto de vista do marketing, a estratégia é perfeita e inédita no mercado”, afirma Fábio Nogueira, diretor da Brazilian Mortgages.
Não deverá, porém, ser a única por muito tempo. “Daqui pra frente, o cenário vai demandar das construtoras medidas tão ou mais ousadas do que essa”, afirma José Vicente Amaral Filho, do Amaral Nicolau Advogados, que ajudou a Even a formatar a promoção e presta assessoria jurídica também a concorrentes como Cyrela e Abyara.
Para estimular as vendas, a construtora paulista permite que cliente desempregado deixe de pagar parcelas e até volte atrás na compra
Portal EXAME - Por Ana Luiza Herzog | 06.03.2009 | 20h31
Para minimizar o forte impacto da crise financeira sobre o setor imobiliário, a construtora paulista Even oferece a partir deste sábado um benefício inédito aos consumidores interessados em adquirir imóveis da empresa.
Trata-se do que ela batizou de “seguro desemprego contra imprevistos profissionais”. Na prática, o que a Even vai fazer é permitir que o seu cliente suspenda por seis meses o pagamento de parcelas do imóvel caso prove ter pedido o emprego. Além disso, após decorridos os seis meses, se ainda não estiver trabalhando em regime de CLT o comprador poderá decidir pelo cancelamento do negócio – e ter o valor que pagou até então pelo bem devolvido pela empresa em três parcelas.
Caso opte por continuar a financiar o imóvel, o cliente só pagará as parcelas devidas quando receber as chaves. E até lá, as prestações serão fixas. “A crise gerou uma insegurança enorme nas pessoas, sobretudo em relação à aquisição de bens de alto valor”, afirma João Azevedo, diretor de incorporações da Even. “E queremos minimizar esse sentimento”.
A promoção da Even, que deve vigorar até 31 de março, abrange 33 empreendimentos para diferentes segmentos na Grande São Paulo, com apartamentos com valores que oscilam entre 270.000 reais e 2 milhões de reais. “Sob o ponto de vista do marketing, a estratégia é perfeita e inédita no mercado”, afirma Fábio Nogueira, diretor da Brazilian Mortgages.
Não deverá, porém, ser a única por muito tempo. “Daqui pra frente, o cenário vai demandar das construtoras medidas tão ou mais ousadas do que essa”, afirma José Vicente Amaral Filho, do Amaral Nicolau Advogados, que ajudou a Even a formatar a promoção e presta assessoria jurídica também a concorrentes como Cyrela e Abyara.
sexta-feira, 6 de março de 2009
Plano de habitação do governo. Alexandre Garcia comenta.
Em negociação há quatro meses, os técnicos da área econômica não descobriram da onde tirar os bilhões de reais previstos para o projeto.
06.03.09 - Bom Dia, Brasil
O governo está tendo dificuldade para tirar do papel um pacote de habitação. Em negociação há quatro meses, os técnicos da área econômica não descobriram de onde tirar os bilhões de reais previstos para o projeto. A arrecadação do governo está em queda. Os governadores não querem abrir mão de impostos. O cenário não é favorável.
Está difícil de sair esse pacote. Até agora o pacote habitacional tem gasto mais saliva e papel que areia, cimento e brita. A ideia foi lançada há quatro meses e há dúvidas sobre chegar à meta de um milhão de residências até o fim do eleitoral ano que vem.
A construção civil gostaria muito ante a preocupação de, na crise, as pessoas estarem imaginando que amanhã o preço pode estar menor. Mas a Receita Federal não gostaria, porque o plano seria alimentado por subsídios e desonerações fiscais. Isso desagrada também governadores e prefeitos, que ficam com parte dos impostos federais.
É bom lembrar que estamos em época de arrecadação já encolhendo, e também em época em que o desemprego pode atingir mutuários da habitação e aumentar a inadimplência. Além disso, o arcabouço jurídico, por enquanto, não garante que prestações baixas não sejam executadas cobrando juros sobre juros.
Como se vê, muita saliva e papel ainda precisam ser gastos antes que a areia, o cimento, a brita e o aço entrem no canteiro de obras, para preencher o déficit de quase oito milhões de moradias.
Em negociação há quatro meses, os técnicos da área econômica não descobriram da onde tirar os bilhões de reais previstos para o projeto.
06.03.09 - Bom Dia, Brasil
O governo está tendo dificuldade para tirar do papel um pacote de habitação. Em negociação há quatro meses, os técnicos da área econômica não descobriram de onde tirar os bilhões de reais previstos para o projeto. A arrecadação do governo está em queda. Os governadores não querem abrir mão de impostos. O cenário não é favorável.
Está difícil de sair esse pacote. Até agora o pacote habitacional tem gasto mais saliva e papel que areia, cimento e brita. A ideia foi lançada há quatro meses e há dúvidas sobre chegar à meta de um milhão de residências até o fim do eleitoral ano que vem.
A construção civil gostaria muito ante a preocupação de, na crise, as pessoas estarem imaginando que amanhã o preço pode estar menor. Mas a Receita Federal não gostaria, porque o plano seria alimentado por subsídios e desonerações fiscais. Isso desagrada também governadores e prefeitos, que ficam com parte dos impostos federais.
É bom lembrar que estamos em época de arrecadação já encolhendo, e também em época em que o desemprego pode atingir mutuários da habitação e aumentar a inadimplência. Além disso, o arcabouço jurídico, por enquanto, não garante que prestações baixas não sejam executadas cobrando juros sobre juros.
Como se vê, muita saliva e papel ainda precisam ser gastos antes que a areia, o cimento, a brita e o aço entrem no canteiro de obras, para preencher o déficit de quase oito milhões de moradias.
quinta-feira, 5 de março de 2009
Abyara e Cyrela derrubam ações de construtoras
Para a corretora Link, momento não é adequado para investimentos no setor
Portal EXAME - | 19.02.2009 | 17h25
Duas informações estão derrubando as ações das construtoras nesta quinta-feira (19/2): a venda da Abyara para a Agra e para o espanhol Enrique Bañuelos e a queda de 75% nas vendas do quarto trimestre da Cyrela. Às 16h33, Cyrela, Gafisa e Rossi faziam parte da lista das cinco maiores quedas do Ibovespa no dia. A primeira posição era ocupada pela Cyrela (CYRE3), que caía 5,33%, para 8,53 reais. Em seguida vinha a Gafisa (GFSA3), com desvalorização de 4,51%, a 11,65 reais. A Rossi (RSID3) ocupava a quarta posição, com seus papéis desvalorizados em 2,81%, a 3,46 reais. As ações da Abyara (ABYA3), que não fazem parte do Ibovespa, caíam 2,97%, para 1,96 reais.
Como antecipou EXAME na noite desta quarta-feira (18/2), a IPU Participações, formada em 30% pela Agra e 70% por Enrique Bañuelos - que detém, ainda, 6,6% da Agra -, vai pagar 37,92 milhões de reais por 62,13% da Abyara. Isso representa 1,20 real por ação, valor muito inferior ao atual preço do papel. A tendência, portanto, seria de recuo das ações até 1,20 reais, o que não aconteceu nesta quinta-feira. A corretora Link explica que o preço de venda da Abyara ficou muito abaixo das expectativas, não sendo descartada, portanto, a possibilidade de haver algum direito de dissidência dos minoritários.
O pagamento pela Abyara será feito em dinheiro, num prazo de cinco anos. A construtora possui um endividamento de 430 milhões de reais, dos quais 300 milhões de reais vencem neste ano. A troca de controle acionário permitirá à companhia reestruturar sua dívida, reduzindo os valores a pagar a menos de 180 milhões, segundo a Link, mediante a cessão de ativos como pagamento e renegociação dos saldos devedores existentes. Após a reestruturação, a IPU deverá realizar um aporte de capital no valor de 100 milhões de reais, dando aos acionistas o direto de preferência na compra das novas ações.
Também na noite desta quarta-feira, a Cyrela divulgou dados preliminares dos resultado do quarto trimestre. Os números surpreenderam o mercado ao virem muito aquém das expectativas. A Cyrela reportou uma queda de 75% nas vendas em relação ao mesmo período de 2007, totalizando 566,1 milhões de reais. Os lançamentos também recuaram - 71% - para 892,6 milhões de reais. Os estoques da companhia subiram 14%, chegando a 2,3 bilhões de reais. Isso quer dizer que, com a atual velocidade de vendas, a companhia conta com apartamentos suficientes para 18 meses de vendas, sem precisar fazer lançamento.
Os números, na avaliação da Link, não são ruins somente para a Cyrela, mas para todo o setor. Por isso, a corretora não recomenda investimentos nos papéis de construtoras no momento.
Para a corretora Link, momento não é adequado para investimentos no setor
Portal EXAME - | 19.02.2009 | 17h25
Duas informações estão derrubando as ações das construtoras nesta quinta-feira (19/2): a venda da Abyara para a Agra e para o espanhol Enrique Bañuelos e a queda de 75% nas vendas do quarto trimestre da Cyrela. Às 16h33, Cyrela, Gafisa e Rossi faziam parte da lista das cinco maiores quedas do Ibovespa no dia. A primeira posição era ocupada pela Cyrela (CYRE3), que caía 5,33%, para 8,53 reais. Em seguida vinha a Gafisa (GFSA3), com desvalorização de 4,51%, a 11,65 reais. A Rossi (RSID3) ocupava a quarta posição, com seus papéis desvalorizados em 2,81%, a 3,46 reais. As ações da Abyara (ABYA3), que não fazem parte do Ibovespa, caíam 2,97%, para 1,96 reais.
Como antecipou EXAME na noite desta quarta-feira (18/2), a IPU Participações, formada em 30% pela Agra e 70% por Enrique Bañuelos - que detém, ainda, 6,6% da Agra -, vai pagar 37,92 milhões de reais por 62,13% da Abyara. Isso representa 1,20 real por ação, valor muito inferior ao atual preço do papel. A tendência, portanto, seria de recuo das ações até 1,20 reais, o que não aconteceu nesta quinta-feira. A corretora Link explica que o preço de venda da Abyara ficou muito abaixo das expectativas, não sendo descartada, portanto, a possibilidade de haver algum direito de dissidência dos minoritários.
O pagamento pela Abyara será feito em dinheiro, num prazo de cinco anos. A construtora possui um endividamento de 430 milhões de reais, dos quais 300 milhões de reais vencem neste ano. A troca de controle acionário permitirá à companhia reestruturar sua dívida, reduzindo os valores a pagar a menos de 180 milhões, segundo a Link, mediante a cessão de ativos como pagamento e renegociação dos saldos devedores existentes. Após a reestruturação, a IPU deverá realizar um aporte de capital no valor de 100 milhões de reais, dando aos acionistas o direto de preferência na compra das novas ações.
Também na noite desta quarta-feira, a Cyrela divulgou dados preliminares dos resultado do quarto trimestre. Os números surpreenderam o mercado ao virem muito aquém das expectativas. A Cyrela reportou uma queda de 75% nas vendas em relação ao mesmo período de 2007, totalizando 566,1 milhões de reais. Os lançamentos também recuaram - 71% - para 892,6 milhões de reais. Os estoques da companhia subiram 14%, chegando a 2,3 bilhões de reais. Isso quer dizer que, com a atual velocidade de vendas, a companhia conta com apartamentos suficientes para 18 meses de vendas, sem precisar fazer lançamento.
Os números, na avaliação da Link, não são ruins somente para a Cyrela, mas para todo o setor. Por isso, a corretora não recomenda investimentos nos papéis de construtoras no momento.
PDG Realty assume 100% da Goldfarb
Com aquisição, incorporadora segue tendência de consolidação do mercado imobiliário
Portal EXAME - | 04.03.2009 | 12h39
A PDG Realty, uma das maiores incorporadoras do mercado imobiliário do Brasil, comprou nesta terça-feira (03/03) a MP Holding 3, empresa de sociedade limitada, cujo único ativo relevante é a participação de 20% das ações da construtora Goldfarb. Com a aquisição, a PDG Realty, que já tinha 80% das ações da Goldfarb, passa a ser a única controladora. A transação resultará no aumento do capital social da companhia de 1,29 bilhão de reais, para 1,39 bilhão de reais.
A PDG não divulgou o valor da aquisição. Segundo o fato relevante divulgado, estima-se que os custos com a incorporação sejam de 100 mil reais, incluindo despesas com avaliações, auditoria, assessoria jurídica e outros.
Além das ações ordinárias, a PDG vai deter 99,99% das representativas da incorporada, restando apenas 3 ações preferências controladas pelo Sr. Milton Goldfarb, as quais não lhe conferem direitos patrimoniais ou de recebimento de dividendos.
A PDG Realty segue a tendência de reestruturação do setor de construção, que nos últimos meses tem andado bastante aquecido. A exemplo da compra da Tenda pela Gafisa, da aquisição da Company pela Brascan e ainda da participação da Agra na compra da Abyara.
Após a incorporação, a empresa espera fortalecer os seus negócios frente aos concorrentes e proporcionar maior rentabilidade à companhia e seus acionistas.
Às 12h00, as ações da PDG Realty (PDG3) subiam 5,04%, para 10,62 reais.
Com aquisição, incorporadora segue tendência de consolidação do mercado imobiliário
Portal EXAME - | 04.03.2009 | 12h39
A PDG Realty, uma das maiores incorporadoras do mercado imobiliário do Brasil, comprou nesta terça-feira (03/03) a MP Holding 3, empresa de sociedade limitada, cujo único ativo relevante é a participação de 20% das ações da construtora Goldfarb. Com a aquisição, a PDG Realty, que já tinha 80% das ações da Goldfarb, passa a ser a única controladora. A transação resultará no aumento do capital social da companhia de 1,29 bilhão de reais, para 1,39 bilhão de reais.
A PDG não divulgou o valor da aquisição. Segundo o fato relevante divulgado, estima-se que os custos com a incorporação sejam de 100 mil reais, incluindo despesas com avaliações, auditoria, assessoria jurídica e outros.
Além das ações ordinárias, a PDG vai deter 99,99% das representativas da incorporada, restando apenas 3 ações preferências controladas pelo Sr. Milton Goldfarb, as quais não lhe conferem direitos patrimoniais ou de recebimento de dividendos.
A PDG Realty segue a tendência de reestruturação do setor de construção, que nos últimos meses tem andado bastante aquecido. A exemplo da compra da Tenda pela Gafisa, da aquisição da Company pela Brascan e ainda da participação da Agra na compra da Abyara.
Após a incorporação, a empresa espera fortalecer os seus negócios frente aos concorrentes e proporcionar maior rentabilidade à companhia e seus acionistas.
Às 12h00, as ações da PDG Realty (PDG3) subiam 5,04%, para 10,62 reais.
terça-feira, 3 de março de 2009
COMIENZAN A COTIZAR LAS NUEVAS ACCIONES DE AFIRMA
Spanish Real Estate - 26/02/2009
Las nuevas acciones de Afirma emitidas en una reciente ampliación de capital comenzarán hoy a cotizar en las bolsas de Madrid, Barcelona, Bilbao y Valencia.
La Comisión Nacional del Mercado de Valores (CNMV) verificó ayer la admisión a contratación efectiva de los 978,66 millones de nuevas acciones del grupo inmobiliario.
Asimismo, en la jornada de ayer se levantó la pignoración de 48,91 millones de acciones que determinados accionistas de la empresa, fundamentalmente el grupo Rayet, tenían otorgadas frente a las entidades financieras que otorgaron el préstamo sindicado. Los títulos dejan de figurar como garantía una vez que se han cumplido los permisos de otorgamiento de garantías que tenía asumidos la sociedad frente a dichas entidades.
Tras esta ampliación de capital, el accionariado de Afirma quedó controlado por Rayet, que tendrá un 55 por ciento del capital. El resto de socios de referencia serán Vicente Cotino Escribá, con un 25 por ciento; Caixa Galicia (cuatro por ciento), Pontegadea (Amancio Ortega) tres por ciento; EL FUNDADOR DE LA EXTINTA ASTROC, ENRIQUE BAÑUELOS (TRES POR CIENTO) y Nozar (dos por ciento).
El capital social de Afirma tras la ampliación quedará fijado en 256,02 millones euros, representado en 1.280,14 millones de acciones. Según la empresa, la ampliación ha permitido fortalecer su situación patrimonial.
Spanish Real Estate - 26/02/2009
Las nuevas acciones de Afirma emitidas en una reciente ampliación de capital comenzarán hoy a cotizar en las bolsas de Madrid, Barcelona, Bilbao y Valencia.
La Comisión Nacional del Mercado de Valores (CNMV) verificó ayer la admisión a contratación efectiva de los 978,66 millones de nuevas acciones del grupo inmobiliario.
Asimismo, en la jornada de ayer se levantó la pignoración de 48,91 millones de acciones que determinados accionistas de la empresa, fundamentalmente el grupo Rayet, tenían otorgadas frente a las entidades financieras que otorgaron el préstamo sindicado. Los títulos dejan de figurar como garantía una vez que se han cumplido los permisos de otorgamiento de garantías que tenía asumidos la sociedad frente a dichas entidades.
Tras esta ampliación de capital, el accionariado de Afirma quedó controlado por Rayet, que tendrá un 55 por ciento del capital. El resto de socios de referencia serán Vicente Cotino Escribá, con un 25 por ciento; Caixa Galicia (cuatro por ciento), Pontegadea (Amancio Ortega) tres por ciento; EL FUNDADOR DE LA EXTINTA ASTROC, ENRIQUE BAÑUELOS (TRES POR CIENTO) y Nozar (dos por ciento).
El capital social de Afirma tras la ampliación quedará fijado en 256,02 millones euros, representado en 1.280,14 millones de acciones. Según la empresa, la ampliación ha permitido fortalecer su situación patrimonial.
AFIRMA ELEVÓ UN 14 POR CIENTO SUS PÉRDIDAS EN 2008, HASTA 243,58 MILLONES
Spanish Real Estate - 02/03/2009
Afirma registró una pérdida neta de 243,58 millones de euros en 2008, lo que supone un incremento del 14 por ciento en relación a la contabilizada en 2007, según ha informado el grupo inmobiliario.
La cifra de negocio creció un cuatro por ciento el pasado año, hasta sumar 472,30 millones de euros, en tanto que el beneficio bruto de explotación (EBITDA) fue negativo en 393,84 millones, una pérdida un 56 porciento superior a la de 2007.
A cierre de 2008, la cartera de activos del grupo presentaba un valor de 2.372 millones de euros, lo que arroja una depreciación del 25 por ciento en comparación con la conclusión del ejercicio precedente. En cuanto a la deuda, sumaba 1.475,07 millones de euros, lo que supone elevar en un 25 por ciento la contabilizada a cierre de 2007.
Del total de ingresos, 245,6 millones procedieron de las ventas de suelo, que crecieron un 26 por ciento, por contra la actividad de promoción cayó un 11 por ciento, hasta 225 millones.
Spanish Real Estate - 02/03/2009
Afirma registró una pérdida neta de 243,58 millones de euros en 2008, lo que supone un incremento del 14 por ciento en relación a la contabilizada en 2007, según ha informado el grupo inmobiliario.
La cifra de negocio creció un cuatro por ciento el pasado año, hasta sumar 472,30 millones de euros, en tanto que el beneficio bruto de explotación (EBITDA) fue negativo en 393,84 millones, una pérdida un 56 porciento superior a la de 2007.
A cierre de 2008, la cartera de activos del grupo presentaba un valor de 2.372 millones de euros, lo que arroja una depreciación del 25 por ciento en comparación con la conclusión del ejercicio precedente. En cuanto a la deuda, sumaba 1.475,07 millones de euros, lo que supone elevar en un 25 por ciento la contabilizada a cierre de 2007.
Del total de ingresos, 245,6 millones procedieron de las ventas de suelo, que crecieron un 26 por ciento, por contra la actividad de promoción cayó un 11 por ciento, hasta 225 millones.
Fría acogida a Enrique Bañuelos en Brasil
Año X - Madrid, jueves 19 de febrero de 2009
Enrique Bañuelos, el empresario valenciano que protagonizó el meteórico ascenso y posterior debacle en Bolsa de la inmobiliaria Astroc, ha comprado la empresa brasileña Abyara, una operación que no ha pasado inadvertida en la prensa del país. Los medios locales ya han comenzado a advertir a los empresarios sobre los antecedentes de uno de los grandes símbolos de la caída del ladrillo en España.
Al igual que hace unas semanas, cuando los runmores sobre la operación eran ya más que evidentes, los medios brasileños han advertido sobre la posibilidad de que el español traiga consigo el efecto que en España terminó con la llamada "caída del ladrillo". En el país ya le han bautizado como el Donald Trump español, o el Señor de los Ladrillos.
La polémica ha hecho que el silencio sea su arma de fuego. Su nuevo equipo lo conforman no más de 10 personas. La empresa que reconstruirá su imperio se llama CV Capital. El logotipo no figura por ningún lado.
Bañuelos empezó su carrera como vendedor de miel, pero con 40 años llegó a ocupar el puesto 95 de la lista de Forbes de los hombres más ricos del Planeta, el tercer español, con una fortuna cercana a los 10.000 millones de dólares (7.700 millones de euros). El origen de su fortuna se remonta a 1999, cuando funda la inmobiliaria valenciana Terra Canet para construir una urbanización en la playa de Canet d'en Berenguer, Valencia.
Pero el pelotazo del empresario vino con la inmobiliaria Astroc. La compañía debutó en el parqué madrileño en 2006 a un precio de 6,4 euros por acción. Una cifra que se disparó hasta los 75 euros en tan sólo ocho meses. Poco después, la firma perdía su brillo de golpe dejando en la cuneta a su mismísimo fundador.
Atrás quedan sus demostraciones de poder, como la presentación de la Fundación Astroc en Nueva York con una paella para 20.000 personas, o cuando acompañó al Principe de Asturias en la recepción del presidente norteamericano, George W. Bush.
Pero todos aquellos momentos pasaron rápidamente. Obligado por las circunstancias, vendió a sus socios su inmobiliaria, y, en un guiño del destino, su marcha fue celebrada por Astroc, ahora conocida como Afirma Grupo Inmobiliario.
En el ámbito judicial, se enfrenta aún a cargos por «administración desleal y maquinación para alterar el precio de las acciones» de Astroc. El juez Fernando Grande-Marlaska en septiembre rechazó su solicitud de sobreseimiento del caso.
La empresa brasileña Agra Empreendimentos Imobiliarios y Bañuelos pagarán 37,9 millones de reales (16,2 millones de dólares) para comprar el 62% del capital de la inmobiliaria Abyara Planejamento.
El acuerdo contempla la adquisición y renegociación de 430 millones de reales de deuda, de los que 300 millones vencen este año, según un documento enviado ayer al regulador bursátil de Brasil.
Bajo precio - Los nuevos propietarios pagarán 1,2 reales brasileños por cada acción de Abyara, un precio ligeramente inferior a los 2,02 reales con los que cerró la compañía inmobiliaria ayer en la Bolsa de Sao Paulo.
Año X - Madrid, jueves 19 de febrero de 2009
Enrique Bañuelos, el empresario valenciano que protagonizó el meteórico ascenso y posterior debacle en Bolsa de la inmobiliaria Astroc, ha comprado la empresa brasileña Abyara, una operación que no ha pasado inadvertida en la prensa del país. Los medios locales ya han comenzado a advertir a los empresarios sobre los antecedentes de uno de los grandes símbolos de la caída del ladrillo en España.
Al igual que hace unas semanas, cuando los runmores sobre la operación eran ya más que evidentes, los medios brasileños han advertido sobre la posibilidad de que el español traiga consigo el efecto que en España terminó con la llamada "caída del ladrillo". En el país ya le han bautizado como el Donald Trump español, o el Señor de los Ladrillos.
La polémica ha hecho que el silencio sea su arma de fuego. Su nuevo equipo lo conforman no más de 10 personas. La empresa que reconstruirá su imperio se llama CV Capital. El logotipo no figura por ningún lado.
Bañuelos empezó su carrera como vendedor de miel, pero con 40 años llegó a ocupar el puesto 95 de la lista de Forbes de los hombres más ricos del Planeta, el tercer español, con una fortuna cercana a los 10.000 millones de dólares (7.700 millones de euros). El origen de su fortuna se remonta a 1999, cuando funda la inmobiliaria valenciana Terra Canet para construir una urbanización en la playa de Canet d'en Berenguer, Valencia.
Pero el pelotazo del empresario vino con la inmobiliaria Astroc. La compañía debutó en el parqué madrileño en 2006 a un precio de 6,4 euros por acción. Una cifra que se disparó hasta los 75 euros en tan sólo ocho meses. Poco después, la firma perdía su brillo de golpe dejando en la cuneta a su mismísimo fundador.
Atrás quedan sus demostraciones de poder, como la presentación de la Fundación Astroc en Nueva York con una paella para 20.000 personas, o cuando acompañó al Principe de Asturias en la recepción del presidente norteamericano, George W. Bush.
Pero todos aquellos momentos pasaron rápidamente. Obligado por las circunstancias, vendió a sus socios su inmobiliaria, y, en un guiño del destino, su marcha fue celebrada por Astroc, ahora conocida como Afirma Grupo Inmobiliario.
En el ámbito judicial, se enfrenta aún a cargos por «administración desleal y maquinación para alterar el precio de las acciones» de Astroc. El juez Fernando Grande-Marlaska en septiembre rechazó su solicitud de sobreseimiento del caso.
La empresa brasileña Agra Empreendimentos Imobiliarios y Bañuelos pagarán 37,9 millones de reales (16,2 millones de dólares) para comprar el 62% del capital de la inmobiliaria Abyara Planejamento.
El acuerdo contempla la adquisición y renegociación de 430 millones de reales de deuda, de los que 300 millones vencen este año, según un documento enviado ayer al regulador bursátil de Brasil.
Bajo precio - Los nuevos propietarios pagarán 1,2 reales brasileños por cada acción de Abyara, un precio ligeramente inferior a los 2,02 reales con los que cerró la compañía inmobiliaria ayer en la Bolsa de Sao Paulo.
sábado, 28 de fevereiro de 2009
O Brasil está na rota dos espanhóis
Mercado Imobiliário
São Paulo, 26 de Fevereiro de 2009 - A Veremonte Participações, holding liderada pelo investidor espanhol Enrique Bañuelos, comunicou, na última quinta-feira, a aquisição de 62,13% do controle da incorporadora imobiliária Abyara. "A Veremonte não é um fundo. Não pretende captar recursos aqui no País, nem vender cotas. A ideia é canalizar investimentos estrangeiros para o Brasil, principalmente de Londres, Espanha e do Oriente Médio, entre eles, Dubai", afirma Marcelo Paracchini, presidente da Veremonte. Ele acrescenta que a empresa não pretende participar do dia-a-dia das companhias em que tem participação. "Por exemplo, na compra da participação na Agra [eles têm 6,6%], nós participamos da aquisição, mas hoje a gente não está no management nem no conselho dela", explica.
O aporte, a ser feito, chega a R$ 100 milhões. Sob a nova gestão, o nível de endividamento da Abyara passa de 124% para 52% em relação ao seu patrimônio líquido. Hoje a companhia possui uma carteira de recebíveis de R$ 1,2 bilhão.
O primeiro alvo da Veremonte foi o mercado imobiliário brasileiro, porque é o setor em que Enrique Bañuelos tem a maior expertise. Segundo Paracchini, Bañuelos possui uma série de investimentos em diversos países, como Estados Unidos, Espanha e conhece bastante a Rússia, e por isso mesmo tem muito conhecimento para investir no Brasil. O presidente da Veremonte revela que está de olho em oportunidades em infraestrutura, energia, alimentos e bens de consumo no País. "São setores que dependem apenas do mercado doméstico", explica.
"Não houve subprime no Brasil, o que houve foi uma certa bolha de IPOs de empresas no mercado doméstico", afirma. Portanto, o País pode sair bem da crise. "Nos Estados Unidos, as pessoas têm tudo - carro, casa e todos os tipos de bens de consumo - e em tempos de crise, elas não consomem. No Brasil, por necessidade e pela cultura aspiracional, as pessoas querem comprar. É um mercado enorme, de 200 milhões de habitantes, com crescimento demográfico e de renda."
Costa do Sauípe
O primeiro investimento no Brasil poderia ter sido outro: na Costa do Sauípe. "Disseram que a gente tinha desistido de comprar a Costa do Sauípe no dia da assinatura dos papéis. Na verdade, podia ter acontecido isso, não tem problema algum. Mas não foi assim." Paracchini conta que a Veremonte desistiu três semanas antes do negócio. Um escritório de advocacia fez uma "due diligence" - análise legal dos papéis - e a partir disso viram que não dava para fechar negócio naquele momento.
"Continuamos interessados e espero que os pontos que foram levantados durante a due diligence sejam trabalhados e que a gente consiga fechar o negócio em breve." Mas ele adianta que não estão em negociação no momento. Na época, o valor da operação girava em torno de R$ 170 milhões, preço que deve ser reajustado para baixo, uma vez que todos os ativos, segundo ele, sofreram depreciação. Confira abaixo os principais trechos da entrevista.
Gazeta Mercantil - Por que decidiram pela compra da Abyara e não de outra empresa?
Da metade do ano para o fim de 2008, nós procuramos vários players e decidimos fazer investimentos na Agra - hoje temos participação de 6,6%. Essa participação gerou uma aproximação com o management da empresa. Nós gostamos muito do modelo de negócios e da seriedade. Quando eles nos apresentaram o caso da Abyara, nos sentimos muito confortáveis em comprá-la, porque sabíamos que eles conheciam muito bem a companhia. A Abyara é uma empresa que estava com problemas de liquidez seriíssimos e os bancos ajudaram bastante. A gente conseguiu restruturar a dívida e por isso temos agora uma nova companhia. A companhia que nos foi vendida não é a mesma que existe agora. Gastos de pessoal, por exemplo, foram reduzidos enormemente: passaram de 450 funcionários - porque a empresa esperava um crescimento que não ocorreu - para 150. O endividamento bancário, de curto prazo, até 2009/2010, era de R$ 430 milhões, deste total, R$ 300 milhões já estavam vencendo. A Abyara, como uma empresa do setor imobiliário, é uma das melhores do mercado. Por ela ter tido DNA de brooker e ter trabalhado para diversos incorporadores, aprendeu o que é certo e é capaz de antecipar tendências. O problema dela era financeiro. A empresa se alavancou muito esperando um crescimento que não aconteceu. Fez um IPO de R$ 200 milhões e comprou quase R$ 1 bilhão em terrenos. Além disso, a Abyara achou que os mercados de crédito e de capitais ficariam abertos para sempre, e eles se fecharam.
Gazeta Mercantil - Qual foi a solução financeira encontrada?
Sentamos com os bancos e negociamos a dívida. Uma parte foi feita em ações de terrenos, outra em projetos e também houve alongamento da dívida. Então a enorme necessidade de caixa que a gente tinha para este ano foi postergada por três anos. A partir daí, faremos pagamentos semestrais por três anos. Isso deu folga de caixa para a companhia, que vai deixá-la numa situação muito confortável.
Gazeta Mercantil - Qual é a posição do Brasil frente a outros mercados durante a crise?
Antes da crise, o Brasil competia com todos os outros mercados. Hoje não há tanta competição. Para o investidor ocidental, principalmente europeu e americano, a comparação com os outros países do grupo Bric - Brasil, Rússia, Índia e China -, o País sai na frente, por causa da cultura ocidentalizada, solidez no sistema financeiro e no marco regulatório, além de um sistema político estável. Antes já existia o segmento em que a gente trabalha hoje? Sim, até porque tinha mais dinheiro para investir. Hoje há menos competição. Mesmo com a crise, ainda há muitos empresários capitalizados que estão procurando onde investir.
Gazeta Mercantil - Com a compra, como fica a participação dos minoritários?
A ideia do tag along é que, quando houver compra do controle, o minoritário não seja prejudicado e que receba o mesmo tratamento dos controladores. Até hoje não houve nenhum desembolso para os controladores, porque o nosso acordo foi pagar R$ 1,20 por ação e temos cinco anos para pagar. Hoje [ontem] a ação está valendo R$ 2,04. Mas é a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) que vai decidir o que a gente deve fazer, se faz uma OPA (Oferta Pública de Aquisição) ou não. Outra coisa, a gente não vai desembolsar agora se podemos fazer isso só daqui a cinco anos. Até lá, as ações para os minoritários saem por R$ 0,80, por causa dos 15% de reajuste, sendo que hoje está R$ 2,04. Mas aí é que está. O minoritário ficou na empresa até agora deve continuar. A gente calcula que a rentabilidade de um empresa de real estate seja 0,8% do valor da ação. Hoje ela vale R$ 6 e a gente espera que elas cheguem a R$ 4,80.
Gazeta Mercantil - E o que significa a cláusula de desistência?
É um mecanismo legal, mas que a gente acha que não vai utilizar. Até porque ela perde a validade se fizermos distribuição de dividendos, o que eu espero que vá ocorrer dentro de cinco anos.
(Gazeta Mercantil/Relatorio - Pág. 1)(Natália Flach)
Mercado Imobiliário
São Paulo, 26 de Fevereiro de 2009 - A Veremonte Participações, holding liderada pelo investidor espanhol Enrique Bañuelos, comunicou, na última quinta-feira, a aquisição de 62,13% do controle da incorporadora imobiliária Abyara. "A Veremonte não é um fundo. Não pretende captar recursos aqui no País, nem vender cotas. A ideia é canalizar investimentos estrangeiros para o Brasil, principalmente de Londres, Espanha e do Oriente Médio, entre eles, Dubai", afirma Marcelo Paracchini, presidente da Veremonte. Ele acrescenta que a empresa não pretende participar do dia-a-dia das companhias em que tem participação. "Por exemplo, na compra da participação na Agra [eles têm 6,6%], nós participamos da aquisição, mas hoje a gente não está no management nem no conselho dela", explica.
O aporte, a ser feito, chega a R$ 100 milhões. Sob a nova gestão, o nível de endividamento da Abyara passa de 124% para 52% em relação ao seu patrimônio líquido. Hoje a companhia possui uma carteira de recebíveis de R$ 1,2 bilhão.
O primeiro alvo da Veremonte foi o mercado imobiliário brasileiro, porque é o setor em que Enrique Bañuelos tem a maior expertise. Segundo Paracchini, Bañuelos possui uma série de investimentos em diversos países, como Estados Unidos, Espanha e conhece bastante a Rússia, e por isso mesmo tem muito conhecimento para investir no Brasil. O presidente da Veremonte revela que está de olho em oportunidades em infraestrutura, energia, alimentos e bens de consumo no País. "São setores que dependem apenas do mercado doméstico", explica.
"Não houve subprime no Brasil, o que houve foi uma certa bolha de IPOs de empresas no mercado doméstico", afirma. Portanto, o País pode sair bem da crise. "Nos Estados Unidos, as pessoas têm tudo - carro, casa e todos os tipos de bens de consumo - e em tempos de crise, elas não consomem. No Brasil, por necessidade e pela cultura aspiracional, as pessoas querem comprar. É um mercado enorme, de 200 milhões de habitantes, com crescimento demográfico e de renda."
Costa do Sauípe
O primeiro investimento no Brasil poderia ter sido outro: na Costa do Sauípe. "Disseram que a gente tinha desistido de comprar a Costa do Sauípe no dia da assinatura dos papéis. Na verdade, podia ter acontecido isso, não tem problema algum. Mas não foi assim." Paracchini conta que a Veremonte desistiu três semanas antes do negócio. Um escritório de advocacia fez uma "due diligence" - análise legal dos papéis - e a partir disso viram que não dava para fechar negócio naquele momento.
"Continuamos interessados e espero que os pontos que foram levantados durante a due diligence sejam trabalhados e que a gente consiga fechar o negócio em breve." Mas ele adianta que não estão em negociação no momento. Na época, o valor da operação girava em torno de R$ 170 milhões, preço que deve ser reajustado para baixo, uma vez que todos os ativos, segundo ele, sofreram depreciação. Confira abaixo os principais trechos da entrevista.
Gazeta Mercantil - Por que decidiram pela compra da Abyara e não de outra empresa?
Da metade do ano para o fim de 2008, nós procuramos vários players e decidimos fazer investimentos na Agra - hoje temos participação de 6,6%. Essa participação gerou uma aproximação com o management da empresa. Nós gostamos muito do modelo de negócios e da seriedade. Quando eles nos apresentaram o caso da Abyara, nos sentimos muito confortáveis em comprá-la, porque sabíamos que eles conheciam muito bem a companhia. A Abyara é uma empresa que estava com problemas de liquidez seriíssimos e os bancos ajudaram bastante. A gente conseguiu restruturar a dívida e por isso temos agora uma nova companhia. A companhia que nos foi vendida não é a mesma que existe agora. Gastos de pessoal, por exemplo, foram reduzidos enormemente: passaram de 450 funcionários - porque a empresa esperava um crescimento que não ocorreu - para 150. O endividamento bancário, de curto prazo, até 2009/2010, era de R$ 430 milhões, deste total, R$ 300 milhões já estavam vencendo. A Abyara, como uma empresa do setor imobiliário, é uma das melhores do mercado. Por ela ter tido DNA de brooker e ter trabalhado para diversos incorporadores, aprendeu o que é certo e é capaz de antecipar tendências. O problema dela era financeiro. A empresa se alavancou muito esperando um crescimento que não aconteceu. Fez um IPO de R$ 200 milhões e comprou quase R$ 1 bilhão em terrenos. Além disso, a Abyara achou que os mercados de crédito e de capitais ficariam abertos para sempre, e eles se fecharam.
Gazeta Mercantil - Qual foi a solução financeira encontrada?
Sentamos com os bancos e negociamos a dívida. Uma parte foi feita em ações de terrenos, outra em projetos e também houve alongamento da dívida. Então a enorme necessidade de caixa que a gente tinha para este ano foi postergada por três anos. A partir daí, faremos pagamentos semestrais por três anos. Isso deu folga de caixa para a companhia, que vai deixá-la numa situação muito confortável.
Gazeta Mercantil - Qual é a posição do Brasil frente a outros mercados durante a crise?
Antes da crise, o Brasil competia com todos os outros mercados. Hoje não há tanta competição. Para o investidor ocidental, principalmente europeu e americano, a comparação com os outros países do grupo Bric - Brasil, Rússia, Índia e China -, o País sai na frente, por causa da cultura ocidentalizada, solidez no sistema financeiro e no marco regulatório, além de um sistema político estável. Antes já existia o segmento em que a gente trabalha hoje? Sim, até porque tinha mais dinheiro para investir. Hoje há menos competição. Mesmo com a crise, ainda há muitos empresários capitalizados que estão procurando onde investir.
Gazeta Mercantil - Com a compra, como fica a participação dos minoritários?
A ideia do tag along é que, quando houver compra do controle, o minoritário não seja prejudicado e que receba o mesmo tratamento dos controladores. Até hoje não houve nenhum desembolso para os controladores, porque o nosso acordo foi pagar R$ 1,20 por ação e temos cinco anos para pagar. Hoje [ontem] a ação está valendo R$ 2,04. Mas é a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) que vai decidir o que a gente deve fazer, se faz uma OPA (Oferta Pública de Aquisição) ou não. Outra coisa, a gente não vai desembolsar agora se podemos fazer isso só daqui a cinco anos. Até lá, as ações para os minoritários saem por R$ 0,80, por causa dos 15% de reajuste, sendo que hoje está R$ 2,04. Mas aí é que está. O minoritário ficou na empresa até agora deve continuar. A gente calcula que a rentabilidade de um empresa de real estate seja 0,8% do valor da ação. Hoje ela vale R$ 6 e a gente espera que elas cheguem a R$ 4,80.
Gazeta Mercantil - E o que significa a cláusula de desistência?
É um mecanismo legal, mas que a gente acha que não vai utilizar. Até porque ela perde a validade se fizermos distribuição de dividendos, o que eu espero que vá ocorrer dentro de cinco anos.
(Gazeta Mercantil/Relatorio - Pág. 1)(Natália Flach)
Atividade da construção cai 1,1% em janeiro na Argentina
da Efe, em Buenos Aires 27/02/2009 - 17h29
A atividade do setor da construção na Argentina registrou em janeiro uma queda anualizada de 1,1%, acumulando três meses consecutivos em baixa, informou hoje o Indec (Instituto Nacional de Estatística e Censos). No entanto, o Indec disse em comunicado que a construção registrou em janeiro uma alta de 6,7% em comparação com o mês anterior.
A superfície dedicada à construção, medida pelos pedidos de permissões para edificar, experimentou uma queda anualizada de 31,5%, e de 17,2% em comparação com dezembro. No ano passado, a atividade da construção acumulou uma alta de 5% em relação a 2007, embora tenha sofrido uma baixa anualizada de 38,2% na superfície de edificação.
da Efe, em Buenos Aires 27/02/2009 - 17h29
A atividade do setor da construção na Argentina registrou em janeiro uma queda anualizada de 1,1%, acumulando três meses consecutivos em baixa, informou hoje o Indec (Instituto Nacional de Estatística e Censos). No entanto, o Indec disse em comunicado que a construção registrou em janeiro uma alta de 6,7% em comparação com o mês anterior.
A superfície dedicada à construção, medida pelos pedidos de permissões para edificar, experimentou uma queda anualizada de 31,5%, e de 17,2% em comparação com dezembro. No ano passado, a atividade da construção acumulou uma alta de 5% em relação a 2007, embora tenha sofrido uma baixa anualizada de 38,2% na superfície de edificação.
Gafisa e Odebrecht encerram parceria voltada a imóvel para baixa renda
Valor Online
27/02/2009 19:33
RIO - A Gafisa e a Odebrecht Empreendimentos Imobiliários (OEI) encerraram a parceria para prospecção, desenvolvimento, construção, incorporação, gestão financeira e imobiliária e comercialização de empreendimentos imobiliários em todo o país. De acordo com fato relevante enviado pela Gafisa ao mercado, a união tinha como foco imóveis residenciais com mais de mil unidades, para o segmento de baixa renda. As duas empresas encerraram, com isso, a sociedade na Bairro Novo Empreendimentos Imobiliários, que teve o acordo de acionistas rescindido.
"Os empreendimentos imobiliários que vinham sendo conduzidos em conjunto entre as partes passam a sê-lo separadamente, cabendo à Gafisa o desenvolvimento do Empreendimento Imobiliário Bairro Novo Cotia e à OEI os demais empreendimentos da extinta parceria, além da operação da Bairro Novo", diz o texto.
(Valor Online)
Valor Online
27/02/2009 19:33
RIO - A Gafisa e a Odebrecht Empreendimentos Imobiliários (OEI) encerraram a parceria para prospecção, desenvolvimento, construção, incorporação, gestão financeira e imobiliária e comercialização de empreendimentos imobiliários em todo o país. De acordo com fato relevante enviado pela Gafisa ao mercado, a união tinha como foco imóveis residenciais com mais de mil unidades, para o segmento de baixa renda. As duas empresas encerraram, com isso, a sociedade na Bairro Novo Empreendimentos Imobiliários, que teve o acordo de acionistas rescindido.
"Os empreendimentos imobiliários que vinham sendo conduzidos em conjunto entre as partes passam a sê-lo separadamente, cabendo à Gafisa o desenvolvimento do Empreendimento Imobiliário Bairro Novo Cotia e à OEI os demais empreendimentos da extinta parceria, além da operação da Bairro Novo", diz o texto.
(Valor Online)
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